Eu Vou Errando e Acertando
Praticar a solidão é exercitar o desapego; É o aprofundamento no conhecimento do amor mais sincero... Por meio do confronto direto com aquele que mesmo sem consciência do fato, pode ser o pior dos seres humanos na face da terra... Nós mesmos!
"O preço da ignorância e do fanatismo político é corrupção, fome, miséria, violência, desemprego, injustiças, o abismo social de abusos criminosos".
. Minha boca ama o seu nome
Minha língua se apegou no seu paladar
Meu ouvido anseia o som da sua voz
Meus olhos observam atentamente, como as palavras parecem dançar no céu da sua boca
Queria eu saber quantas estrelas tem o seu céu
Canção que toca o oração
Lembranças do amor perdido
Que traz boas recordações
A tristeza vem, sempre vem
Lágrimas, brilham como estrelas
Na noite de lua cheia
Coração bate forte, como rufar
De uma banda de balada
Solo de guitarra
Seu abraço apertado.
"É mais fácil separar a água do vinho que a hipocrisia
da verdade no julgamento das acepções humanas.
Que acreditam em mentiras, sem saber
pelo o menos o sentido das palavras,
aqui ditas!"
A gente costuma romantizar o passado (principalmente a juventude), mas o tempo passa, as pessoas mudam e o que realmente fica são as memórias e o que aprendemos.
Somos a única forma de vida conhecida capaz de compreender a dor de maneira consciente, enfrentá-la reflexivamente e transformá-la em conhecimento transmissível, com o objetivo de preservar e prolongar a vida — não apenas individual, mas coletiva e histórica.
Isso é ser: humano.
Quero viver tanto a ponto de poder ver meus filha passar por todas as fases da vida, até chegarmos ao nosso fim.
É fútil buscar felicidade e propósito duradouros apenas em prazeres, riquezas e conquistas terrenas. Salomão já dizia isso há milênios e as redes sociais, os cursos de finanças e a autoajuda masculina só escancaram essa verdade.
Passei a odiar a minha vida, ó sol indiferente.
Nada faz sentido; nem esta frase.
É como amar uma sombra ao entardecer: quanto mais corro, mais ela foge.
É beijar o vento que carrega o perfume de alguém que já partiu há mil anos-luz.
É gritar “eu existo?” dentro de um auditório vazio, onde até o eco se recusa a responder.
E o pior: eu sei que, amanhã, o sol vai nascer do mesmo jeito; impiedoso, dourado, cínico.
