Eu Vou mais eu Volto meu Amor
O ponto final da minha história só Será determinada pelo meu Deus, até que as cortinas do meu show se fechem... as minhas reticências serão prolongadas e mesmo que hajam vírgulas com as minhas dificuldades, ainda sim encontrarei um final feliz;
Nunca quis pular fogueira, mas conheci obstáculos na vida que viesse testar o meu limite, porém não me dei por derrotado...
Como a luz de uma divindade és você que me trouxe a paz ao nascer em meu coração;
Talvez uma deusa que alimenta os meu sentimentos, que deseja o domínio de toda a minha consciência, razão, até a emoção, no entanto, tens tido de mim minha deusa do meu Olimpo;
Deusa que governa o meu querer... Minha pequena Afrodite, dê-me o seu perdão... Dê-me o seu amor... Para que eu possa novamente contempla-lá e corteja-lá;
És princesa de meu querer, és desejo ao meu libido... És tudo que o meu corpo precisa;
Quero que sejais rainha de mim, liberdade de minha intimidade e responsabilidades de minha carne;
Venha descolar o meu coração de meu corpo, me tirar a razão de meu povo e dar emoção de novo;
Que por ti eu voo até os Confins do universo, confie no meu pobre dialeto... Homem de tão pouca sabedoria, mas com um imenso amor;
O meu tempo deixou de ser moderno pelas ridículas atitudes
Pelos sistemáticos problemas que diversifica a vida
Pelos corações indignos que se arrastam
Com desejo de se beneficiar;
O meu desabafo é devido à frustração
Por que foi plantado magoas em meu coração
Por quem não teve o mínimo de consideração;
Sorri em exagero decerto é desespero
Chorar demais é acalento ou destempero;
O diagnóstico de mim é temperatura do coração acima do nível aceitável
Portanto O meu receituário é suavidade com caricias e carinhos confortáveis;
A minha espiritualidade precisa ser alimentada pela minha fé
Assim como o meu coração precisa do amor;
Todas que vem ao meu coração de visita
Enxergam-no como um esboço de mim
Me desequilibram e me abandonam;
É implacável os sentimentos que cultivo em meu peito
É fogo que não se vê e é dor que só sente
Para quê com a memória se cale, mas que não se esqueça;
