Eu Vou mais eu Volto meu Amor
"Porque você me julga? Porque rí de mim?... Eu erro você também erra, eu sofro você também sofre. Eu sou seu espelho você está admirando o outro você".
Corrigi-me
Como um palhaço sem circo que rir da sua própria cara
Eu engulo e ouço o barulhento silêncio da minha fala
E me faço prisioneiro de mim mesmo
Sem julgamento do que, nem do por que
E me martírio em fraquezas da alma
Chutando o meu próprio pé da vida
Confundindo os meus pensamentos
Me jogando contra a mim mesmo
Numa confusão do meu núcleo de personalidade
Difundindo outras que não me pertencem
Me vangloriando dos acertos dos outros
E me satisfazendo com as minhas próprias derrotas
Mas no acordar destes intermináveis fúteis semi-egos
Eu ainda que fraco de corpo e alma
Me levante, ressuscite das tumulas profundezas
Para pedir desculpas a mim mesmo
E a quem desse ignorante comportamento
Foi afetado direto ou indiretamente
Não se deixando mais que as vontades da carne
Estrague os desejos da mente.
As melhores marcas de cerveja que eu já tomei na minha vida foram aquelas que eu degustei na companhia dos meus bons amigos. Nenhum rótulo de papel ou garrafa vazia são mais importantes que o valor, o sabor e a parceria das verdadeiras amizades. Boêmio que é boêmio de verdade tem estilo, e não frescura. TIM-TIM! UM BRINDE À CERVEJA, À UNIÃO ENTRE VELHOS AMIGOS, E ÀS NOSSAS INESQUECÍVEIS AVENTURAS!
Caio Fernando Abreu e tudo o que eu queria dizer numa tarde de quarta com um cigarro e nada de café, copo de água para matar a seca que invadiu o coração e libertar a amargura que na boca se sente, de um fígado indiretamente atacado pela emoção.
Eu falo uma vez, falo duas, falo três... depois a voz vai sofrendo de mal chamado cansaço. Aí eu me calo. E nem adianta perguntar o porquê do meu meio sorriso.
Eu sei e você sabe que não devemos confiar em ninguém... Mas às vezes fazemos isso. Não por falta ou excesso de fé, mas porque acreditamos que as pessoas que nos cercam nos amam.
Sabe o que eu andei pensando estes dias? […]
Que teus braços foram feitos para a minha cintura, e minha cintura para teus braços. Notei que eles se encaixam perfeitamente e quando encaixados proporcionam aquela sensação gostosa que me faz as borboletas trasbordarem do estômago. Reparei também que teu cheiro combina com o meu, o teu amargo, o meu doce. A gente bem que podia viver juntinho, acho que deus fez a gente pensando nisso. Podiamos começar agora, você chegando mais perto e me fazendo parar de falar estas besteiras… Isso, chega bem perto, poe teu braço na minha cintura. Deixa eu ficar com teu cheiro na minha blusa, no meu travesseiro, dentro de mim. Vem, cola em mim, me deixa segura, compartilha segredos, intimidade, anseios. Me abraça forte, me leva pra longe, e nunca mais me solta.
As vezes eu queria poder ler a sua mente, mas outras vezes, sinto muito medo do que poderia encontrar.
Eu tenho sentido aquele clima monótono. Frio. Vazio. Sem sorrisos. Sem cor. Um vontade de não fazer nada. Algo que me deixa sem graça, não sei bem. Mas tá tudo tão parado. Tão desajeitado. Tão desarrumado. Estou cercada de tanta gente vazia. Sem ideias. Sem histórias. Isso me estressa. Me tira do sério. Quero sorrisos. Quero cores. Quero o som dos pássaros cantando. Quero o som de águas. Quero o barulho do vento. Quero algo que me tire da mesmice do meu dia a dia.
Vem, ó amigo dá-me tua mão e leva-me contigo onde fores.
Vem, e faz-me ser melhor do que eu sou.
Canta,dança,pula comigo.
Faz-me compreender o amor de uma forma nova.
Dá que eu me apaixone por cada coisa bonita que o caminho tem.
Levar-me, arrasta-me atrás de ti.
Me pega pela mão e me conduz á tua casa.
Lá me dá de comer de teus manjares.
Se eu fosse uma borboleta voaria para uma flor bonita.
Se eu fosse um instrumento daria aos meus ouvintes o poder de escutar os sons mais belos.
Se eu pudesse ser o que sou seria eu sem tentar fugir.
Eu queria saber até quando vamos ficar nesse reencontro que não aconteceu. Até quando você vai jurar que vive bem sem mim e sem coragem de me olhar nos olhos? Até quando eu vou prometer que não te amo mais até te ver com outro alguém? Nossa vida não se resolve com essa indiferença que repousou desde que você partiu me deixando sem nexo ou conclusões. Nossa história não se rompe enquanto eu continuar indo embora te deixando sozinho no mundo. Não adiantou fazer nenhum beijo de placebo, nenhuma conversa nova de droga alternativa.
Eu criança, rodeada de estrelas, cheia de sonhos, ria sem saber porquê. Hoje eu sei, o riso fez-me pular as pedras da amarelinha. Entre o inferno e o céu. (SP)
