Eu sou uma Mulher Super Perigosa

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Sonho que sou um Anjo
Minhas asas por vezes pesam
Descanso entre um voo e outro.

Chamam por mim
Penso em deixar as lembranças mais doces
E partir de novo.

Mas ainda não sei para onde devo dirigir o meu voo
Como Anjo que sou, tudo me é revelado
Desta vez não voarei rumo ao desconhecido.

Neste ultimo voo, estou mais feliz
Já não me pesam as asas
Talvez por saber o destino.

Será aquele que procurei em todos os meus sonhos... :)

As raízes do meu ser
Perdem-se no infinito
Para ser aquilo que sou
Sem fugir de mim
Longe já fui
Para me encontrar
Volto dessas viagens
Em silêncio para meditar
Nas vozes que me habitam
Entender os ensinamentos
São tantas as respostas
O resultado, esse,
É sempre a paz.

Não sei amar
Não sei me relacionar
Não tenho paciência com nada
Não sou bom com gente nem com animais...
Nem comigo mesmo eu sei lidar!
Eu só sou bom com plantas
de preferência as que tem muitos espinhos
(Óbvio, assim como eu!) muita cor e muito perfume!
Eu acho que o nome disso é cansaço...
Burnout!


William Marques de Oliveira

sou único

no labirinto

do teu
olhar

Sou hoje diferente do que ontem fui; serei amanhã o que ainda hoje não sou.

Sobre a minha vida falam muitas coisas, e não sou responsável pelo que as pessoas acreditam. Não controlo a visão que têm de mim, por isso não faço questão de mudar pensamentos.

se nem nos meus sonhos sou feliz, o que ainda esperam de mim?

Poema dos Apaixonados




Não sou o sol que nasce no infinito, mas posso bronzear o teu corpo.


Não sou a chuva que cai do céu azul, mas posso deixar-te molhada.


Não sou o mar que para na areia deserta, mas posso ser a lágrima salgada que entristece seu olhar.




Desconheço a autoria
Não sou o rio de água clara que te trouxe ao porto que uniu nossos sentimentos, mas posso levar-te em outro horizonte.


Não sou a balsa que segue no riacho do seu aconchego, mas posso ser a correnteza que leva pra longe tua íntima solidão.


Não sou a jangada que flutua no ribeirão sem fim, mas posso ser o peixe que nada em direção dos teus seios macios.


Não sou o córrego que divide o arvoredo da floresta, mas posso ser o vulcão que seduz, e o medo que te apavora.


Não sou o lago tranqüilo do bosque da cidade, mas posso ser o descanso do teu paradeiro.


Não sou o dourado da lagoa esquecida, mas posso ser a águia dourada que pousa na pedra da ilha que cruza teu caminho.


Não sou a represa que mata a sede da garça branca, mas posso ser o prazer que mata os teus anseios.


Não sou a cachoeira cristalina que busca tua miragem, mas posso ser o pranto sentido que rola em tua face.


Não sou o navio que se perdeu no oceano solitário, mas posso deixar-te perdida de encanto na estrada que te leva ao paraíso.


Não sou o jardim que floresce na primavera, mas posso deixar o teu mundo florido.


Não sou o calor do verão que toca tua pele, mas posso deixar-te suar no delírio do êxtase que te domina.


Não sou o outono que enfraquece as folhas com a sua chegada, mas posso enfraquecer-te de saudades com a distância que nos separa.


Não sou a neve que enfeita a manhã de inverno, mas posso ser o manto branco que traz a pureza do teu sorriso.


Não sou a nuvem que deixa o dia nublado, mas posso deixar sua tarde sem cor com a ausência dos meus carinhos.


Não sou a lua que pranteia o anoitecer, mas posso ser o véu do luar que cobre teu destino.


Não sou a estrela que brilha na escuridão da noite, mas posso refletir no espelho do teu castelo de sonhos.


Não sou Saturno que às vezes surge na imensidão do espaço, mas posso enlaçar o teu amor com a fúria de um beijo.


Não sou o vento que murmura no silêncio da madrugada, mas posso ser o redemoinho que assanha teus cabelos.


Não sou a terra que dá força à natureza, mas posso ser o universo dos teus passos.


