Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite
Oração de Confiança: Deus, Tu me concedes confiança. Eu sou confiante e todos os meus caminhos são percorridos com confiança. Eu estou seguro de mim, sinto-me calmo e determinado. A minha mente é firme e tranquila. Eu confio em Deus e confio em mim. Eu sinto a confiança. Eu me sinto confiante. Amém.
Oração de Felicidade: Deus, Tu me concedes felicidade. Eu sou feliz e todos os meus dias são preenchidos de alegria. Eu estou em paz, sinto-me alegre e grato. A minha vida é cheia de amor, felicidade e harmonia. Eu recebo a felicidade. Eu sinto a alegria. Eu me sinto feliz. Amém. 🕊️🙏✨
É impressionante como a sua própria família torce para seu fracasso! Azar o deles eu sou genial por natureza e, de tudo que escrevo possuo Diretos Autorais na Biblioteca Nacional!
Quando toco a vela acesa, eu não sinto dor
Tanto faz se estou no frio ou no calor
O meu coração não bate, mas ainda assim se parte
E não deixa de sofrer, recusando se render
A morte em mim está
Mas ainda tenho lágrimas pra dar!
Filme: A Noiva Cadáver
Música: Ele Ainda Te Conhece Tão Mal
Original: Tears to Shed — Danny Elfman
VOZES:
Emily: Marya Bravo
Aranha: Ester Elias
Verme: Telmo de Avelar
Dignidade, para quem veio do lugar de onde eu vim, é ter um lugar para dormir, um prato de comida para comer e um amor para chamar de seu.
Césio 137 — Não Tão 137!
Em meio ao eco do noticiário, lá estava eu na aridez do hospital.
A pele ardendo em chamas, fogo invisível que corroía a estrutura dos meus ossos.
Vieram as náuseas, mas nada se comparava ao estigma e ao olhar de pavor que vinham daquela multidão.
A dor maior, contudo, foi o desapego:
saber que perderia o contorno dos meus cabelos.
Nem a morfina ou o fentanil davam jeito. Ah, meus lindos cabelos...
Castanhos, reluzentes, cintilavam à luz da noite.
O que omitiram sobre o fascínio daquele pó azul era a exaustão mórbida que cobria o corpo.
Vomitar as próprias entranhas na apatia do silêncio...
A radiação era um golpe tão denso
que anestesiava os sentidos antes da ruína.Tontura, dor de cabeça, o colapso — tudo chegou depois, em ritmo lento.
Engraçado.
De todo esse caos, restou apenas uma réstia de luz:
a memória daquele dia, eu e você,
na serenidade da praia do rio.
Senti, enfim, uma paz absoluta.
Obrigado por ser a minha última lembrança de amor.
Autor: James Richard Ferreira Pantoja (Pseudônimo: KANGAL)
Se o bem ou mal existem eu não posso responder, más, talvez o véu que rompa a morte possa transcender.
_KANGAL
Uma vez, eu disse a uma mulher que nunca mais iria esquecê-la. Ela simplesmente respondeu:
“Vou te perturbar até nos teus sonhos, porque o tempo cura tudo, mas lembranças são eternas — menos as promessas que nós achamos que eram eternas. Promessas são quebradas!”
Releitura do Autor: Valdir Enéas
Por: KANGAL
O Preço do Erro
Eu cometo erros e sou julgado,
A minha reputação está na lama;
Vivo um dia de cada vez, calado,
Sem esperar de ninguém o que me ama.
Os meus dias me pertencem, mas e agora? Será que pertencem só a mim? Respiro devagar vendo ir embora o vento deste espaço até o fim.
Não há perdão para o que foi ferido,
Menti pra sustentar um ar marrento.
Tolero a dor de ser um mal-entendido, E chamo de solitude este tormento.
Já não me importa andar pelo caminho sem amor, sem esperança e sem abrigo;
Só me restou aprender a ser sozinho,
Levando a minha sombra comigo.
— KANGAL
Aviso de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual
Todos os direitos reservados.
Esta obra literária é de autoria e propriedade exclusiva de James Richard Ferreira Pantoja, protegido pelo uso do pseudônimo Kangal, nos termos da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) e das normativas internacionais de proteção à propriedade intelectual.
Nenhuma parte desta criação pode ser reproduzida, distribuída, comercializada ou utilizada de qualquer forma, por qualquer meio eletrônico ou mecânico, sem a prévia e expressa autorização por escrito do autor, ressalvados os casos de citação permitidos por lei.
Eu olho para as luzes da cidade. Exatamente iguais a mim. Sou parte dos espaços,movimento,vento.
Essa arquitetura grotesca que acolhe a nossa natureza se torna dinâmica, nos unifica, nos distancia e nos deixa a deixa: estamos todos, unidos em nossos próprios abrigos, convivendo com as sombras e esfinges.
É tempo de construir novos mundos,tomar conta uns dos outros,demonstrar afeto como se planta uma semente para dias menos duros e conversar com Deus.
Porque ele preserva a nossa parte mais bonita que resiste a estes tempos nebulosos. Pedimos por Paz,torcendo pra que alguém totalmente desconhecido que seja exatamente aquilo que eu seria para outro agora, abra a porta, nos tirando dos muros que construímos e nos diga que embora nesse tempo esteja cada um na sua,vai ficar tudo bem!
Lembro que quando era pequena,eu sempre imaginava me pintar por dentro de azul como o céu,era assim que eu sentia Deus,eu lhe agradecia por todas as coisas simples e lhe pedia para ter força para aguentar firme e foi conversando com ele todos os dias,que me fortaleci e aprendi que a parte mais linda do Amor,é construída em forma de prece.
Eu não carrego títulos e não governo terras. Meus passos não deixam marcas profundas no chão, e os dias que vivo são tecidos com os mesmos fios invisíveis que vestem a rotina de qualquer um. Se o mundo mede a grandeza pelo barulho dos aplausos, eu sou o mais completo silêncio. Minha voz desaparecerá com o vento, e a história não fará pausas para registrar a minha passagem. Mas há uma verdade oculta na minha pequenez: eu decifrei o mistério do tempo. Enquanto muitos buscam a imortalidade na pedra fria dos monumentos, eu a encontrei no calor de um instante presente. Consegui a proeza de contemplar o milagre de existir sem a necessidade de ser visto. Em um mundo febril por aplausos, meu maior triunfo foi o de ter vivido com uma entrega absoluta, amando cada aurora e cada silêncio com a integridade de quem sabe que o agora é o único infinito que nos cabe. E, para o meu espírito, essa quietude preenchida sempre foi a eternidade inteira.
Reno Fioraso
Todos nós começamos de algum ponto. Para aqueles que estão há muito tempo, eu digo: ajudem os recém-nascidos a andar. O saber é algo extraordinário.
Os poderosos no final das contas são mais comuns do que eu e você. Só exercem o cargo ao qual foram capaz de assumir. Pessoas simples sabe ...
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