Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Eu nunca vou perder, meu querido capitão. Irei treinar para acabar com ele com as minhas forças. Eu irei acabar com ele e eu e você iremos derrotá-lo.

(Zoro)

O meu pai me protegeu. Me ensinou. Me manteve vivo. E é exatamente o que eu vou fazer pelo meu filho.

Tô partindo em busca do meu sonho, de encontrar o One Piece, porque eu vou ser o rei dos piratas!

One Piece: A Série
1ª temporada, episódio 1.

⁠Se me trair eu não dou o troco, o meu caráter não permite. Não vou manchar a minha dignidade por ninguém. Se me trair, o único troco que eu dou é a distância. Vai perder a pessoa incrível que eu sou. Embora a pessoa não tenha me dado valor, eu sei o valor que tenho.

Mano antes de falar que meu Botafogo era tri rebaixado para a Série B do Brasileirão eu vou te dizer um pouco da história do Botafogo este que sou desde 2011 quando era criança que logo me apaixonei pelo Fogão que logo eu vi ele ser campeão do Carioca Série A 21 vezes e onde estava teu time tem que respeitar aqui é Botafogo o melhor do Brasil e do Mundo Inteiro que também é repleto de craques que jogaram pelo Botafogo com títulos que também meu amor ao Botafogo sempre foi desde pequeno pois essa minha vida sempre foi ser Botafogo e vou seguir sendo Botafogo perdendo ou ganhando

"As botas de muitos caminhos
herdaram o meu estradar
eu vou pela rota dos sonhos...'

Eu não vou mudar o meu jeito só porque você não gosta, mude você e aprenda a gostar de mim como eu sou, pois eu não me importo com o seu jeito de ser.

Quer dizer, se a relação não consegue sobreviver no longo prazo, porque é que eu vou investir meu tempo e minha energia em algo que não vai durar?

Nicholas Sparks
SPARKS, N. The Last Song. London: Hachette UK, 2009.

Decidi que não vou perder meu tempo com você. Na verdade eu poderia te dar uma lista imensa de motivos pra isso, mas seria muito desgastante. Você não vale a pena, nada que diz respeito a você, vale a pena .

Vou permanecer com o que eu tenho de melhor: meu otimismo, minha vontade de viver e minha coragem em admitir que errei quando eu errar, em admitir que preciso de ajuda quando eu precisar, que não sei o que fazer quando eu não souber, que amo mesmo quando eu já não for amada.

Você vai voltar, o meu pesadelo acabar, o inferno desaparecer e aí eu vou dizer, valeu a pena esperar.

É assim o meu pensamento.

Oque vou fazer?
Se tudo que eu faço,
Tudo que eu ouço
Me faz lembrar você...

Vou ter que te esquecer
Tirar você da minha cabeça
Antes que eu morra
Antes que eu enlouqueça.
As vezes me surpreendo
Viajando na minha loucura
Começo a pensar
É você que eu quero
Você é minha cura.

Será que o problema é você,
Ou será que o problema é eu?
Te quero ao meu lado
Cuidando do que é meu.
Eu fico te querendo...
Te desejando
Ouço aquela nossa música
E fico cantando.

As vezes tenho nada à fazer
Corro para um canto,tentar esfriar a cabeça
Fico torcendo e pedindo:
Tomara que apareça.

Essa poesia,
Fiz com muita intenção,
Não sai da minha mente
É você minha inspiração
Não vejo as horas passar
Os segundos correr,
Não consigo ver nada...
Quando estou com estou ao seu lado
Junto à você.

APARECIDA


Eu vou contar a história
Que o meu compadre contou
Eu não sei se é verdade
Ou foi ele que sonhou
Na província de São Paulo
Lá pras bandas do interior
Tinha um rico fazendeiro
Só que era malfeitor


Além da grande fazenda
Era um grande escravagista
Tinha uma bela escrava
Pivô da sua conquista
Por não ceder seus caprichos
O homem tirano e frio
Mandou cortar-lhe a cabeça
E jogar dentro do rio


O corpo da bela escrava
Dentro do rio afundou
Com a friagem da água
Seu corpo petrificou
Foi descendo rio abaixo
E numa curva parou
Até que um dia caiu
Na rede de um pescador


Foi aí que os escravos
Aquela gente sofrida
Construíram uma capela
Pra aquela imagem querida
Onde fazia orações
Ao Eterno Deus da vida
Pois aquela bela escrava
Se chamava Aparecida


Francisco Garbosi

Quando eu vou dormir, o meu último pensamento é seu. Quando eu acordo, o meu primeiro pensamento é seu. Durante o dia, todos os meus pensamentos são seus. Acho que me construo em você, para eu poder renascer em mim. Você faz os meus dias sorrirem!

