Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Amor
Trovejado na Idade Média...
Exaltado ao ápice no Romantismo...
Apagado no modernismo...
Mas presente no dia a dia...
Talvez possa ser chamado de Amor
o que deixo nestas linhas
nestas semi-retas paralelas
que a pena vai preenchendo
o que a mente imagina
ser esse sentimento hialino...
que, se cuidado, brilha...
que, se largado, quebra...
que, se cultivado, cresce...
que, se minado, morre...
Criador de poetas
de paixões eternas
e de tristes desfechos...
quero eu esse amor encontrar,
ao infinito caminhar,
E a paz latente alcançar.
Que a cada dia, a esperança, a fé e o amor se renovem dentro de nós. Que nunca percamos a nossa essência, que sempre permaneça em nossas mentes a vontade de fazer o 'bem', sem olhar a 'quem'.🙇♀️💞❤️☘️🍃
"A arquitetura da vida se sustenta no amor, mas a decoração é feita de momentos. Não deixe as paredes despidas esperando pelo amanhã."
MÁGOA
Você já é passado
que preciso esquecer
quando a mágoa é muito grande
faz o amor morrer.
A mágoa é um veneno
que extermina o amor
não existe nenhum antídoto
pra evitar esta dor.
Foi tão grande o sofrimento
que você me fez passar
parece que a ferida
nunca vai cicatrizar.
Sei que fui em sua vida
apenas mais um que passou
com tanta mágoa e veneno
um grande amor acabou.
Por tanta decepção
nenhum mal vou desejar
só espero que você um dia
também aprenda a amar.
“Descobertas”
Descobri que o tempo cura, depois de ficar só
Descobri que o amor machuca
Descobri que a tristeza é só uma reação,
Descobri que tudo com o tempo se vai,
A paz tão sonhada está perto,
Descobri que o futuro é incerto,
Que tudo o que sobe cai.
Descobri que há sempre uma fonte no deserto,
Descobri que o fim, ainda não é,
Descobri que o que se pode não se quer.
Descobri que minha tristeza, não tem nada a ver com você,
Mas minha felicidade tem.
Descobri que o simples, pode ser complicado,
E vice e versa.
Descobri que amar, não é está apaixonado.
Amar, amar é viver uma paixão.
Descobri que o amor levanta,
Mas só se você não quiser ficar no chão.
Descobri que uma pessoa só, não é ninguém.
22/12/2010
O Ultimo Adeus
Quanto tempo demora-se
Para esquecer um amor?
Quanto pranto, sangue
Dor lancinante e, no entanto
Ainda em meu ser é uma constante
Olho pros céus e imploro a Deus
Quanto tempo ainda terei que esperar
Depois do nosso ultimo adeus?
Pra que este sentimento enfraqueça
E enfim esmoreça frente aos olhos meus?
Neste desespero minha ultima atitude
É algo bem mais rude
Do que o exaspero das reações
Em função de tantas sofreguidões
Deposito agora o livro dos nossos versos
Que outrora construíram nossos universos
Emolduraram as nossas vidas
Deixando-as tão coloridas
Em uma cova distante e fria
E escrevo sobre a lápide sombria
“Aqui jaz todo meu imenso amor
E toda a nossa poesia.”.
"Quem fala de Amor não ama verdadeiramente: talvez deseje, talvez possua, talvez esteja realizando uma óptima obra literária, mas realmente não ama; só a conquista do vulgar é pelo vulgar apregoado aos quatro ventos; quando se ama, em silêncio se ama"
MENINAS pra relaxar!!!!!!!!
Hoje, aprendi sobre amor ao próximo. Não me ama??? OK ...
PRÓÓÓXIMO!!!"
Bela noite!!!
Saudade... é a solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já.
Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida! Saudade é sentir que existe o que não existe mais!
Nota: Trecho de fala de um personagem da novela Fera Ferida, de Aguinaldo Silva. Muitas vezes atribuído de forma errônea a Pablo Neruda.
...MaisMesmo com tantas pessoas
Em minha volta, sozinho prefiro estar
Andar as estreitas do amor
Já não mais consigo aguentar,
Um mundo com você quero tanto
Desenhar, rabiscar teus olhos
Ao lado dos meus tenho a desejar.
Amar e desejar não querer soltar.
Mas o mundo é injusto
A você outro papel deu a rabiscar
Relembro me que sozinho devo estar
Não existe distância para sentir gentileza, doçura e amor ao próximo. Existem pessoas que por mais distantes que estejam com palavras de carinho e seu jeito doce de ser fazem massagem em nossos coroações, outras por mais perto que estão nos trazem solidão!
Que a paz, a sabedoria, a mansidão, o bom senso, a objetividade, o amor ao próximo e a bênção do Senhor sejam presentes na sua vida de acordo com a sua fé e não somente aprenda, mas ensine com palavras e atitudes.
O amor vale a pena, e não é um ato vergonhoso, jamais será. É preciso ter uma coragem imensurável para amar no nosso tempo, esse tempo que cada vez mais se perde nas vias do egoísmo e desamor. Amar é celebrar a vida em sua essência mais bela!
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Nota: Trecho da crônica "O Medo do Amor" de Martha Medeiros: Link
Crônica do amor
Se amavam, mas moravam distantes.
Um se declarava ao outro e se davam bem, mas o egoísmo os distanciavam cada vez mais.
Um dia se encontraram e viveram momentos mágicos e intensos, depois cada um foi pro seu canto, daí nassceu o dilema do amor. Como viver esse relacionamento com tanas indiferenças entre eles?
Não viveram, só brigaram, só se distanciaram.
E assim o amor deu lugar ao acaso, e marcaram encontros nunca concretizados, com o tempo o amor se defez e só a incerteza falava mais alto.
E hoje foi a gota, por ironia ou capricho do destino todo amor que se tinham fora posto a prova, mass como assim? Penso eu que tenha sido desta maneira, ele tem o dom do orgulho e ela a artimanha de subestimar, dois lados postos de uma mesma moeda, mas o amor não é uma moeda de troca e nem um troféu no plano terreno, o amor é um estado, um sentimento completo, indivisível, limpo, transcedente e humilde, assim escrevi a crônica do amor não correspondido, a história daria um livro, mas pelo fato de não ter frutificado ficou nessa pequena crônica.
Ela vai me matar quando ler nossa história resumidas numa mísera crônica de um poeta escritor que nem é um e nem outro, mas como dizem quem escreve é escritor, mas não autor porque autor talvez nunca seje, pra isso é preciso publicar, assim se encerra a crônica mais sem sentido ue se possa escrever.
César Ribeiro
Amor que é verdadeiro,
jamais será esquecido,
ficará apenas escondido,
na lembrança do primeiro beijo,
sentido com o coração,
na paixão de um desejo.
in ''Preces do amor verdadeiro''
Amor de mãe!
Amor que não tem explicação,
amor que não tem preço,
não tem obrigação,
um amor que só quem sente entende,
amor verdadeiro, único e eterno...
