Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Faz de conta

Hoje me
Perdi no meu próprio
Conto e desencontro
Com as coisas, tudo
Em cima do muro se
Virou por um minuto,
O mundo segundo os
Parafusos é confuso e
Inseguro, sem a água
Viva sem cor seria as
Cores vivas, da janela
Um retrato falado por
Um pássaro calado.

O meu olhar apaixonado esbarrou na sua boca, e dessa colisão inesperada surgiu um sorriso lindo.

Desde tempos remotos, tempos que minha memória não consegue alcançar, meu coração já esperava pelo seu.

Na infância, o Sul de Minas era meu destino de férias. Terra do meu pai, entre São Sebastião do Paraíso, Itaú, Pratápolis, Passos, Morro do Níquel e Fortaleza de Minas. O tempo passou, mas essas lembranças continuam morando no coração. ❤️🌿

Na infância, o Sul de Minas era meu destino de férias.
Terra do meu pai, de estradas tranquilas, os deliciosos pães de queijo assados e dias que pareciam não ter fim.
São Sebastião do Paraíso, Itaú, Pratápolis, Passos, Morro do Níquel, Fortaleza de Minas...
Hoje são lembranças guardadas com carinho,
porque a infância passa, mas os lugares onde fomos felizes continuam morando no coração.

Do apagão ao intenso brilho,
penso com o coração,
para que o meu raciocínio encontre
- na e em -
paz :sentido.

Jaca


Demétrio Sena - Magé


Quando vivo meu bônus neste plano,
quero a vida possível que me valha;
qualquer dano se torna um troco além,
nesta falha de ainda estar aqui...
"Pé na jaca"; no freio não dá mais;
paguei caro por todos os meus dias;
chego ao meu tanto faz e farei tanto
quanto as horas tardias me deixarem...
Neste ponto em que passo do meu ponto,
fico tonto, mas vou pra não sei onde,
pois parar se tornou sem cabimento...
Tenho medo e por isso esta coragem;
porque ter a visão do que não vejo
faz a minha viagem ser um caos...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Meu jardim está destruído,
mas ele foi trancado há muito tempo.
Agora quero de volta as flores,
porque amo as borboletas.
Talvez elas saibam algo que eu estou aprendendo:
que recomeçar também é uma forma de florescer. 🦋🌷✨

Livrai-nos meu Deus do Cleptocratas!

A cura vem dos que nela pensam, não sou doente, apenas estou!
Os que gostam das narrativas do meu!!!
Do tipo minha dor, meu remédio, minha patologia, é constantemente repentem meu meu meu, jás na enfermidade e nunca se curarão.

"Senhor, proteja-me de todo o mal, venha ele de onde vier. Continue sendo meu escudo e fortaleza por onde eu andar. Amém!"

A BUSCA

Busco o sol para iluminar o meu dia escuro;Busco brisa suave em deserto de sol escaldante;
Quero ar, pois, na caverna onde me encontro, falta oxigênio;
Quero paz em meu coração, pois já estou cansada de guerra;
Quero sem delongas arrancar a máscara que vesti e que colou em mim, em razão do tempo de uso;
Almejo o voo da liberdade que este corpo impede de acontecer;
Quero sair de mim, e alçar voo alto para o cume da montanha, onde o sol brilha, a brisa sopra, o oxigênio é puro, a paz não seja breve, o uso da máscara desnecessário.
Ser apenas “EU”, em ressonância com minha natureza perfeita…

⁠Arranquei meu coração do peito e o plantei a beirara da estrada com o tempo que me afastei cresceram flores
No lugar onde havia plantado meu coração era primavera as flores que cresceram exalavam um perfume suave
Que atraia as mas belas damas e as borboletas e os colibris decorava o pequeno e lindo jardim que despertava nos olhares das belas damas um paixão
Como um poema que lhes tocava
o coração como o amor.

Coração em flores

E o que é a vida meu amigo?
A vida?
A vida, é um instante que lembramos como a melhor fase da vida este é a infância
Ah! A infância onde viver era só viver e mais nada
Sim, com o tempo esquecemos o que já fomos
Crianças felizes que sabiam viver a vida...


Marcio melo

Quem vai me julgar?
Quem se tornou meu juiz?
Alguém que não estava ao meu lado quando a dor doía
Alguém que não ouviu meus gritos
Alguém que nunca enxugou minhas lágrimas
Alguém que não conhece a intensidade do meu sofrimento
Essa pessoa me julga?
Essa pessoa se tornou meu juiz?


