Eu te Amo do Amanhecer ao Anoitecer
Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.
Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.
Eu acredito na cura das dores, de todas elas, até as mais profundas. Você não é seu sintoma, seus traumas não te definem. É no amor que a vida acontece.
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
Enquanto as pessoas estão murmurando pelo que sou e pelo que não sou, eu vou dando graças só por existir.
Eu senti sua falta o dia todo.
E todo o dia penso em você..
É uma agonia silenciosa a me devorar,
Um colapso do tempo onde apenas a tua imagem ousa reinar.
Tudo ao redor se reduz a pó, a uma nulidade contínua,
Enquanto minha mente naufraga, num salto cego, para te alcançar.
O cotidiano tornou-se um mero ruído de fundo, um rascunho sem cor. Entorpecido pela tua ausência, percebo que não possuo mais o domínio sobre mim mesmo; meus pensamentos foram tomados pela ideia magnífica da tua essência. Há uma insônia crônica na minha alma, uma vigília constante por alguém que está além do meu alcance físico.
A ciência poderia chamar isso de obsessão, a filosofia talvez classificasse como loucura, mas para mim é o único estado de espírito digno de quem encontrou o verdadeiro sentido de amar.
Descobri que a pior das distâncias não é a geografia implacável que nos separa, mas o espaço tortuoso entre o meu desejo de te pertencer e a impossibilidade do teu toque.
Ainda assim, tentar fugir desse pensamento seria um sacrilégio à minha própria essência. A saudade, que para a maioria dos homens é um mero castigo, para mim ergue-se como a prova irrefutável de que, enfim, despertei. Pois a dor cortante de não te ter agora é infinitamente mais sublime do que a paz inerte e cinzenta de jamais ter cruzado com a tua existência.
E assim me deito, entregue ao desamparo,
Esperando que os sonhos ousem transpor
Esse abismo terreno, cruel e avaro,
Para enfim te encontrar, meu imaculado amor.
Revisitei o passado
e foi uma das piores escolhas
Que eu já fiz.
O animo que eu estava
Para viver tudo de novo
Se desfez em nevoa
Que pairava sobre mim.
E na minha frente tudo destruído.
Tudo em pedaços,
E com cheiro de mofo.
A nevoa gritava feliz
E lá via eu.
Os sentimentos e tudo
Absolutamente tudo
Deixando de existir
No sopro do vento.
Poema musicado
Nildinha Freitas
Eu e você, Alê
Olha bem para o amor da gente
Olha como ele aconteceu! ?
Quem imaginaria juntar você e eu?
Estávamos
separadas pela linha do horizonte,
ainda assim o destino
Nos juntou.
Sei lá, talvez tenha sido amor,
desde antes de ser
Como você sempre me diz :
tinha mesmo que acontecer!
A gente se encontrou na hora certa,
depois de tanto esperar ter paz
e eu não tive medo de insistir em ficar.
Não que fosse preciso fazer isso,
é porque eu sabia
que tinha ali a conjugação do verbo amar.
E você também me queria, eu sei,
só que não sabia dizer,
não sabia expressar.
Foi acontecendo, acontecendo…
até que, de repente,
já éramos morada uma da outra.
E esse amor
Não é unilateral
Ele se revela
nos detalhes,
no zelo
E quando a gente se olha e diz :
vai ficar tudo bem no final!
Nosso encontro aconteceu
Agora é você, e essa sou eu.
Eu já não consigo imaginar
seguir minha vida sem teu abraço,
sem teu sorriso no final do dia,
sem nossas gargalhadas assistindo The Big Bang Theory
Com ou sem medo, a gente vai,
porque no final do dia a gente se tem.
Nosso amor só aconteceu
É amor entre eu e você Alê
(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Eu tô muito agradecido a Deus por ter me dado esse dom, porque o futebol é uma paixão que eu tenho desde pequeno e eu vou levar isso pro resto da minha vida.
O ditado diz que cada um oferece o que tem, pois eu quero oferecer o meu melhor, quero ser ponte onde houver discórdia, quero ser paz onde houver conflitos, quero ser alegria onde houver tristeza, quero simplesmente ser um instrumento nas mãos do Senhor e poder testemunhar o quão maravilhoso é ser filho de DEUS! (Priscilla Rodighiero)
"Se dentro de toda a imensidão que abrange desde o céu a terra eu pudesse lhe dar algo. Lhe daria a capacidade de enxergar a si mesma segundo a minha ótica. Só então veria o quanto és bela aos meus olhos."
"O mundo se silenciou. Silenciou da mesma forma em que eu me silenciei quando há vi entrar pela primeira vez por aquela porta...
O mundo se silenciou. Nós nos silenciamos... Ficamos ali lado a lado, faltou voz e palavras, mas sobrou amor. Até parece que ele sabia que ela ao entrar por aquela porta deixaria de ser o mundo e passaria a ser só o meu mundo."
"Pedoe-me a minha intensidade, é que eu não sei amar, sem amar.
Não sei amar, sem sentir.
Não sei amar, sem demonstrar, pois para mim o amor é como apreciar uma taça de vinho.... A felicidade inicia no momento em que o líquido adentra meu ser, fazendo com que as minhas pálpebras se fechem em perfeita sintonia. Nesse instante, inicio, junto as batidas de meu coração, uma contemplação de aroma e sabor, ao qual, permaneço ali em êxtase me deliciando na embriaguez do amor."
