Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Que beleza seria se todos descobríssemos a gratuidade do amor. Acabaria a dor e existiria apenas amor!
LUTO
O amor dói.
O amor dói na vida e estraçalha o coração na morte.
Mas se não doesse, seria amor?
O bom de amar, talvez seja o fato de que a dor cruel que sentimos é a maior prova de que tudo valeu a pena!
Ao partir um ente querido, um pedaço de nós parte com ele mas é a parte de nossa alma que pertencia a essa pessoa e, se dói quando arrancada, é porque realmente, como dito acima, valeu a pena!!!
O luto talvez não seja pra nos acostumarmos com a falta de quem foi embora, mas pra nos habituarmos a viver sem o pedaço de nós que foi junto. E, sabemos, não nos pertenceu. Por isso valeu a pena!
Amar alguém é entregar parte de nós a esta pessoa e, mesmo na morte e principalmente nela, sabermos que não temos direito a esta parte que entregamos por amor.
Por amar sofremos e somente por amar, é que vivemos.
Sou grata por tudo, por todo o amor e por todo o cuidado. Que o Senhor me direcione no caminho certo, com novas escolhas e atitudes. Ajude-me a me tornar uma pessoa melhor, principalmente a orar do jeito certo, a reagir do jeito certo, e que me dê muita sabedoria. Quando tudo estiver errado, corrija-me, ensine-me o jeito certo. Quando eu estiver aflita, acalme o meu coração, porque o Senhor me conhece desde o ventre da minha mãe e sabe tudo de que preciso, mesmo sem eu precisar dizer. Quando algo que desejo não sair como esperado, que Tu, Deus, não me deixes desanimar diante das dificuldades.
Na esquina, o coração do poeta se desfez
Quando viu seu amor partindo
Gritaram: não escreva sobre amor!
Ele respondeu: "O amor vive em mim"
Nos olhos dela, tudo se revela, cada estrela no céu é como um lembrete do seu amor que vai além do tempo e espaço, pois dentro dela há um universo de amor.
Amar não significa aceitar ser diminuída. O amor-próprio é o limite que colocamos para que ninguém destrua a nossa essência.
A qualidade organiza o trabalho, a alta performance amplia os resultados e o Amor pela Excelência conecta tudo isso ao propósito de servir.
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
O amor é sempre uma asa ferida: nasce para o voo, mas traz consigo a queda já inscrita; e ainda assim, é no risco de despencar que a alma encontra a vertigem que a torna maior do que o próprio destino.
