Eu te Amo do Amanhecer ao Anoitecer

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Ela foi, mas quando alguém me toca com carinho eu choro.
Ela foi, mas quando transo com alguém não me satisfaço.
Ela foi, mas quando beijo, o beijo é só físico não toca a alma.
E é isso.

[..] eu não tinha noção
de que meu frágil coração
guardava a habilidade
de fazer nascer
flores tão delicadas e cheirosas


até você surgir
e, devagar
tocar minhas raízes
com doçura.


Janete Galvão

O termo GENTE DO BEM deveria se chamar GENTE DO EU.
Eu acho... eu penso... Eu espero...
Minha família... Minha regra...
- Não tem nada de BEM no EU.
Gente do bem, faz o bem ao próximo! Pra mim, o bem é coletivo.

Alguns compram aplausos, eu invisto no futuro. Aplausos são barulhentos e passageiros. O futuro plantado hoje é a certeza da colheita de amanhã.

É preciso ser muito pra fazer eu desistir de mim
muito mais do que grito,
muito mais do que fim.


É preciso ser corte que nem o tempo cicatriza, vento que arranca raiz,
muralha que não se humaniza.


Porque eu me faço inteira até no caco,
me refaço no avesso do dia,
faço da dor um palco pra dançar minha poesia.

Eu não sei quando tudo começou
Só não queria que terminasse assim
Mas como tudo tem seu fim
O meu agora chegou pra mim

Ela é um mar de coisas que eu não entendo...

Eu nunca fui realmente insano,
apenas atormentado
pela minha própria mente.
Consumido pelos extremos,
rendido ao esquecimento.
Perdoei quase tudo 
exceto as raras vezes
em que meu coração foi tocado
com mãos que não sabiam cuidar.
Trago comigo uma estranha devoção:
a morte não como fim,
mas como pensamento constante,
sombra fiel que nunca me abandona

Senhor Romeo

Senhor Romeo,
eu fiz isso de novo.
Um ano em cada dez
consigo lidar com isso.
Sou uma espécie de milagre ambulante
minha pele ainda intacta,
como se não tivesse aprendido
a lição do fogo.
Diga-me:
quantas vezes se pode morrer
dentro da mesma casa
sem que a vizinhança desconfie?
Colecionei pequenas mortes
como quem guarda cartas não enviadas.
Dobrei cada tentativa frustrada
e a escondi na gaveta do criado-mudo,
junto aos comprimidos
e aos retratos
onde ainda corríamos
como dois atores mal pagos
ensaiando eternidade.
Você dizia:
“amor é resistência.”
Eu resisti
até virar ruína.
Sempre havia um copo quebrado na pia,
uma frase suspensa no ar,
um silêncio armado
apontando direto para o meu peito.
Tentei ser um incêndio manso.
Tentei ser água morna.
Tentei ser o homem que não sangra
quando cortado por palavras.
Mas cada tentativa
Era um ensaio de funeral.
O primeiro amor morreu de frio
faltaram cobertores e coragem.
O segundo morreu de excesso
amor demais é veneno doce,
colherada de açúcar
numa garganta já em chamas.
O terceiro?
Ah, Senhor Romeo
o terceiro fui eu.
Enterrei minha voz no jardim.
Plantei rosas sobre os gritos.
Aprendi a sorrir de dentes cerrados
para que ninguém visse
a hemorragia discreta
escorrendo pela alma.
Quantas vezes se pode voltar?
Quantas vezes se reconstrói
uma casa incendiada
com os mesmos fósforos?
Você me chamava dramático.
Eu me chamava de sobrevivente.
Havia espetáculo na minha dor,
confesso.
Eu me levantava das cinzas
com as roupas ainda fumegando,
a barba desgrenhada
como se fosse condecoração.
Olhem
eu ainda estou aqui.
Mesmo depois de vocês.
Mas sobreviver
não é o mesmo que viver.
À noite
deito ao lado do vazio
e ele respira melhor que qualquer amante.
O vazio não promete.
Não mente.
Não diz “para sempre”
com a boca cheia de vento.
Senhor Romeo,
há um cemitério em meu peito
onde cada “nós” fracassado
Tem uma lápide discreta.
Aqui jaz
a tentativa de diálogo.
Aqui jaz
a paciência.
Aqui jaz
o homem que acreditava
que amor era salvação.
Aprendi tarde demais:
amar não ressuscita ninguém.
Amar não cura abismos.
Amar não transforma homens
em porto seguro.
Às vezes,
amar é apenas outro nome
para se oferecer em sacrifício
num altar que ninguém pediu.
E ainda assim
olhe para mim, Senhor Romeo
eu me levanto.
Com as mãos queimadas.
Com o coração em carne viva.
Com a dignidade remendada
como roupa antiga.
Eu me levanto
não por eles,
não por você,
mas por essa centelha obscena
que insiste em pulsar
mesmo depois de tantas mortes pequenas.
Talvez eu seja feito
de matéria reincidente.
Talvez eu goste
do gosto metálico do recomeço.
Ou talvez
apenas talvez
eu tenha descoberto
que a única relação que não fracassa
é esta:
entre mim
e o homem
que se recusa
a permanecer enterrado.

