Eu sou tudo e nada

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⁠O homem tem tudo em suas mãos, e tudo lhe escapa por entre os dedos por pura covardia.

Fiódor Dostoiévski
Crime e castigo (1866).

TUDO DE CUSCUZ.

No nordeste aqui é luxo
é a mais nobre iguaria
é quem rega o cartucho
que dá força a cada dia
pra aguentar esse repuxo
coloque cuscuz no bucho
e recarregue a bateria.

Tudo no início é bom e incrível. Os presentes, as surpresas, os amores... a vida.

''Não diga,tudo está perdido,pois há um novo começo.''

Às vezes apoiar não é concordar com tudo, é cuidar, é alertar, é ficar do lado mesmo quando dói.

É na infância que tudo começa,
no olhar atento, no gesto que acolhe.
Uma mão que cuida, uma escola que observa,
um educador que não se omite.
Entre histórias, rotinas e afetos,
plantamos vínculos, proteção e amor.
Porque educar é também proteger,
e cuidar é o mais bonito ato de ensinar.
Que cada criança encontre na escola
um lugar seguro para ser, crescer e sonhar
Gotinhas de Amor.

⁠Se a gente nunca mais se encontrar nessa vida, tudo bem, quero que saiba que te desejo o melhor. E quem sabe, em uma outra vida, a gente tenha mais sorte e coragem.

Não sei viver sem amar você
e sinceramente nem quero aprender
pois tudo é melhor assim
com você do início ao fim.

Quem era Darlyane naquele lugar?
A que lutava nos treinos
ou a que guardava tudo no pensar?
Uma imagem,
várias vozes.
Era mais fácil rir
do que encarar o algoz.
Perdi minha meminha,
minha mochilinha —
era minha?
Ou de outra pessoa
nesse caos,
nessa ventania?
Foi o mais difícil de compreender:
enquanto ela chamava por ela,
outras vozes
a fizeram descer.
Era puro.
Pena que deu tudo errado.
Precisou de uma mensagem
pra rasgar a verdade
diante do estado.
Os ferros tonificaram a dor.
O suor não veio.
Veio o choro incolor.
Sinto falta da sua poesia
que compunha minhas melodias.
Foram dias e dias
da sua sina
pra querer ter, ao meu lado,
minha melhor companhia.
Pena que, por um momento,
fiquei só.
Quis você ao meu lado
e, mais uma vez,
fiquei só.
Era pra ser o segredo
mais bem guardado,
mas tudo ficou preso
no meu subconsciente:
abstrato,
intercalado.
Mandei mensagens
pra pessoas
que nem sei
se ficaram ao meu lado.
E algo em mim doeu
como a dor de um parto —
não nasceu ninguém,
mas eu perdi algo
que nunca mais voltou igual.

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Me diz como é perder tudo.
Me conta sobre as vozes que imperam no submundo,
sobre o silêncio que às vezes pesa mais que o próprio grito.
Me fala se és fogo ou faísca,
se és o gelo que congela a vida
ou o vento que alivia o verão.

Poderias ser o mormaço depois da chuva num dia bom,
poderias ser a calma,
mas me lanço na tua piscina
e percebo que ela é rasa demais
pra tudo que não se explica
e nem sempre ameniza.

Somos, às vezes, como um coração de mãe
tentando dar tudo —
mas também somos os ingratos do mundo.

Feito pássaros, sigo a voar,
mas quis por uma fênix no meu pensar.
Meus pensamentos voam como o vento,
sou como a erva que desfaz a paisagem
perante o firmamento.

Minhas palavras ecoam pela imensidão.
Joguei minha rede ao mar
e ainda não sei se fisguei uma verdade
ou mais uma contradição.

Quem sempre quer está certo,
Tampa seus ouvidos com a ignorância
e tudo que vê é seu reflexo
Suas bocas são como correntes, e sua língua formato de gancho.
Quem procura se auto afirma a qualquer custo
Sem percebe, acabam a se mesmo acorrentando

Há momentos na vida em que tudo parece árido: os afetos se retraem, as respostas não chegam e o silêncio pesa mais do que o ruído. Chamamos esses períodos de “deserto”, como se fossem castigos ou abandonos. No entanto, o deserto não é um lugar de morada, mas de travessia. Ele existe para ser atravessado, não para nos aprisionar.

No deserto, o supérfluo cai. O excesso se dissolve, as ilusões se queimam sob o sol inclemente, e resta apenas o essencial. É ali que aprendemos a escutar a própria consciência, a reconhecer limites, a perceber que a força não nasce do conforto, mas da necessidade de seguir adiante mesmo com poucos recursos. A escassez educa o olhar e afina o espírito.

Toda travessia transforma. Quem entra no deserto não sai o mesmo, porque o caminho ensina aquilo que a abundância não ensina: paciência, humildade e confiança. O deserto obriga a caminhar com atenção, passo a passo, lembrando que cada avanço, por menor que pareça, já é um sinal de vida e resistência.

Por isso, quando o sofrimento se fizer presente, não o tome como destino final. Ele é passagem, não residência. Permanecer no deserto é desistir do horizonte; atravessá-lo é afirmar que há um depois, que há terra fértil além da aridez. A fé, a esperança e a coragem são como bússolas silenciosas que apontam para a saída, mesmo quando os olhos ainda não a veem.

Assim, lembre-se: o deserto não define quem você é, apenas revela quem você pode se tornar. Ele não anuncia o fim, mas prepara o recomeço. Caminhe. O oásis existe, e a travessia, por mais dura que seja, sempre conduz a um novo amanhecer.

Há uma dignidade silenciosa em não reagir a tudo. O ser que amadurece percebe que responder a cada provocação é ainda estar preso ao jogo do outro. A verdadeira força não se manifesta no confronto constante, mas na capacidade de escolher onde a energia deve permanecer — e onde o silêncio já é resposta suficiente.

A maior liberdade não é fazer tudo, mas não precisar de tudo. Quando o desejo deixa de governar como tirano, o ser passa a escolher com clareza. E descobre, enfim, que autonomia não é excesso de opções, mas fidelidade ao que não se negocia.

“O piche satisfaz o homem quando é usado para asfaltar; quem deseja ter tudo precisa, antes, conquistar.”

"Quando uma luz é encontrada no fim do túnel, tudo volta a renascer."

“Uma caneta bem preparada dá a tudo o que escreve o seu melhor alicerce.”

“Deus está presente em tudo;
nós, porém, apenas no que nos convém.”

É curioso como o todo se dissolve
e se transforma em um tudo incerto.
Peço uma pausa —
a cabeça gira,
e o medo encontra morada.

O amor, outrora suave,
capaz de embalar o coração,
até aquele que nos lança
à vertigem do “te amo”,
perdeu o encanto
e virou eco vazio no mundo.

Antes, era açúcar cobrindo a alma;
hoje, carrega um amargor silencioso,
que caminha junto
ou nos espera,
paciente,
em algum ponto do tempo.

O amor migra no tempo
Quando amamos, tudo é real. Mas, quando esse amor migra para o passado, os anos vão passando e nós seguimos aqui. Até o tempo se dilui, a ponto de quase não restarem lembranças. Nada resiste ao tempo, principalmente quando o coração se perde no espaço, na dimensão da eternidade.
Autor: Yonne Moreno