Eu sou tudo e nada
Quanto mais aprendo menos me conheço
se me aprofundo enlouqueço
Rasgar-me despir-me do meu eu
nada adianta porquê meus olhos não veem
Quem sou eu? não sei!
Diante do meu semelhante cresço
mas de mim esmoreço
sou fraco, pequeno indefeso
mas grande quando presa
se pra subir tem que descer
humilhado seja
melhorar, discutir dividir e até somar
para diminuir os devaneios
a quem possa interessar
afinal quem sou eu?
Quem eu sou?
Eu não sei dizer.
Sou uma alma perdida,
Sou alguém que não sabe de nada.
Sou alguém que quer saber de tudo.
Sou alguém solitário?
Ou sou alguém que se importa demais?
Me importo com o que dizem?
Me importo com o que pensam de mim?
Não sou ninguém,
Só alguém perdida,
Que não sabe o que é amizade direito,
Que não é madura, mas tenta ser.
Sou alguém que muita gente não aprova.
Me criticam.
Mas por quê?
Como ter liberdade,
Se a cada vez mais somos julgados?
Como ter direito,
Se alguém chega e tira tudo de nós?
Como vamos recompensar,
Se a pessoa ainda está presa ao que fizemos?
Se sou uma nova pessoa,
Por que pensam no meu antigo eu?
Se sou livre,
Por que não me sinto assim?
Perguntas que ninguém tem todas as respostas,
Mas teremos sempre elas.
Quem sou eu?
Nada que você não seja igual ou melhor!
Quando eu for deselegante e de mim surgirem
os piores atos, as palavras mais ferinas, o tom mais agressivo... Acredite: esse sou eu!
Agora quando notar que de mim sairam as melhores ideias
os melhores conselhos, as palavras mais amáveis
ou sorriso mais bonito... Pode ter certeza: esse é você!
Todos somos um e no meu momento mais sublime
eu me inspiro na melhor parte de mim, que é você!
Sim, sei quem sou. E, nada tem a ver com o que você presume, deduz ou até mesmo julga. Quem sabe seja uma questão de prisma, dos ângulos que você observa. Conheça!
" NADA! "
Passaram-se já alguns anos e nada, permaneço igual
Tal igual as ruas esboracadas do meu bairro
Já fui tanta coisa mas nada, arranca de mim o que Eu tenho de racional
Como a dita fantasia dos sonhos acordados
Ás vezes me sinto tão insuficiente para mim mesmo
Eu tenho medo de fechar os olhos e abri-los quando velho
Meu pensamento tornou-se insignificante como todo o resto
Perdi meu ser crítico para este senso comum modesto
Ainda ontem tinha catorze e hoje celebro os meus vinte e três
Passei por tantas transformações e lições dos quartéis
Não sei se estas palavras surgem da embriaguez
Mas nada produz um sentimento como se Eu tivesse alguma invalidez
Não me arrependo de ter sido Eu mesmo
Mas de cada acto meu que foram tão pequenos
Quando precisei ser grande fui sereno
Como se Eu fosse as gotículas de águas que chamam sempre pelo o inverno
Os sonhos desgastam-se quando nos desapontamos
A paciência e a persistência ás vezes nos abandonam no combinado
A coragem segue os fracassados
Pois nada ocorre conforme pensamos
Quando me perguntam por que que eu não gosto do Natal, eu tenho uma razão bem simples: eu nasci no Natal.
Se eu tomei uma pancada na cabeça e perdi a memória, basta baterem na minha cabeça novamente que a memória volta.
Parece que eu acordei de um sonho, e aí eu olhei pra você, nossos filhos, nossa vida. E isso me fez perceber que tudo isso aqui é valioso. É como se eu dissesse pra mim mesmo que eu preciso viver esse momento.
Do topo ao nada, do nada a tudo
Cheguei ao topo! E do topo fui ao nada em muitas coisas;
Cheguei ao topo na carreira profissional, ganhei prêmios, reconhecimento, bônus, viagens, etc
Veio a pandemia e aos poucos as margens áureas que ressoavam em mim foram aos poucos se desvanecendo. Do topo ao quase nada.
Cheguei ao topo na vida amorosa com o casamento. A partir do nascimento do meu filho desejado e amado, problemas na simbiose conjugal, crise financeira, recuperação e quando desta, a decepção. Tudo virou nada. Um enorme vazio, mergulhado em tristeza. Por compaixão sei lá se divina ou não, consegui sobreviver mergulhado nas profundezas das águas sem nenhum cilindro de oxigênio que me permitisse respirar. Carros viraram pesadelos. As tardes ficaram escuras. Meus dias desorientados. Horas que eu achava que passavam, mas não, elas (as horas) resolviam passear na minha mente em fleshbacks intermináveis derivados da imaginação de uma pessoa que teve de se encostar nos traumas que foram inseridos goela abaixo.
Busquei a luz, encontrei a luz quando emergiu o homem que ficou em mim escondido....cheguei ao topo, mas no topo me vi na desorientação, pois os medos e traumas insistiam numa perseguição interminável e feroz, similar a do mocinho contra o bandido.
Agora do nada, no nada, sem nadar ou remar....Apenas sigo em frente, mas na mente fazendo um tudo ou nada numa paráfrase do nada ao tudo.
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