Eu te Amo do Amanhecer ao Anoitecer

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O choro da saudade, inunda a minha alma.

Inserida por maria_do_socorro_1

No dia do nosso encontro,
pedi a lua pra brilhar mais os seus olhos.

Acertei com o sol pra radiar em seus cabelos
e com as estrelas para dançar.

O vento suave me concedeu a ternura,
e os pássaros entoarão o canto.

E o tempo, pedi pra parar...

Viverei cada instantes, eternizando o tão sonhado momento do Amor.

Inserida por maria_do_socorro_1

Ela vem

Quieta, discreta
Surge, logo inquieta
Sobe, enfurece
Irrita, obscurece
A verdade, a clareza
De pressa, viro preza
Cega a visão
Responde o coração
Ela é incontrolável
Um animal indomável
Segura, aperta
Prende ou liberta?
Escapa, um furacão
Onde olho, destruição
A calmaria que vem
Não cura o desdém
Se sente melhor?
Ela escapou, fez o pior
Salvar o que foi quebrado
Não muda oq já foi marcado

Inserida por LaraDoPortoMeira

Um cálice de ti, já transborda minha alma.

Inserida por maria_do_socorro_1

Flamengo não tava bem, nóis tava numa fase ruim
Contratamo treinador com o nome de Jesus
Organizou o nosso time, a meta é ser campeão
E trazer muita alegria pra nossa grande nação

Inserida por pensador

Tá difícil de parar os coringa do Flamengo
Bruno Henrique, Arrascaeta e nosso menino Gerson
Se tem jogo do Mengão, a torcida dá um show
Pode levantar a plaquinha: Hoje tem gol do Gabigol!

Inserida por pensador

Tá fluindo, Gabigol é artilheiro
Tá tranquilo, segue o líder no Brasileiro
Time tá de parabéns, todo jogo nosso é guerra
O Maraca grita alto: Hoje é festa na favela

Inserida por pensador

Quando nóis passa de trem, invejoso olha e baba
Vocês que falam de mim, grava bem e me escuta
Pode falar o que for que eu ligo pra porra nenhuma

Tá fluindo, então deixa chover dinheiro
Tá tranquilo, tudo na vida é passageiro

Inserida por pensador

Descubra o que você ama e deixe que isso te mate
Tudo vai te matar, essa que é a verdade
Descubra o que você ama e se entregue sem temor
Tudo vai te matar, melhor morrer de amor

Inserida por pensador

A gente tem que viver
Sorrindo quando é pra chorar
Pra fazer a morte tremer
De medo de vir nos buscar

Inserida por pensador

Na dança em câmera lenta das flores
A seiva embriagante, o cheiro das cores
Raio de Sol entre as folhas, vértice de luz cintilante
Um amor em construção

Inserida por pensador

Demorei pra ver no que errei
Andando em círculos
Era pra ser menos difícil
Existem coisas a considerar
Mesmo assim não vou negar o fim
Cê fique aí achando que eu pirei
Já fiz minha escolha
Não vou repetir outra vez

Inserida por pensador

OPULÊNCIA DA VELHA SENHORA


De João Batista do Lago


São Luis – essa Velha Senhora! ‒
Quanta opulência ainda te mora
Segredada em teus casarios
Nas tuas ruas estreitas… sombrias
Em tuas pedras de cantarias
Nos becos de todos os Desterros:
Sombras que tatuam teu presente!


Teus poetas sequer desconfiam
Do mal luso em ti segredado
Desconhecem as tuas patranhas
Amam-te ‒ todos! ‒ enganados
Porém ‒ eu ‒ sei das artimanhas:
Teu altruismo de vãs veleidades
É “Quimera” colonial


Cantamos os teus azulejos
Declamamos as tuas sacadas
Nos extasiamos com telhados
Pintamos de orgulho toda Ilha
Porém não temos sentimento
Para enxergar toda obviedade:
Índios e negros marginais da cidade


O ‘fausto’ da Velha Senhora
Expande-se à Caxias e Alcântara
Onde também se cantam versos
Da nobiliarquia maranhense
Onde suas gentes nobilíssimas
São almas per se condenadas
Por algozes do algodão e arroz


Do estratagema dominante
Monta-se a treta arrogante
Miscigenam-se as nacionais
Com filhos de comerciantes
Garantia do futuro ufano
De escravagistas sociais
Casta de senhores feudais


