Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu ando meio desanimada comigo. Meio para baixo contigo. Meio triste com tudo. Totalmente desacreditada com o mundo.
Eu sei que amo esse garoto como nunca amei ninguém em toda a minha vida, é ele a pessoa que ultimamente eu tenho pensado a todo instante. Ele foi a única pessoa que foi capaz de me fazer feliz por horas, e a única pessoa que consegue me deixar chorando por semanas.
E quantas coisas eu já deixei pra traz por você, e quantos erros eu já cometi, e nenhum arrependimento, só me arrependo de ter me apaixonado assim por você, nunca imaginei que isso um dia ficaria tão forte a ponto de me destruir a cada momento que eu lembro que te ter é algo impossível.
Há bem pouco tempo eu queria seguir com você num caminho sem fim.
Hoje é tão bom respirar fundo e dizer: você não significa mais nada para mim!
Eu amo os seus cachos
Do jeito que me encaixo
Querendo ser o teu macho
Se precisar até caso
Te dou o que é preciso
Só pra ver o teu sorriso
Que é lindo igual o paraíso
Nada contra quem tem cabelo liso
Mas em terra de chapinha
Quem tem cachos é rainha.
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
O medo de que eu fosse seguir seus passos começou a se desfazer, mas eu continuei achando que você, Elena, estava dentro de mim, era um estar em mim...
Poema Melancólico – Hemorragia da Alma
Eu te amei com uma fidelidade ingênua,
daquelas que a gente oferta sem cautela,
como quem deposita o coração inteiro
numa promessa frágil, de aparência tão bela.
Mas tu eras narcísica inconstância,
um vazio requintado em forma de gente,
um afeto de porcelana: vistoso,
mas que se estilhaça facilmente.
Eu, tolo, fiz vigília sobre teus silêncios,
buscando migalhas onde só havia desdém.
E cada gesto teu — tão miúdo, tão ínfimo —
era um corte discreto, mas profundo também.
Hoje trago no peito essa hemorragia etérea,
sangramento que não se vê, mas consome.
Um padecer sem alarde, clandestino,
que corrói o que resta do meu nome.
E percebo, enfim, com amarga lucidez,
que o amor que te dei, vasto, plúmbeo, inteiro,
não foi capaz de redimir tua secura,
nem de salvar meu próprio travesseiro.
Resta-me agora a cura lenta e austera:
recolher meus cacos com serenidade tardia,
e permitir que o tempo, senhor indulgente,
estanque o que sobra dessa triste hemorragia.
Quantas vezes eu disse pra você EU TE AMO, e nunca deste importância, mas o dia que resolveste a dizer EU TE AMO, foi tarde demais...
Eu tenho a certeza que, minhas orações estão chegando aos ouvidos do Senhor, mas tenho que ter paciência, porque Ele sabe o que é melhor pra mim. O que Deus tem preparado é mais perfeito que meus desejos. Elias Torres
Eu te amo tanto que abri mão de você quando compreendi que eu não era e nunca fui o que você procurava. Foram dois anos. Não lamento. Ainda te amo!
