Eu Vou Errando e Acertando

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Eu tinha um monte de nuvens, mas eu tive tantos arco-íris em minhas nuvens.

"Eu te amo. Soube no momento que te conheci. Lamento ter levado tanto tempo pra entender, apenas estava emperrado".

Eu já quis que o destino me surpreendesse. Hoje eu só espero que ele não me decepcione.

Olha, eu não queria ser um meio-sangue.

Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção.

Eu só te peço uma coisa: Pare de culpar a vida. Pare de ter pena de você. Se assuma. Se aceite. Se culpe. Se estrepe. Se mate. Mas se perdoe. Pelo amor de Deus, se perdoe. Somos todos culpados, se quisermos. Somos todos felizes, se deixarmos.

o que eu busquei
e não encontrei

me tornei

O mundo não é justo, eu sei, mas por que ele nunca é injusto a meu favor?

Eu poderia imaginá-lo. Eu poderia me lembrar dele. Mas não poderia vê-lo de novo, e me ocorreu que a ambição voraz dos seres humanos nunca é saciada quando os sonhos são realizados, porque há sempre a sensação de que tudo poderia ter sido feito melhor e ser feito outra vez.

Hazel Grace
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Nota: Frase do personagem do livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green

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"Quem Sou Eu?

Aos Meus Amigos

Eu Sou,

Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"

Doces Delírios

E o deus que entrou em nosso quarto
era vermelho e feminino e eu tive um medo de excitação
desses que a gente prende a respiração
deseja e teme e os opostos se tocam
sempre
e sempre
há de vencer nosso pior.

Somos assim, pequenos magos
pequenos truques, pequeninas plumas sulférinas
coisinhas que cintilam
esferas, estrelas, espelhinhos
cartas dentro da manga, lenços coloridos
tudo em nós flutua
é sonho, abstração.

A tua fé e o meu desejo de pecado
caminham lado a lado e são
tudo que nos escraviza
nosso futuro, nosso passado
a nossa libertação.

Queria ter você aqui sempre comigo me ajudando nas horas em que eu preciso de um ombro ,me consolando quando as lagrimas não se enxugarem mais sozinhas, dizendo que eu sou uma pessoa especial , mesmo que seja mentira,e que você não saberia viver sem mim como você sempre dizia,queria você aqui do meu lado me lembrando dos momentos em que nós fomos felizes , e como fomos , e nada conseguia nos tirar os nossos sorrisos.

Declaração de amor eterno

Eu te amo...
Eu te amo como a montanha ama o sol que lhe permite fazer parte do entardecer
Eu te amo como o mar ama a tempestade que lhe liberta da calmaria
Eu te amo como o pássaro ama a aurora que lhe autoriza o cantar
Eu te amo como a lua cheia ama o poeta que lhe veste de prazeres
Eu te amo como a amizade ama a aliança do abraço
Eu te amo como o tempo ama a fortuna da cumplicidade
Eu te amo simplesmente, como o lavrador ama a terra que lhe alimenta
Eu te amo e só.
E quando não puder mais sentir o doce toque do meu amor, encontre-me no amanhecer, que é o momento do milagre. Ou me busque na sombra das estrelas, que é onde mora o que é eterno.

Ode ao Burguês

Eu insulto o burgês! O burguês-níquel,
o burguês-burguês!
A digestão bem feita de São Paulo!
O homem-curva! o homem-nádegas!
O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!

Eu insulto as aristocracias cautelosas!
os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros!
que vivem dentro de muros sem pulos,
e gemem sangues de alguns mil-réis fracos
para dizerem que as filhas da senhora falam o francês
e tocam os “Printemps” com as unhas!

Eu insulto o burguês-funesto!
O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!
Fora os que algarismam os amanhãs!
Olha a vida dos nossos setembros!
Fará Sol? Choverá? Arlequinal!
Mas à chuva dos rosais
o êxtase fará sempre Sol!

Morte à gordura!
Morte às adiposidades cerebrais
Morte ao burguês-mensal!
ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi!
Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano!
“_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
_ Um colar… _ Conto e quinhentos!!!
Mas nós morremos de fome!”

Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma!
Oh! purée de batatas morais!
Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas!
Ódio aos temperamentos regulares!
Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia!
Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados!
Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,
sempiternamente as mesmices convencionais!
De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!
Dois a dois! Primeira posição! Marcha!
Todos para a Central do meu rancor inebriante!

Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!
Morte ao burguês de giolhos,
cheirando religião e que não crê em Deus!
Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!
Ódio fundamento, sem perdão!

Fora! Fu! Fora o bom burguês!…

Mário de Andrade
ANDRADE, M. 50 poemas e um Prefácio interessantíssimo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.

Depois de você eu nunca mais me apaixonei de verdade.
De mentira, quase todo dia.

Se você deixasse tudo de lado, por cinco minutos, e escutasse tudo que meus olhos têm a dizer, eu diria tudo em silêncio, sem precisar falar.

Eu perdi as palavras. Na verdade, estou repleto delas. Não tenho é coragem pra falar.

Opostos
Eu sou o preto; ele o branco.
Eu sou MPB; ele rock.
Eu sou a lua; ele o sol.
Eu sou mar; ele montanha.
Eu sou doce; ele salgado.
Eu sou matemática; ele português.
Eu sou lado B; ele lado A.
Eu sou vermelho; ele amarelo.
Eu sou silencio; ele multidão.
Eu sou Brasil; ele Argentina.
Eu sou Iemanjá; ele Exu.
Eu sou cachorro; ele gato.
Eu sou dia; ele noite.
Eu sou filme; ele futebol.
Eu sou terra; ele ar.
Eu sou sussurro; ele grito.
Eu sou pandeiro e violão, ele bateria e guitarra.
Eu sou chá; ele coca-cola.
Eu acredito em Deus; ele ateu.
Eu sou positivo; ele negativo.
E agora me pergunto: Os oposto se atraem?

Eu bem que podia ter tentado te impressionar. Dizer que sou uma pessoa bem agradável, amorosa, gentil, bonita e fina. Também podia te contar todas as coisas legais e incríveis que faço diariamente. E podia relatar todas as "bondades" que fiz ao longo dos meus trinta e um anos. Podia, mas não fiz. Eu sou essa mesmo: sem máscara, sem arma, sem retoque, sem nada. Tenho incontáveis defeitos, mas me ofereço inteira: com minhas partes estragadas e boas. Se quiser vem logo pra cá.

Eu não sou da sua rua,
eu não sou o seu vizinho,
eu moro muito longe, sozinho.

estou aqui de passagem.