Marcio H.melo

Na alvíssima açucena que mora em meu ser prenuncio alvíssaras de um futuro irremediavelmente promissor. E meu estado anímico se faz em arcano de espanto. Minha individualidade axiológica encontra beatitude nos pequenos pormenores e pinto um quadro cambiante que transforma todas as cores existentes. Diria ser persistente almejar o realismo em fragmentos que fabrico. Na candura das flores e dos animais acontece um momento cartático, que resulta em uma cintilação púrpura na coalescência de um contemplativo raio crepuscular, que em sua deliquescência arde o diáfano brilho do sol adormecido entre lírios nas margens dos rios. E são efêmeras todas as demonstrações de afeto, pois floresce no deserto qualquer esperança de água. As flores eflúvias deixam idílicos os campos na aurora elísia de contemplações únicas e especiais, por sua raridade. E andamos na cidade de concreto e tudo parece cinza nas retinas limpas de um emérito trabalho sutil, que é rapidamente ignorado. E escrevo palavras na epifania de meus dedos quando a noite cai e escurece a terra. Os olhos esplendentes permanecem por uma estesia estética que alcança o etéreo na sonoridade agradável de uma flauta. Escrevo poemas obtusos e sua exegese é saber que se fala do belo transitório, que busca os melhores versos, desde o exórdio até o ponto final. E não falo de amor, pois que o poema é a própria expressão do sentimento, seja simples, seja hermético. São minutos de silêncio em que apenas a linguagem fala. E nisso mora sua raridade delicada. Na imanência de vir a me tornar quem sou, voo por planícies e faço rasantes nos lagos. Tudo é um substrato da liberdade maior que conquisto no imponderável cotidiano. E poderia dizer que amo, mas a palavra crua perde potência. Então afirmo desejar que seus dias sejam pacíficos e que você encontre no peito a incandescência do inexorável caminho da alegria. Assim eu diria. E após longo divagar me entrego ao laconismo, com as palavras silenciosas que não pedem abrigo. Apenas um ombro amigo.

O chicote romano arrancou a carne de Cristo, mas foi o peso do meu pecado que arrancou o Seu fôlego.

Esta é a minha carta de despedida


Desejo ser cremada. Quero abraçar as chamas em meu último contato físico, mesmo que meu corpo já não carregue vida, apenas uma casca vazia. Essa casca, que um dia sorriu, agora se despede. Joguem minhas cinzas ao mar, deixem as ondas salgadas me levarem. Que eu toque o mundo inteiro, mesmo em fragmentos dispersos.
Não quero funerais nem celebrações fúnebres. Só de imaginar a hipocrisia dos lamentos, o som de vozes dizendo o quanto me amavam ou sentiriam minha falta, sinto um peso que não quero levar. Por que poupam palavras tão belas em vida para oferecê-las apenas na morte? Não chorem. De que valeria? Não verei seus rostos tristes, nem poderei confortá-los pela perda.
Não sei se quero ser lembrada — depende da imagem que carregarem de mim. Seja na memória, no coração ou no vazio de um momento. Apenas saibam que parti sem arrependimentos. Se houver algum, que seja um reflexo das escolhas que fiz. E com elas, boas ou ruins, estou em paz.
Não chamem todos, apenas os próximos, os íntimos. Meus amigos, minha mãe. Não tragam parentes que vivem onde Judas perdeu as botas. Quero ao meu redor aqueles que estiveram comigo em vida, compartilhando momentos que valeram a pena.
Lembrem-se de mim como eu fui, em cada hora, em cada dia. Seja nos meus dias bons ou maus. Quando eu reclamava do cabelo. Quando chorava por não dar conta das mil tarefas que me cobrava. Ou quando sorria apenas por comer morangos. Lembrem-se de mim por inteiro, com meus erros e falhas, acertos e verdades.
E onde quer que eu esteja, partirei em paz, sabendo que, de alguma forma, vivi em suas lembranças.

Ainda sei o seu nome

Seu sorriso…
Seu sorriso já me salvou.

Houve, no meu mundo, um espaço chamado você.
Um templo que ainda me dá forças.

Ali, a hostilidade era sinônimo de adeus.
A hostilidade não encontrava entrada, porque os sentimentos só têm valor quando são verdadeiros.

Mas, depois daqui, quando tudo termina, esse espaço e esse momento se dissipam. O coração dá a ordem, e o manto do fim surge em uma bifurcação do caminho. Agora, sigo só.

Foi como uma explosão diante dos olhos. E foi nesse instante que senti ter doado meu sono ao tempo.

O momento doce acaba.

A sensação é a de uma esfera que se abre, e entrar nela é a única opção possível. Então, você vê o seu mundo girar, enquanto é lançado na estrada da vida.

Sem saber quando outro porto seguro surgirá e quando virá o sinal para que a esfera pare de girar; tampouco onde o renascimento do amor poderá acontecer novamente.

Ou não.

Entre Lágrimas e Visões

Há fases em que meu coração bate tão alto e tão forte que me assusta. Não consigo dormir, e meu sono se fragmenta em breves minutos de descanso.

Caio em lágrimas como uma criança que desaba ao chão quando percebe que a mentira também sabe vestir-se de paixão.

Há momentos em que meu rosto e meu coração se enrijecem pelo frio, pelo medo e pela decepção.

No entanto, tenho a certeza de que não são sonhos. São visões do passado. E, longe de me adoecerem, elas me enobrecem.