É dessa casta que aparece o
Estupro da preta escrava
Nos casarios e nas senzalas
Sob o manto desses silêncios
Relicários da velha igreja
Estuprada pelo vintém
Perdoará pecado senhorio


É desse caráter social
De fonte lusitana tosca o
Genocídio do povo indígena
Ainda hoje aqui perpetrado
Pelo lusitano esquálido
Que se imagina proprietário
Da nação timbira sem terra


A Velha Senhora impávida
Desfilava só sua opulência
Sobre as pedras de cantaria
Sua carruagem sempre rangia
No lombo negro que sofria
A mesma desgraçada sorte
De um Souzândrade ameríndio


Atenas fez-se por encanto
Pensando ser toda sua glória
Esparta faz-se na história
Ainda hoje na sua memória
Retém os grilhões dos infantes
Almas penadas que vergastam
Ruas e becos da Velha Senhora


Índios… negros ‒ sempre! ‒ excluídos
Remetem a uma não Paideia
Mesmo que a opulência planteia
No imaginário dum só poeta
Por certo haverá miséria na
Opulenta Ática timbira


Amo-te ‒ Ó Velha Senhora! ‒
E quanto mais amante sou
Te quero livrar dos pecados
Dar-te o fogo dos numinosos
Ver-te livre das injustiças
Saber-te mãe eterna: virtude
Plena de toda alteridade

Inserida por joao_batista_do_lago

AS FLORES DO MAL


De João Batista do Lago


Vago-me como “Coisa” plena
pelo labirindo que me cidadeia
meus passos são versos inacabados
há sempre uma pedra no meio do caminho:
tropeços disruptivos que me quedam
na dupla face das estradas
espelhos imbricados na
memória experencial dos meus tempos


Vago-me como “Mercadoria” plena
atuando no teatro citadino a
comédia trágica dos atos que não findam
um “Severino” ou um “Werther” autoassassinos
transeuntes de suas identidades
perdidas pelas ruas das cidades
onde me junto e me moro nos
antros cosmológicos de experiências e memórias


Vago-me como o “Amor” sempre punido
tonto e perdido no meio da sociedade
donde me alimento do escarro possível
onde “sujeitos” sem experiência e sem memória
negociam os amores vendidos na
fauna de “humanos” prostitutos
segredados nos prostíbulos das igrejas:
lavouras de todas as flores do mal

Inserida por joao_batista_do_lago

NECROFILIA


De João Batista do Lago


E esta carne que se me apodrece
a alma, o espírito e os ossos,
que fará de mim?


‒ Me danará pó
na consciência de todos
os condenados de miserável sorte!?


‒ Terei então dado a resposta do que sou:
antropoema nascido da vagina do universo,
sacrário que me guardará no ventre
do meu eterno retorno do mesmo;


Serei, então, o épico do humano
na minha própria comsmogenia
enterrado no sarcófago
da minh’alma errante e vagabunda.

Inserida por joao_batista_do_lago

INFANTICÍDIO


De João Batista do Lago


Minha barriga está cheia!
Preciso urgentemente defecar
as tradições que degluti
e que me foram impostas
pelas tradições de todos poderes…


Estou empanzinado!
Necessito cagar velhos poemas
não posso deixá-los crescer:
se os parir como alimentos
serei algoz; cometerei infanticídio

Inserida por joao_batista_do_lago

QUERENDO PELA VIDA TE QUERER

De João Batista do Lago


No meu coração
Há um mundo de paixão
Guardado só pra você
Querendo pela vida te querer
Viajar contigo as emoções
Entre versos e canções

No meu coração
Há um campo vasto de ternuras
Sensato, sublime e puro
Capaz de suportar todas as dores
E assim alcançar teu porto seguro
Contigo viver instantes de amores

No meu coração
Há um jardim de flores
Pronto para o aconchego
Ao raiar de cada dia
Fazer do meu coração
Tua eterna moradia

Inserida por joao_batista_do_lago

E você é capaz de provar a sua própria existência? Como é que você consegue explicar o que é a vida, se nem mesmo a filosofia ou a ciência o conseguem fazer.
(⁠Puppet Master)

Inserida por pensador

⁠Choramos pelo sangue de um pássaro, mas não pelo sangue de um peixe. Bem-aventurados os que têm voz.
(Motoko Kusanagi)

Inserida por pensador

Muitos que fala do certo praticando o errado🚩⁠

Inserida por guilherme_junio