⁠Como eu vou me conhecer se eu não sei nem quem é o meu pai?

Perdão, meu Deus, eu nunca vou me arrepender de perder um carro, um dinheiro, uma mina ou um parceiro. Tudo passa, é passageiro. O que eu não podia perder foi a primeira coisa que perdi primeiro: o meu amor verdadeiro.

Até quando vou aceitar migalhas do meu próprio eu? Se meus objetivos fossem favores de alguém ou ordens do patrão, já os teria feito em um prazo curto.

Meu passado define quem eu era, não quem eu sou ou vou ser amanhã.

"Enquanto muitos procuram por uma felicidade mirabolante, eu vou sendo feliz do meu jeito e com o que, no momento, eu tenho."

Lá vou eu extravasar as elucubrações contidas em meu peito, liberar as vozes presas dentro de minha cabeça. Ando saturado das pessoas — de suas manifestações, pensamentos, conceitos e atitudes. Às vezes penso que, com o passar do tempo, seja natural que, ao envelhecermos, passemos a ser mais críticos, menos tolerantes, mais… chatos. Era assim que eu via as pessoas mais velhas: chatas. Aborrecidas, amargas, de mau com a vida.


Talvez não seja nada disso. Talvez apenas carreguemos, com o tempo, uma bagagem mais objetiva e clara — e, paradoxalmente, mais abrangente e diversa. E talvez isso pese mais do que imaginávamos.


Percebo — e sei que não estou fora disso — que as pessoas, de modo geral, andam excessivamente superficiais e egocêntricas. Isso ultrapassa o limite do suportável para quem já enxerga o Mundo e a Vida por um prisma um pouco mais ajustado, ainda que longe de ideal. Posso estar enganado. Posso estar cansado. Ou ambos.


Pode ser que isso se deva aos meios que existem hoje para as pessoas - ao menos teoricamente - se comunicarem. Mas ao invés de fazerem uma troca, parece que querem apenas monologar. Parece que todos se julgam os Escolhidos, os Iluminados aos quais todos (todos, sem exceção - na cabeça delas) querem ouvir, querem saber sobre, querem aprender com.


Nem mesmo na minha fase de professor, quando me era atribuída alguma “autoridade” para ser ouvido e respeitado, eu me sentia dono da verdade. Sempre questionei o que ensinava. Sempre tentei plantar a dúvida no terreno do meu próprio conhecimento, então ainda bastante limitado. Hoje, consciente de que sei mais do que sabia naquela época, sei também — como Sócrates — que nada sei. E que do Universo nada saberei no dia em que não mais for.


Vejo gente despejando pela boca a própria ignorância, temperada com soberba, arrogância e autodeslumbramento. E reconheço: em certos dias, temo fazer o mesmo. O amor ao próximo — desde que não esteja tão próximo — parece ter sido substituído pelo amor-próprio superlativo. A opinião virou espetáculo. Quem dá palco, muitas vezes, o faz apenas para atirar tomates depois. Não para ouvir, mas para se validar. Para se sentir maior.


Vejo isso em todas as searas: pessoal, social, moral, política, comportamental. Todos são autoridade no que fazem, mesmo sem formação. Todos estão por cima da carne seca, mesmo enfrentando a própria precariedade cotidiana. Todos se declaram impolutos, ainda que cultivem preconceitos íntimos. Todos são “do bem”, desde que o político de estimação do outro seja, invariavelmente, um bandido.


Talvez eu esteja cansado. Cansado de ver gente tentando convencer os outros a abraçarem sua religião, sua sexualidade, sua visão política, seus hobbies. Não me obriguem a acreditar em deus. Não me obriguem a ser quem não quero ser. Não me obriguem a votar em quem cujas botas vocês escolhem lamber. Não me obriguem a gostar do seu estilo musical preferido.


Se as pessoas parassem de bater bumbo para doido dançar, talvez tudo isso pudesse perder força. Talvez não resolvesse. Mas, quem sabe, voltasse a ser minimamente suportável. Para todos.