Eu sou tudo e nada
Quer conhecer verdadeiramente uma pessoa?
Veja como ela trata quem não tem nada a lhe oferecer. Humildade...
Aquele que com os olhos abertos não vê o que está bem nítido não precisa de mais nada, se não lavar os próprios olhos para ver.
Teus pensamentos são gavetas abertas, onde cada bagunça tem sentimento.
Nada está alinhado, nada é exato,
mas tudo pulsa em verdadeiro momento.
Se amar é aceitar o avesso da ordem, eu escolho teu doce descontrole.
Porque no teu jeito desorganizado,
meu amor encontra o seu norte.
Há segredos escondidos nas suas pausas,
senhas disfarçadas no jeito que me olha.
Nada se abre à força —
é preciso errar, voltar, tentar de novo.
Como todo quebra-cabeça raro,
o valor não está na resposta,
mas no tempo que a gente aceita gastar.
"O mundo seria incrivelmente mais pacífico se quem não sabe nada guardasse suas opiniões para si. Sem boatos e mentiras, a má-fé finalmente perderia o poder de guiar os ignorantes."
Reviver o passado é nada atraente, porém intrigante. Ele tem o cheiro, a aparência e o gosto da morte!
170726
Você acorda, enxerga o mundo e
reclama da vida.
Há quem acorda sem enxergar nada...
e ainda assim supera você na vida.
Quando você compreender
que é o único responsável
pela sua vida,
nada mudará suas escolhas
nem seus caminhos.
Nada é por acaso!
A vida tem seus meios surpreendentes de comunicação, portanto não queira entender o despretensioso encontro que vira amor para a vida inteira, a misteriosa oportunidade de ajudar o próximo, o “não” repentino que lhe abre portas improváveis, o erro cometido que obriga você a levantar e recomeçar com excelência.
Bom dia! Passando para lembrar que Jesus Cristo te ama. Confia e Creas que nada está atrasado, Deus está trabalhando por você. Segue firme na sua fe.
Resposta
Queria um cafuné e amor seu, só pediria isso e mais nada. O toque suave dos seus dedos em meu cabelo, como se cada fio fosse uma corda de violão, ressoando uma melodia de paz e aconchego. Ah, se eu pudesse ter pedido apenas isso, teria sido o suficiente para iluminar meus dias sombrios.
Deveria ter visto mais o sol se pôr. Deveria ter aproveitado mais aqueles momentos simples, onde o céu se tingia de cores que só o amor sabe pintar. Será que eu sei que você era mesmo tudo aquilo que me faltava? Hoje, nas entrelinhas do crepúsculo, vejo que sim, você era a peça que completava o meu quebra-cabeça de sonhos.
Hoje eu leio as poesias que eu fiz pra nós, cada verso carregado de uma esperança que parecia infinita. Não sei por que razão tudo mudou assim. Ficaram as canções e você não ficou. E nas melodias que ainda ecoam, sinto a ausência do seu ritmo, da sua voz.
Ainda lembro o que eu estava lendo, tentando encontrar nas páginas a resposta para o vazio que você deixou. Só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz. E ainda espero resposta, como quem aguarda o desabrochar de uma flor em pleno inverno.
Quando chegar o momento, esse meu sofrimento vou cobrar com juros, juro. Não por vingança, mas por justiça ao coração que te amou sem medidas. Que coincidência é o amor, cruzando nossos caminhos em momentos tão precisos e, ao mesmo tempo, tão incertos.
A nossa música nunca mais tocou, e cada nota ausente é um lembrete do que perdemos. Pra que usar de tanta educação, pra destilar terceiras intenções, desperdiçando o meu mel? O amor verdadeiro não precisa de subterfúgios, de máscaras ou disfarces.
Devagarinho, flor em flor, você foi beijando novas primaveras, enquanto eu permaneci no outono do adeus. Entre os meus inimigos, beija-flor, encontrei a solidão como companhia constante, lembrando-me que o amor, de dentro pra fora, ainda é o que mais me define.