Não sou a dor que te maltrata sem nenhuma piedade, mas posso ser a erva silvestre que te alivia.


Não sou a mata virgem que refresca a tua alma, mas posso ser a sombra suave que enxuga sua ardente transpiração.


Não sou o ramo nativo que cresce na várzea sem ser semeado, mas posso ser a semente fértil que germina em teu pensamento.


Não sou o pomar do pequeno vilarejo, mas posso ser a fruta doce que te alimenta.


Não sou o perigo da selva abandonada, mas posso ser a fera que te sufoca de agonia.


Não sou o pássaro que voa sobre a montanha, mas posso deixar-te no ar com o desejo louco de amar.


Não sou o fogo que faz a queimada da serra seca, mas posso ser a chama que te queima de paixão.


Não sou a coragem do herói que luta em defesa do sertão, mas posso ser a armadilha que te prende de sensação.


Não sou aquela demanda que espanta o feitiço que tranca o teu caminho, mas posso ser a espada que te protege.


Não sou a ânsia que domina teu ser, mas posso ser o pecado que marca tua boca vermelha.


Não sou o dono de tua vida, mas posso ser o dono do seu coração.


Não sou Deus que criou a verdade, mas posso ser a luz que iluminará a tua eternidade.....












Desconheço a autoria

⁠Hoje sou só sossego pois o desassossego desmancha diretamente minha definição.

Nunca fui bom exemplo para nada mas existo e persisto viver pelo bem que acredito. Não sou menos e nem mais importante que as menores das criaturas, que neste tempo comigo, habitam este mundo. Tudo tem sua razão de ser, neste momento e pela eternidade.

Sou sensível, atento e me solidarizo com quase todas as dores do mundo. Muitas das vezes, entristeço me, suspiro e sofro emudecido mas sem aparentar. Por que a vida, como ela é desde muito cedo, me roubou para o bem das continuidades, que estão sempre a frente bem mais que as saudades, todos os meus choros com lagrimas.

O sino anuncia, o sol ilumina, essa minha sina de ser quem sou.

Tenho orgulho da pessoa que por vezes sou, pois sei que perfeito não somos, e bom não podemos ser a todo momento, mas minhas falhas e meus defeitos ja não tomam a mesma proporção que antes, e o bem que habita em mim prevalece, tornando-me melhor, transformando-me a cada dia.

Indescritível

Sou interior da lasca
A água límpida
Caos
O mistério em vida
A floresta viva
Que em ti habita
A história incrédula
Sem início e fim
Indescritível presença
O olho do furacão
No centro do vendaval
Que acampa nas
Areias desertas do
Manto acolhedor.

Sou feito de silêncio que observa e de palavras que só saem quando o coração manda.
Carrego intensidade nos gestos simples e profundidade nos detalhes que quase ninguém nota.
Não passo pela vida — eu sinto a vida.
Tenho alma antiga, dessas que acreditam em conexão, em energia, em olhar que fala mais que discurso.
Sou leal até quando isso dói, verdadeiro até quando o mais fácil seria fingir.
Meu afeto não é raso: quando gosto, é inteiro; quando cuido, é de verdade.
Não confundo paz com ausência — eu reconheço paz quando alguém chega e o caos se aquieta.
Amo em silêncio quando preciso, escrevo quando o peito transborda, e respeito mesmo quando meu coração pede mais.
Sou feito de luz, mas não ignoro minhas sombras — aprendi com elas.
Tenho fé no que não se vê, sensibilidade no que poucos entendem
e coragem de sentir num mundo que ensina a endurecer.
Sou intensidade com propósito.
Sou sentimento com consciência.
Sou alguém que ama bonito, mesmo quando ama quieto.

"Não sou movido a mídia, sou movido a minha realidade."

Sou antigo. Minha mente não foi educada pelo fluxo raso dos vídeos transitórios, mas pela disciplina contínua da leitura, onde o pensamento é construído, não consumido.

Jamais confunda amar com prender; Jamais confunda amar com indiferença camuflada de "sou livre".

Sou metade bobeira, metade seriedade.

Quando me sinto triste, estou apenas me iludindo com meu egoísmo em achar que sou o único que inventa tristezas na minha mente no planeta.