Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Alma Gêmea
Permita-me remar juntos.
Perdi o meu pai, e estava sem fundos
Era fumo no ar
Ainda tenho sonhos para sonhar,
Após uma perda não seremos os mesmos jamais.
Elas querem que você fale pouco e aga mais
Anota aí,que tudo feito de forma errada,as coisas são resolvidas cá no mundo dos vivos,na vida a que ter pouca cautela
Eu encontrei você minha bela
Ofereço á ti está magnífica pétala
Teu vulto no abismo
(Eliza Yaman)
Vejo teu vulto em cada espasmo meu,
como se a dor tivesse voz e forma.
És o espectro que nunca se perdeu,
a febre que me consome e transforma.
Teu beijo é ausência que me dilacera,
fantasma doce em meu sistema orgânico.
E eu, poeta, sou víscera sincera,
sangrando versos num delírio pânico.
Fiz esse chorinho na beira do meu violão refletindo as flores do campo tiradas do chão.
Ipê rosa, branco e amarelo enfeitam essa canção
A tríade sagrada da Natureza, bebendo o néctar da boca do beija-flor cereja
Contou pra ela quem você ama quando ela está ausente?
Eu creio que ainda não !
O sol se escondeu na curva do mar
Meu peito vazio ficou a chorar
Sem você aqui
O tempo parou
Meu bem
Onde está o calor que restou?
Meu bem
Onde você está?
Quando você volta pra cá?
O vento leva meu pensar…
O sol se pôs quando você partiu
A noite chegou
Meu peito caiu
Adormeci com o vento a sussurrar
Você foi
Sem promessas
Sem um olhar
Eu fiquei
No silêncio
Sem respirar…
Meu país
Não o vistam de altar,
pois o sagrado não precisa de muros.
O vazio é vasto —
cabe a fé de cada um,
sem que se torne prisão de muitos.
Não o vistam de quartel,
pois a ordem não precisa de correntes.
O vazio é vasto —
cabe a voz de cada um,
sem que se torne grito de comando.
Não o vistam de cerca,
pois a terra não precisa de invasores.
O vazio é vasto —
cabe o chão de cada um,
sem que se torne espólio de guerra.
Entre o fogo do Diabo e a luz do Anjo,
meu peito arde, perdido no teu encanto.
És tentação e salvação no mesmo arranjo,
maldito desejo que me faz santo
Elas me cercam, sussurram promessas vazias,
mas meu coração insiste na proibição.
Desejo a que brilha onde não posso tocar,
prisão dourada, delírio sem perdão.
Sou rei de escolhas que não me satisfazem,
servo da única que nunca será minha.
Pax animae
Filosofia, meu fí, é coisa de bacana, dúvida que nunca se engana
Pergunta que o universo emana
Não importa se é leite ou cana
Tomar as dores do tempo
E pendurar lá em torno
Do meio do céu
A Infâmia do destino mal consturado
Você me inspira todos os dias, meu garoto, meu maior orgulho, minha preciosidade, minha felicidade, teu amor para mim é motivo de viver, a vida se torna linda com você.
Pai, Estou na tua casa para te adorar e de ti aprender, reforçar este meu andar e este meu merecer. Que eu possa caminhar no teu caminho, que eu possa ajudar quem de mim necessita, que possa lutar por quem precisa e mais necessita. Que possa olhar para mim próprio e dizer que sou capaz: de lutar, de rir e até chorar, desde que seja por ti, meu Pai. Pois te amo e te quero seguir. Obrigado pela força e pela sua bênção. Concede-me a atitude de te venerar, a atitude de te amar, meu Pai. Obrigado por tudo, meu querido Pai. Que o culto de hoje nos ensine mais sobre ti e nos guie na sua boa obra. Amém.
Há algo em você cujo as palavras não são capazes de descrever, mas todo o meu corpo sente ao te ver.
“Podem prender-me em algemas
Em grades ou podem amarrar meus pés
Mas meu conhecimento não!
Ah! Isso não!
É o meu escudo, minha proteção
Meu grito de guerra
Minha libertação!”
Análise do poema da escritora Priscila Mancussi
Pequeno no tamanho, mas grande na potência, este poema nos lembra que o saber é uma arma contra qualquer forma de opressão.
