Eu te Amo mas Ta Dificil Conviver
Canto da sala
No anoitecer encontro a solidão no canto da sala gelada e melancólica mas também calma e aconchegante.
O que no dia encontrei felicidade e diversão com amigos.
Agora me encontro numa melancolia em um canto gelado da sala.
A solução para o mundo tá em mim mesmo, mudando meu próprio mundo, meu mundo interno, meus comportamentos, meus valores, minhas atitudes, minhas ações, meus sentimentos, meus pensamentos. Quando eu mudo, o mundo muda pra mim, porque o que vejo fora reflete o que carrego dentro.
Se cada um mudasse a si mesmo, cuidasse de suas escolhas, seus gestos, suas palavras, sem tentar impor mudança ao outro ou ao todo, o mundo mudaria. O mundo é feito de cada um, e o que cada um faz de si vira parte do todo.
"Não dê poder a outro de decidir quem você é, e onde deve estar.
Reconhecer o seu VALOR é tarefa sua".
DJ gato amarelo chama a galera, vem pra frente
Hoje é baile, sente o som , sente
Tamborzão no talo, grave no ar
Quem tá vivo vem dançar
– musica Alma voa do dj gato amarelo
Tum-tá, tum-tum…
Sol na laje, mente leve, deixa rolar - musica precisando de umas férias
do dj gato amarelo
Se a história do mundo tivesse sido contada por mulheres, talvez não houvesse tantas guerras, nem tanta sede de poder disfarçada de glória.
Porque a mulher conhece o valor da vida, ela gera, nutre e defende.
Enquanto muitos ergueram impérios sobre o sangue, ela ergueu mundos sobre o amor.
Se a voz feminina tivesse sido ouvida desde o início, talvez a humanidade tivesse aprendido que força não é dominar, mas cuidar; e que justiça não é punir, mas compreender.
O mundo seria menos um campo de batalha e mais um lar, firme, justo e humano.
Às vezes as pessoas humilham a outra pessoa sem saber que o mundo da volta hoje você ta humilhando amanhã será humilhado.
Mesmo quem acha que “tá tudo certo”, que “ninguém viu”, que “não vai dar em nada”…
Mais cedo ou mais tarde, a vida fecha a conta.
E não é castigo.
É consequência.
Não Ceder
Há momentos na existência humana em que a mente se vê pressionada por forças tão sutis que quase passam despercebidas. Não é a violência das circunstâncias que nos desvia, mas sim a suavidade com que certas inclinações se insinuam no pensamento.
Ceder, nessas horas, não é um ato repentino: é um deslizamento gradual da vontade.
A verdadeira questão não reside na tentação em si, mas na arquitetura interna da consciência.
O indivíduo que deseja preservar sua integridade precisa compreender que cada impulso é uma interseção: de um lado, a gratificação imediata; do outro, a permanência de si.
O erro humano não se manifesta como monstruosidade, mas como consentimento —
um consentimento silencioso, quase matemático, em que o sujeito calcula mal as consequências e superestima o instante.
Não ceder, portanto, não é uma negação do desejo, mas uma afirmação do eu.
É a mente lembrando ao corpo que existe continuidade, que cada escolha forma uma linha que se prolonga no tempo, criando inevitavelmente uma figura moral.
E quando alguém se mantém firme, não o faz por moralismo ou rigidez, mas pela compreensão profunda de que a paz interior não nasce do prazer passageiro, e sim da coerência das próprias decisões.
A consciência, quando alinhada consigo mesma, produz uma espécie de silêncio luminoso —
uma clareza que nenhum arrependimento posterior consegue oferecer.
Assim, resistir não é violência, mas preservação;
não é ausência de sentimento, mas respeito pela própria narrativa.
E, sobretudo, é a ciência íntima de que aquilo que se constrói com lucidez não deve ser sacrificado ao que só existe no breve instante da tentação.
"Ela se foi… e agora resta apenas o vazio. Porque ele amou — mas nunca demonstrou. E agora é tarde."
“Quem some não sente falta. Quem some não tá afim. É simples assim — mas a gente insiste em complicar.”
