Eu te Amo do Amanhecer ao Anoitecer
Placas informativas, mas as expressões corporais revelam uma linguagem específica. Libras que equilibram uma balança, mas os sinais apresentam outra época. Interpretações de ausência sensorial, onde o ambiente demonstra as perdas de potencial. Mas à vida se transforma, e o tempo não consola. Bebida que esfria, no tempo perdido da própria vida.
Ilicitude na literatura, mas analisam as estruturas linguísticas. Acreditam na formação cultural, mas o tempo se torna primordial. Matéria-prima na natureza, mas esquecem dos parentes na árvore genealógica. Primos(as) que se relacionam, onde os sobrenomes não justificam as faltas. Acreditam na literatura, mas as páginas são sujas. Poeira acumulada com o tempo incerto, mas reverenciada em um mistério. Segredos de uma época, mas a cinematografia revela tais épocas.
Religião ortodoxa, mas transformam em catolicismo. Descontentamento idealista, e as reclamações se tornam protestantes. Inquietude nas críticas não construtivistas, e os islâmicos realizam outra doutrina. Porém a ira se espalha, invadindo à África. Histórias contadas, e surge as espirirualidades, mas não acreditam na Índia, onde o Hinduísmo se interliga com o Budismo. Espiritualidade para todos os lados, e as imigrações moldam as etapas. Cultura que se altera, na esperança de uma só época.
Vamos pensar na genética mas sem ler a bula dos seres vivos. Aprenderemos que à diversidade rege a natureza, mas a igualdade deturpa essa mesma natureza. Ideologias abstratas no evolucionismo do tempo, mas de deficiência sensorial nos próprios seres vivos.
Parabéns pelas iniciativas, mas mudanças de pensamentos condizem com à realidade da vida. Histórias difundidas no passado, mas à realidade não se considera as mesmas.
Transformações estruturais, e não percebem o avançar das gerações.
Responsabilidades nos pensares, mas irresponsabilidades na transmissão dos próprios pensares. Literaturas que divergem na contemporaneidade, mas parágrafos que são apagados na eternidade. Esquecem dos dizeres, onde a espiritualidade apresentava os prazeres. Ilusões de uma geração problemática, na infinita ganância problemática.
Conversas que ditam um tema, mas os cadernos estão em outro poema. Acreditam nas canetas coloridas, mas o estojo não gera briga. Papéis de carta que provocam invejas, mas os ensinamentos religiosos provocam misérias. Quão interessante se torna o caderno de perguntas, na deficiência intelectual de uma aventura?
Racismo manifestado na calúnia emotiva, mas à cultura demonstra suas crenças socialistas. Artes que inspiram uma alegria, mas outras que geram controvérsias de relativismo cuidador. Mas quão relativa se torna a junção da palavra "dor" aos outros termos, se à definição das palavras demonstram um preconceito de autarquia?
Fanatismo idealista na infinita mitomania das análises equivocadas. Mas a mentalidade se revela deficitária, onde as calúnias levam as difamações de uma livraria não utilizada. Porém realizam abusos emotivos, na eterna ganância de uma crença destrutiva. Violência escancarada segundo à própria literatura, mas a espiritualidade dá passes de verdadeira manipulação errônea.
Inspirações na retrospectiva de uma história, onde os textos refletem os momentos de raciocínios intensos. Alegrias nos prazeres das leituras, nos quais o tempo desenvolve os enredos. Mas as tristezas não são negativas, e as pessoas vivenciam as próprias vidas.
Ah renovação dos pensares,
mas tristezas nos andares.
Tempo que se revolta,
deixando de canto as derrotas.
Caminhada reflexiva,
no coração de uma vida.
Lembranças da rotina,
que instruíram vossas vidas.
Seria o tempo, um instante no próprio tempo?
Seria o amor, a renovação de uma mente?
Seria o esquecimento, um questionamento da ignorância?
Seria o respeito, à ilusão do bom comportamento?
Seria o prazer, as virtudes de um só ser?
Seria à compaixão, a inquietude de várias nações?
Dúvidas que expressam as emoções, mas as razões se tornam complementos. Contemplações de pensamentos, no eterno molde dos contentamentos.
Século II mas os dogmas são repassados por seres assustados. Tempos de mudanças, onde o século XVI demonstra à perda de esperança. Conflitos no século XVIII, cuja as loucuras moldaram um século XXI de retrocessos evolucionista do século XIX.
Ateus e ateias mas a Lua não faz guerra. Revolta das marés, mas o oceano não despreza o querer. Vontades sem justificativas, mas que refletem uma razão esquecida. Temporalidade nas escritas, mas o itinerário muda à vida.
Milhares de anos transformando o terreno, mas os moldes se diferenciam com o tempo. Geologia que representa à vida, mas os minerais não fazem parte da vida. Luzes que revelam os brilhos, de um período inconstante no ciclo. Voltas e mais voltas no período, onde esquecem do próprio ciclo.
Livre-arbítrio na temporalidade evolucionista, mas as ideologias aceleram uma etapa da vida. Momentos que se perde nos detalhes, mas acreditam nas ilusões do passado. Filmes que demonstram seus making of, nas certezas de credibilidade expressiva. Porém a literatura não apresenta vossas doutrinas, na infinita livraria de um centro espírita.
Bibliotecas de saberes, nas transformações de um tempo vigente. Neuromarketing esquecido, nas tempestades de um ciclo. Reparações que demandam tempo e dinheiro, nas relações de emoções esquisitas. Passado de intenso sofrimento, mas irrelevante pelo próprio tempo.
Aumento do nível das águas, mas o corpo perde parte de sua água. Sede que se torna expressiva aos esforços, mas se perde ao evoluír da idade. Quão relativos são os momentos, cuja à livraria se torna proibida?
Literaturas de interesses significativos para parte de uma população, mas desprezados por outra parte. E assim vamos percebendo os interesses por cada área funcional. Porém, como não lembrar do disse-me-disse que cruza os tempos de verdadeiras incertezas emotivas?
Questionamentos que demonstram um período específico no relógio da vida, mas os ponteiros estão travados na ausência de energia motriz. Olhamos para o círculo do tempo, mas não percebemos o mesmo período. Ambiente que se modifica, na passagem de uma vida.
