Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Jesus, o bom amigo, Jesus, melhor amigo, Sempre presente, em cada perigo. Ele nos ensina a amar e perdoar, A ter compaixão e sempre ajudar.
Ela queria amor, ele queria fazer amor, ela era tão novinha e queria que sua primeira vez fosse mágica, mais ele queria que fosse na hora dele, ela o ama, mais prefere se valorizar. Pequena e grande maturidade que a faz diferente das outras.
O Amor
O amor, sublime e profundo sentimento,
Que nos envolve em seu doce encantamento.
É a chama que aquece nossos corações,
E nos guia por caminhos de emoções.
No amor, encontramos a mais pura conexão,
Um laço que une alma e coração.
É um oceano de ternura e compreensão,
Que nos enche de alegria e gratidão.
O amor é um bálsamo para as feridas da vida,
Uma luz que ilumina nossa jornada tão sofrida.
Ele nos ensina a amar e a perdoar,
A enxergar o melhor em cada olhar.
No amor, descobrimos a força do cuidar,
A importância de estar presente e amparar.
É um abraço acolhedor que nos envolve,
E nos faz sentir amados e resolvidos.
Que o amor seja o guia em nossos caminhos,
Que nos inspire a sermos melhores, mais carinhosos e mansinhos.
Que ele floresça em nossas vidas, sem cessar,
E nos faça felizes, em cada novo amanhecer.
Felicidade e tristeza são como condutores da alma; bons motoristas no trânsito caótico sempre trazem a paz, alegria, sobriedade e responsabilidade, assim é a felicidade.
Viver, sentir...
Em qual etapa da vida, em qual fase, em qual percurso escolhido, substituímos a empatia pela aparência, os sentimentos pelo vazio, o tato pela ausência? Substituímos os valores, nos sabotamos, tornando-nos o inverso do que deveríamos ser, viver, sentir, fazer.
Em qual etapa decidimos percorrer solos áridos, secos, sem brilho, sem cor? Em qual etapa as migalhas já nos são o bastante? Outrora servidos por banquetes fartos, hodiernamente um farelo de pão aqui, um grão de arroz ali já nos basta. A constância se transforma em inércia. O brilho, a cor, o sabor – já não nos interessam.
Em qual etapa esquecemos nossa real essência? Apagam-se as luzes, máquinas do tempo, máquinas sem tempo. Somos regidos pela inércia, pelo jogo do interesse, pela individualidade egóica.
Em muitos casos, o desamor, a falta de diálogo, o tapear dos sentimentos, as cascas adoecidas, a raiz contaminada. Frutos de aparência externa deslumbrante, águas em conta-gotas nos enchem os olhos em um primeiro momento, mas não saciam mais. Acabam por drenar frutos vívidos. A insanidade que está se tornando a vida nos confronta diretamente com as adversidades, nos transforma. Esse caminho não é uma escolha, é uma razão, uma consequência.
o amor é como as poesias,
as vezes não entendemos, mas nem por isso poesia deixa de ser poesia
Ou o amor deixa
de ser amor.
Dar valor a quem agrega valor,
ser recíproco com quem entende o que é ser recíproco,
e toda nossa indiferença para quem merece indiferença.
Os animais são seres mágicos.
Nos ajudam a superar as maiores angústias.
Nos fazem sentir as melhores sensações.
Nos ensinam o valor de um amor desinteressado.
Feliz é quem pode contar com um amor tão especial.
Perturbador! Palavra que descreve o sentimento absurdamente presunçoso que outrora se instalou em mim quando encontrei em você a soma de todos os meus afetos mais abstrusos. Lembro com requinte de detalhes dos fios loiros do teu cabelo debruçando luz sobre os meus ombros de forma a se misturar com o preto quase azulado dos meus. Iluminando os caminhos que ninguém mais ousaria passar. Mas teus traços de Capitú me fizeram ver como Bentinho sem conseguir vislumbrar nada além da névoa que se esconde o teu amor… nos teus olhos de Capitú, olhos de cigana oblíqua e dissimulada…
Não era amor
Em sombras veladas, trilhamos caminhos,
Não era amor, eram enganos mesquinhos.
Na teia ardilosa, um jogo de ilusão,
Não era amor, era cilada em ação.
Promessas vazias, como vento a soprar,
Não era amor, era um ardil no ar.
Em laços frouxos, a confiança se desfaz,
Não era amor, era cilada que se faz.
Sob o manto da sedução disfarçada,
Não era amor, era armadilha armada.
Em palavras doces, mentiras tecidas,
Não era amor, era ilusão, eram feridas.
Na dança perigosa, corações na mira,
Não era amor, era a trama que conspira.
Um jogo traiçoeiro, paixão simulada,
Não era amor, era cilada, era farsa encenada.
Assim, no labirinto de enganos traçados,
Não era amor, era o fio dos dias cortados.
Desvendando a miragem, a verdade se revela,
Não era amor, era cilada, uma história que se degela.
Será sempre que o amor é fraqueza?
Não diga isso porque amor prevalece , amor fortalece , não chore por não estar sozinho, gaste suas lágrimas tentando achar o amor , não lamentando o amor perdido, ou o amor desejado, tenha paciência ,valorize por enquanto o amor de seus pais , amigos isso é muito importante.
Aceite o SEU amor dé mais amor á si mesmo
Coleciono sonhos, amores, cicatrizes.
Toda e qualquer variação do que fui ainda reside em mim.
As decepções e dores passadas, não foram compensadas pelas alegrias de agora. Talvez, nunca serão.
Entretanto, sinto que as primeiras vão perdendo sua força, pouco a pouco, e já não incomodam tanto.
Já as alegrias, essas parecem iluminar mais forte a minha alma, como se eu pudesse percebê-las com novos sentidos.
Descubro em cada caminho novidades e destinos. Existem coleções inéditas a serem formadas.
