Eu te Amo do Amanhecer ao Anoitecer
Embarquei na mais sublime das jornadas, em direção ao meu eu interior.
Fiz das estrelas guias para minhas noites mais escuras, descobri nelas a luz de minha alma.
Na solidão, encontrei a mais rica das companhias: a minha.
Em cada passo, cultivei um jardim de possibilidades infinitas, onde cada sonho é uma semente pronta para florescer.
Nesta viagem, aprendi que o infinito reside dentro de mim, e que cada momento vivido é um eterno tornar-se, uma constante metamorfose rumo ao inexplorado âmago de minha existência.
Então, no espelho do tempo, vi não apenas um reflexo, mas um eu interminável e resiliente, um ser cuja luz própria ilumina os caminhos ainda não trilhados.
Até que o meu eu, se revele em plenitude, continuarei esculpindo-me com a delicadeza e paciência, abraçando a arte de me reinventar, permitindo que cada experiência, cada desafio, seja como o vento e a água, modelando-me não apenas por fora, mas refinando a essência mais profunda do meu ser, até que, eu me encontre inteira, refletida na vastidão do universo.
O que aconteceria de pior ou de extraordinário, se eu abraçasse plenamente quem eu sou?
O medo de ser julgada, o peso da expectativa alheia, a solidão de ser verdadeira em um mundo de máscaras?
Explorar quem sou, poderia revelar caminhos desconhecidos ou afastar aqueles que não estão prontos para ver além das aparências.
Mas, talvez, a maior tragédia seria negar a mim mesmo, sufocando a chama única que arde dentro de mim, minha essência.
Que minha intuição continue andando sempre ao meu lado, garantindo-me que eu chegue ao meu verdadeiro destino, desviando-me de falsas aparências e luz.
Eu poderia passar a vida toda estudando nossa química, e ainda assim, ela continuaria me surpreendendo.
Tem dias em que tudo me cansa. Então, eu deixo de existir e, em silêncio, me enterro dentro de mim.
Louco? Quem? Eu?
Quem disse que sou louco?
Edmar Alvares Ribeiro
Segundo o Dicionário de Aurélio, louco é:
Que está fora de si; contrário à razão ou ao bom senso; insensato.
Não tenho mágoas, não tenho rancor.
Às vezes choro, também por amor.
Não sou compreendido, por uma população,
Que às vezes mata sem ter compaixão.
E ainda me chamam de louco,
Baseado em que razão?
Vivo na rua a vagar,
Procurando o meu lugar,
Se choro, quem vai me olhar?
Logo digo, vou daqui me mandar,
Quem vai se importar?
O que devo pensar?
Serei apenas mais um louco,
Que vai deixar de oportunar.
Morres por um cão ou um gato,
E de mim vives a te afastar,
Só me tens como um chato,
Não me tens nenhuma compaixão,
Só me resta chorar.
Talvez seja melhor ser louco,
Talvez seja melhor nem pensar,
Pois em meu pensamento de louco,
Não existe a vontade de matar.
Vivo neste mundo para aprender e ensinar,
Aprendi que não devo morrer nem matar,
Ensino que na minha loucura,
Não existe espaço pra magoa guardar,
Vivo sofrendo, talvez por não ter a quem amar.
Sentir o que sinto, sofrer o que sofro,
Chorar como eu choro,
Se vivesses o que vivo,
Talvez deixasse você louco,
Não teria forças pra agüentar,
Na certa serias mais um louco na rua a perambular.
Sou louco por não pensar em matar?
Sou louco por não pensar em guerra?
Então, como me chamas de louco?
Eu não invento guerras,
Pois, em nada disso vivo a pensar.
Pergunto eu, porque dizes que sou louco?
Só por que vivo ao relento, sem com nada a me importar?
Porque vivo levando vento, sem ter ninguém pra me amar?
O louco também ama, também chora, também quer bem.
Hoje acho que sou louco, por não pensar igual a vocês,
Não penso em abandonar ninguém, mais fui abandonado,
Não penso em maldade com ninguém, mais sou magoado,
Então, tenho certeza, sou louco, pois não penso igual a vocês.
Eu ainda não cheguei onde quero chegar.
Eu ainda não sou quem pretendendo me tornar
Mas, uma coisa sei, não estou mais onde estava.
Estou no caminho aperfeiçoando o processo para o que vou me tornar, o protagonista da minha existência.
De longe eu venho, nesse cavalo montado. Vou lhe dizer sobre a sua arreaçâo: A sela é toda feita de saudade,e, os estribos, de desilusão,
e,as rédeas, com o desprezo da morena que já mostrou que por mim não é pequena sua indiferença regada a ingratidão...
Eu queria ter apenas alguém
com quem eu pudesse compartilhar
meus sonhos,amor, aspirações...
Eu queria viver boas emoções.
Eu não queria ser ignorado.
Alguém que tão mal tem me tratado,
me ignora e finge que não me conhece.
Com tudo isso, meu desengano cresce...
Já não desejo mais um dia viver
ao seu lado.
Até a poesia chora
lá no meu rincão...
Lá de onde eu venho
não é moleza, não.
Enquanto a luz divina
vem forte e irradia,
eu peço passagem,
com minha poesia.
Longo e espinhoso
é meu caminhar,
mesmo assim eu sigo.
Não posso parar...
É coqueiro da Bahia,
mas, eu resolvi mudar,
pois,eu gosto de inovar
todo dia e toda hora.
Mas não sou de jogar fora
aquilo que nos pertence...
Coqueiro quixadaense,
quero ver meu bem agora.
Quer ir mais eu, vamos!
Quer ir mais eu, vambora!
Eu canto a vida em vários poemas, todos escrevo com inspiração. Vou além da minha imaginação, viajando em desconhecidos temas. Na existência vou desenhando emblemas, espalhando os meus versos pelo ar. No auge intenso do poetizar, reclamo a bela rima improvisada, aquecendo a vida, animando a jornada,
e, afogando a tristeza nas águas do mar.
Como eu quero começar uma
História com você.
Uma história legal...
Passo horas imaginando
A Sensação de ter você.
Minha poesia te canta com uma
Inspiração descomunal.
Não deixo de fazer
Homenagens á você,
Amais linda das lindas.
Por você eu canto
Inspiradamente
Românticos poemas.
O imaginário eu quero tornar real,
Com você
Ao meu lado.
A saudade de você me fez perceber tantas coisas que eu não sabia outrora.
A saudade é ruim, de amargar,
faz o coração se embriagar
de um sofrer que
as vezes demora...