“A minha paz é o espaço onde eu existo por inteira; não permito que ninguém a roube, porque nada externo tem o direito de comandar a quietude que sustenta a minha vida.”

⁠Para agradar a minha esposa, eu me casaria com ela uma segunda vez. Uma terceira. Quantas vezes fossem necessárias para deixá-la feliz.

Bridgerton (série)
3ª temporada, episódio 1.

⁠Eu não temo mudanças. Eu as adoto. Só que há algumas pessoas que adotam as mudanças de forma exagerada...

Bridgerton (série)
3ª temporada, episódio 1.

Minha insegurança eu escondo entre as indefinidas cores de minhas lembranças; entre as sortidas texturas dos meus pensamentos; entre a vaga loucura dos meus desejos. Minha insegurança é uma dissimulação da minha segurança em mim, que eu escondo nas entrelinhas do meu olhar...no meu secreto EU.

Flávia Abib

Talvez o que escrevo, seja uma lembrança de um passado que fez-se inconsciente ou mesmo que eu tenha trazido de maneira latente em mim. Talvez o que escrevo, tenha o mesmo significado, a mesma luz, num outro olhar. Talvez o que escrevo, seja somente a tradução do que tua alma ensina-me.

Flávia Abib

Desisti da urgência.
Agora eu ando no meu ritmo, atento ao chão e ao que eu sinto.
Não corro atrás de um “lá” — meu ponto de chegada sempre foi aqui.
Eu sigo e, ao mesmo tempo, sou o caminho.

Eu pude ver da pior maneira o quanto eu sou feliz e não tenho problemas!

Vivendo e aprendendo cada dia uma nova lição, descobrindo que eu sempre posso fazer mais e o principal: Se Deus está comigo, eu posso fazer TUDO e sem MEDO de ser feliz!

palavras não podem descrever
o quanto de amor
eu sinto por você...

palavras podem ajudar
mas infelizmente
não trazem você aqui
pra bem pertinho de mim...

palavras podem amenizar
mas infelizmente
não podem me abraçar
não me dão a mão
não podem me beijar...

palavras são apenas palavras
sopinha de letras que eu,
boba garota, insisto em postar
deixo aqui meu sentimento
minha emoção, meu carinho
minha dor, meu sofrimento...

palavras não expressam
a dor da minha saudade
palavras não descrevem
do meu amor, nem a metade
palavras tão uma idéia
de minha felicidade
mas não são certas...

palavras, palavras, palavras
me ajudam a traduzir os dias
me tão forças na caminhada
me inspiram pela vida
palavras, palavras, palavras
sem elas não viveria
sem elas não poderia te contar
como o Rô mudou minha vida!

Tu Sabias (Pretérito imperfeito), que eu nao sabia (Pretérito imperfeito), que eu saberia (Futuro do pretérito) viver por mim mesma, enfrentando "sozinha" qualquer dificuldade?

Se eu soubesse (Subjuntivo Pretérito imperfeito) eu teria forças para fazer mais coisas! Voce sabia? (Imperativo Afirmativo)

Eu soube (Pretérito perfeito) disso somente agora e tenho forças para lutar e vencer!!!

Mas, para que eu soubera (Pretérito mais-que-perfeito ), uma mudança radical aconteceu na minha vida!!!

Quando eu souber (Subjuntivo Futuro) de mais alguma coisa, eu te aviso!!!

Um pensamento carrego comigo: eu sempre saberei (Futuro Simples) de tudo que eu me permitir saber (Infinitivo)...

Agora eu sei (Presente, e este tempo é o que VALE a pena conjugar e viver na vida!) e nada pode me abalar...

Estás tentando esconder
o que eu já sei.
Vou te dizer:


não forçarei um relacionamento
onde o sentimento se esconde
atrás de silêncios.


Se desejas continuar assim,
guardando verdades
como quem fecha janelas,
eu não irei à guerra
para confrontar quem prefere esconder na sombra.


Mulher,
a decisão não pode ser apenas tua —
mas também não serei eu
a implorar permanência.


Só não demores demais…
porque até o mais paciente
cansa de esperar.


por quem nunca decide ficar.
O amor não esconde pra se proteger.
Ele é a liberdade de escolha.