Família
Se nada nesse mundo é por acaso
Imagina se então seria
A união do amor e a felicidade
Juntos numa só família
Mesmo que não fora de sangue
É unidade na tristeza e na alegria
Família é o sonho mais lindo
Que a gente pode sonhar
É o sorriso que já vai se abrindo
Antes mesmo de chegar
É aquele brilho espargindo
Na porta, ao te ver entrar
Dois anjos e um amor
Só pode ser obra divina
O amor que eu sempre sonhei
E as minhas duas meninas
Que preencheram perfeitamente o espaço
Vazio que no meu peito tinha
Família é presente de Deus
É cuidado, proteção é vigília
É oferecer todo o amor guardado
Para a tão sonhada família
É gratidão por hoje ter o amor da vida
um cachorro e lindas filhas
Depois de passar cerca de três meses parado, gastando muito e sem ganhar nada, surgiu uma oportunidade de voltar a trabalhar na área energética.
Tudo começou numa conversa com um amigo que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança. Como seus clientes eram empresas do setor elétrico, ele comentou sobre uma fábrica em São Bernardo do Campo que produzia escadas para concessionárias de energia e tinha a intenção de entrar no mercado de linha viva, justamente a minha especialidade.
Ainda decepcionado com a experiência da empresa anterior, ouvi a proposta com certa desconfiança. Porém, como precisava urgentemente voltar ao mercado de trabalho, resolvi conhecer a empresa e conversar com seu proprietário.
O dono era o Sr. João, um homem de aproximadamente sessenta anos, cheio de ideias e entusiasmo, embora com poucos recursos financeiros para investir. Os equipamentos utilizados na fabricação de ferramentas para linha viva eram caríssimos e, pior, não eram produzidos no Brasil.
Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica de escadas para o setor energético e, ao lado dela, um enorme galpão onde eram fabricadas escadas domésticas, bancos-escada e tábuas de passar roupa, produtos destinados ao mercado residencial.
Como eu já estava há algum tempo sem trabalhar, acertamos uma experiência voltada aos setores elétrico e telefônico. O salário era bem inferior ao que eu recebia na empresa anterior, mas minha situação não permitia muitas exigências.
Comecei realizando um trabalho de divulgação das escadas junto às companhias elétricas. Como eu já conhecia muitos clientes daquele segmento, o desenvolvimento do trabalho foi relativamente fácil. Em seguida, passei a atuar também no setor telefônico.
Atendendo a solicitações das concessionárias de energia, desenvolvemos algumas escadas especiais montadas sobre veículos. Com esses equipamentos voltei a viajar, embora em uma frequência muito menor do que nos tempos anteriores.
Com o passar do tempo, após a saída do gerente da área doméstica, acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas.
Foi nessa época que vivi um episódio que jamais esqueci.
Certo dia, eu conversava em minha sala com minha esposa sobre a situação da minha sogra. Ela estava muito doente e internada em um hospital de Osasco. Seu estado de saúde se agravava a cada dia, e o atendimento que recebia nos preocupava muito.
O Sr. João entrou na sala e ouviu parte da conversa. Ao entender o que estava acontecendo, pegou o telefone e ligou para um amigo que era diretor do Hospital de São Caetano.
— Qual é o nome da sua sogra? Em qual hospital ela está internada?
Passei as informações.
Ele falou com o amigo, explicou a situação e, ao desligar, disse apenas:
— Vamos tirar ela de lá.
E foi exatamente o que aconteceu.
Minha sogra foi transferida para o Hospital de São Caetano, onde permaneceu internada por cerca de trinta dias. Recebeu um atendimento excelente e saiu de lá recuperada.
Naturalmente, minha preocupação seguinte foi com os custos.
— E a conta, Sr. João? Como vamos pagar?
Ele respondeu com a maior tranquilidade:
— Não se preocupe. Quando ela chegar, a gente dá um jeito.
Algum tempo depois a conta chegou. Eu nunca soube o valor. O Sr. João não deixou que eu a visse.
