Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Já me afastei... Sim!
Eu me afastei... De gente que não é gente!
E que se faziam de gente só para arrancar o meu coração
E confundir a minh'alma!
E delas só umas palavras restaram, "NADA de VALOR".
Alegro-me
Com a vida, porque com ela
Eu posso viver...
Sonhar....
Amar... e realizar conforme
Ela me faz caminhar....
Não sou
Boazinha coisa nenhuma.
Talvez
"EU" nunca fui.
Pois de boa
Nem mesmo o sobrenome
"EU" tenho.
Eu sou assim.... Cheia de manias.
São tantas... Que em meio à elas, é sempre tu,
Que se encontra nelas.
E é nelas, que eu amo me perder!
Para te amar.
Há tempos já se discute a ideia de que nosso eu consciente é apenas parte de nossa totalidade. Qualquer pessoa com um pouco de auto-observação já percebeu forças distintas dentro de si, sentimentos contraditórios e partes de luz e sombras compondo a personalidade. E quem se preocupou em tentar compreender melhor esses habitantes internos é provável que já não culpe tanto os outros e o mundo externo por suas desventuras. É simples assim. Quem não reconhece sua própria dualidade interna e sua atuação inconsciente seguramente culpa o outro, prejudica o outro e principalmente, inveja o outro.
No entanto, quem vai percebendo não só a dualidade, mas a multi-realidade interna, percebe a atuação desses Eus invisíveis e vai assim, através da conscientização, retirando as projeções, modificando sua realidade e evoluindo seu caráter.
Eu poderia observá-lo o dia todo… ele é alto, de ombros largos, esbelto e a forma com suas calças pendem de seus quadris…
Eu sou muito bom em julgar as pessoas. Eu sei como elas marcam, o que as faz florescer, o que não faz, o que as inspira, e como incentivá-las.
Eu acho foda a tua ousadia.
Se insinua, e me recusa.
Anseio o teu corpo.
Mas não a matéria,
Incrível seria despir a tua alma.
Bruna Vitória
No fundo eu e vc só queremos que as pessoas entendam quem e como somos, asim talvez seríamos aceitos, porque dói ser rejeitado sem ao menos eles terem tentado te conhecer.
E é por isso que caminhamos sosinhos,
Não por que queremos,
Mas por que é asim que a vida é...
Amigo (a) lembre-se de mim mesmo que não precises, pois quando precisares eu possa me lembrar de ti.
Eu que por tempos fui calmaria, me afoguei em tempestade. Desencanto e hostilidade, fiz de incansáveis mágoas meu refúgio. Fui fiel, avassalador, virei destruição, busquei meu lado negro, te esqueci. Não sei quem mais amou nesse drama, quero não pensar e faço disso exercício.
Não há palavras ou gestos capazes de aliviar uma dor tão grande quanto essa, mas eu deixo meus pêsames e quero que saiba que meu coração chora com o seu.
Quando me perguntam quantos anos eu tenho, respondo: "Tenho na verdade os anos que me restam, porque os anos vividos não os tenho mais..."
