Eu sou tudo e nada

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O netos são as condecorações divinas dos estertores da vida.

"Ele me olhou com algo que pareceu nojo.
– Por que você não se depila?
– Porque não.
– Mas é falta de higiene.
– Ainda acho que a melhor e mais eficiente forma de higiene é o banho.
Ele se calou"

⁠Eu sinto saudade de algo que já vivi, esse algo foi a melhor coisa que me aconteceu, e por isso que doi tanto.

⁠dizem que a felicidade se encontra em dinheiro,muitos amigos, ou manssã, mas a felicidade eu encontrei no teu sorriso, no teu abraço apertado, é no teu olhar, a felicidade eu encontrei completamente em você

⁠Pra não viver não é preciso morrer .
E preciso perder o sentido do viver é sentir-se só num universo do qual você não faz parte, não se encaixa e não é compreendido.
É não ser amado é sentir-se traído pela pessoa querida que não dar valor ao suspiro de amor sincero um dia vivido .

⁠Ter você era o que eu queria
Ficar com você era o que queria
Sentir você era o que eu queria.
Eu não parei para perguntar o que você queria!

Hoje só temos a ganhar 💕🤝⁠

⁠Aqueles olhos castanhos claros, que por um momento me levaram aos céus em seu ponto mais bonito; e a partir dali, no último segundo em que os vi, rezei aos céus para que eu os reencontrasse. À tua espera, o amanhã torna-se mais incerto que antes. Com um semblante cativante, uma doce melodia toca em minha mente, e meu coração, que antes era como um mar revolto em uma forte tempestade, encontra a calmaria depois de um tempo quase que infinito. Uma garota singular, seu rosto calmo como uma pequena estrela a brilhar.

⁠Você era o sol mais eu nunca fui a sua lua

⁠Pessoas que comem pouco ficam famintas, e pessoas que recebem pouco afeto ficam carentes.

"⁠Vivemos caçando nossos próprios fantasmas, e quando viramos um percebemos o quê fizemos"- Jonatham

⁠Quem pensa somente nos seus problemas, prejudicará os outros, mas quem pensa somente nos problemas dos outros, prejudicará a si próprio.

Estou exausto. Desejo partir, anseio por liberdade. Livre para um lugar onde eu possa me aconchegar sem medo, Um lugar onde eu não precise competir para estar, onde eu não precise me desfazer para fazer algo, um lugar onde eu tenha um cantinho para descansar, onde todo café é quente e toda conversa termina em risada e não em silêncio.

Bom dia. Te escrevi uma carta de despedida. Já peço desculpa, porque depois dela acho que não nos veremos mais. Então, leia e, se quiser, pode tentar ficar e me ajudar a entender onde tudo mudou.
Sei que vai ser triste a sua partida, mas, se você também ficar, vai ser mais doloroso ainda, pois sabemos que isso só iria nos prejudicar. Digo que foi bom enquanto durou, mas foi péssimo quando terminou. Senti como se estivesse perdendo meus sentimentos a cada segundo que via sua mensagem pedindo para ser livre.
Sei que não foi por neurose nem por inseguranças. Sei que foi por não estar pronta para receber uma quantidade absurda de amor e energia boa, pois, como você sempre me dizia, nunca foi realmente amada em voz alta. E, quando finalmente foi, meus gritos de amor te assustaram, e você correu, com medo e assustada por não saber lidar com tudo isso.

Sei que vai ser triste a sua partida, mas se você também ficar vai ser mais doloroso ainda. Pois sabemos que isso só iria nos prejudicar.
Digo que foi bom enquanto durou. Mas foi péssimo quando terminou. Senti como se estivesse perdendo meus sentimentos a cada segundo que via sua mensagem pedindo para ser livre.
Sei que não foi por neurose nem por inseguranças. Sei que foi por não estar pronta para receber uma quantidade absurda de amor e energia boa.
Pois, como você sempre me dizia, nunca tinha sido realmente amada em voz alta. E quando finalmente foi, meus gritos de amor te assustaram… e você correu, com medo, sem saber lidar com tudo isso.

“Nenhum ser humano está realmente sozinho, porque toda existência está conectada.”

A sua agressão fere a minha alma e o meu coração.

🎶Os sons que me escapam🎶
Particularmente, amo a música.
Seja aquela batida alegre que fazemos com os dedos contra a mesa quando estamos alegres;
Seja aquele som estranho que sai após rirmos demais de uma piada boba;
Seja o ritmo suave em que as lagrimas caem, misturando a melancolia com algo próximo ao amor, e ditam o formato de suas bochechas.
Seja, até mesmo, a música favorita de um amigo distante que ecoa no radio após tanto tempo, recordando o passado.

Os sons residem comigo, carregam uma parte de mim que ninguém mais tem e flutuam pelo mundo, como se fossem apenas meros barulhos- e não como o amontoado caricato dos meus sentimentos mais profundos. Uma orquestra mal organizada de tudo que sinto e deixo de sentir, tudo que bagunço e arrumo, de tudo que há- e também falta.

A minha música ecoa por paredes rígidas demais, mas que com sua intensidade faça com que o soar mais suave penetre nas vigas mais pesadas; edificando o lar instável da mente barulhenta que apenas busca reciprocidade, musicalidade e significado. Perdidos nos ruídos abstratos que viajam, mesmo sem minha permissão e saber, ao redor de cada esquina perturbada.

Ainda assim, os sons continuam.
Não pedem para ser entendidos, nem traduzidos —
apenas acontecem, como se soubessem o caminho de volta para fora de mim.


Às vezes, penso que eles não querem ser guardados.
Que nasceram com essa vontade estranha de partir,
de se perder no mundo e tocar alguém por acidente.

🎼

Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.


Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.


Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.


Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.


E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.


Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.


E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.

Sempre volto ao início.
Às séries que já sei de cor,
ao filme onde ainda choro,
às mesmas vozes
que nunca aprendi a calar.


Há algo em mim que não solta —
correntes invisíveis
marcando meus pulsos,
puxando devagar
tudo que tento deixar.


Dou um passo à frente,
mas o chão pesa.
Um “e se?” se aloja no peito
como uma pergunta sem resposta,
ecoando mais alto
que qualquer certeza.


Carrego risadas antigas
como quem guarda relíquias,
mas são elas que me quebram:
memórias rasgam por dentro
e levam pedaços meus
sempre que voltam.


Sinto sua falta
mais do que digo.
Sinto medo
mais do que admito.
E desejo o amor
como quem precisa respirar.


“Sinto muito” —
palavras que nunca chegam,
desculpas que se perdem
no silêncio que ficou.


E eu erro de novo,
volto de novo,
revivo de novo —
um ciclo que se fecha
antes mesmo de terminar.


Confundo passado com presente,
visto lembranças como futuro,
e me perco
no que já não existe.


Diziam que a saudade matava.
Mas não —
ela é mais lenta que isso.


É um veneno fraco,
escorrendo pelas horas,
corroendo por dentro
sem pressa de acabar.


O passado já passou,
o veneno já secou —
mas o gosto amargo
ainda mora em mim.


E, mesmo assim,
eu volto.