Mais tarde fiquei sabendo que ele ligou para o diretor do hospital e fez um acordo. Em seguida, carregou um caminhão com uma grande quantidade de tábuas de passar roupa, bancos-escada, escadas metálicas e escadas de alumínio, enviando tudo para o bazar beneficente do hospital.
O assunto morreu ali. Ele nunca mais comentou sobre isso.
Os anos seguiram seu curso. Continuávamos trabalhando e, de vez em quando, viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente no Rio Grande do Sul, estado pelo qual ele tinha uma admiração especial. Adorava ir a Caxias do Sul.
Até que um dia a telefonista transferiu uma ligação para minha sala.
Do outro lado da linha estava o diretor de uma empreiteira que prestava serviços para a CESP — Centrais Elétricas de São Paulo. Chamava-se Dr. Rubens.
Ele disse que precisava tratar de um assunto confidencial e perguntou se eu poderia encontrá-lo no dia seguinte.
Conversei com o Sr. João e expliquei que uma empresa havia me procurado, mas que eu não fazia ideia do motivo.
Na manhã seguinte fui ao endereço combinado.
Ao chegar à portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com o Dr. Rubens.
O porteiro respondeu:
— Aqui não tem nenhum Dr. Rubens.
Estranhei.
— Claro que tem. Ele marcou uma reunião comigo.
Nesse momento o telefone interno tocou. Após atender, o porteiro mudou imediatamente de atitude.
— Desculpe, eu me enganei. Ele vai recebê-lo.
A conversa foi cordial, mas algo me chamou a atenção. De cada dez palavras que o Dr. Rubens dizia, oito eram sobre a Munck.
A Munck era, naquela época, a maior fabricante de guindastes da América do Sul. Tinha sua principal fábrica em São Paulo, filiais no México e na Argentina, distribuidores espalhados por toda a América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio.
Era uma gigante do setor.
Ao final da reunião ficou evidente para mim que alguém queria me contratar, mas não era aquela empreiteira.
Apesar da insistência, deixei claro que não tinha interesse imediato na proposta. Mesmo assim, prometi pensar e dar uma resposta no dia seguinte.
Saí dali e segui para o trabalho.
Durante o caminho, uma conclusão se formou naturalmente na minha cabeça: quem realmente estava tentando me contratar era a Munck.
Assim que cheguei à empresa, peguei o telefone e liguei diretamente para a fábrica da Munck.
— Gostaria de falar com o Dr. Rubens.
A telefonista perguntou quem estava ligando. Eu me identifiquei.
Poucos segundos depois ele atendeu.
Não fez apresentações nem rodeios.
Perguntou apenas:
— Quando você pode vir conversar aqui na Munck?
Foi naquele momento que percebi que minha vida estava prestes a mudar mais uma vez.
E mudou.
* Retrospectiva 2025*
"Tem gente que chega do nada na nossa vida e faz um burburinho de bondade no coração que, em um segundo, todas as tristezas passadas viram realmente passado. A gente compreende o porquê de ter passado por tantas provações. Acho que é o significado de validação: saber filtrar o que realmente vale a pena manter distância e, principalmente, o que devemos cultivar com amor.
2025 foi pesado, tenso, corrido e, ao mesmo tempo, um ano de grandes revelações. E o que pesou mesmo foram todos os bons momentos. Esses, eu vou continuar regando para que em 2026 cresçam e floresçam. Os livramentos já até deixei para trás.
A vida é muito boa para se perder tempo remoendo o que não nos acrescenta nada. Seja muito bem-vindo, 2026! 😉"
Allan
Filho de Jéssica e Darlan.
Não foi premeditado e sim planejado
Um fruto nada proibido
Crescendo com muito amor.
Allan,allanzinho
Bebê, tinenem
Que tudo te seja simples
Na grandeza deste mundo
Nem raso nem profundo
Na medida certa, seja o amor.
Tanto dado quanto o retribuído
₍ᐢ._.ᐢ₎♡ ༘𓊆ྀི❤︎𓊇ྀི
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