Eu sou tudo e nada

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Nada mais elegante do que ter leveza dentro da gente.

Se nada mudar, faça acontecer.e quando mudar permita continuar que as mudanças continuam acontecendo.e se difícil ficar tudo na vida,vista sua armadura e vai a luta,enfrente, vista se de coragem e determinação e não desista nunca,pois a vitória vem sempre em um novo amanhecer junto ao sol que se levanta. Porque haverá um novo amanhecer onde sua caminhada,seus objetivos serram alcançados, porque sua determinação em busca de um futuro se fez tornar tudo muito mais fácil. E agradeça,seja humilde,entenda que chegastes onde ninguém jamais chegou. E não haverá tristeza que irá rondar sua vida,pois você está protegida com a armadura de Deus. E em seu coração não há espaço para a tristeza,porque ele está cheio de alegria.e essa alegria tem que ser passada adiante,contagiando cada pessoa que em seu caminho passar,espalhe esperança, felicidade,amor,e permita se sempre recomeçar em um novo amanhecer. Bom dia.....

Fazer o certo pelos motivos errados é a mesma coisa que não fazer nada.

O maior amor que existe é o de Jesus por nós. Nada escapa ao Seu olhar e nada é grande demais para Suas mãos. Coloque diante d’Ele suas preocupações e permita que Ele conduza sua vida com paz e propósito.

A FLOR NASCE ONDE NADA DEVERIA NASCER.
CAP. XXII.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 2025.
A flor nasce onde nada deveria nascer. Não por milagre, mas por insistência ontológica. O deserto não a acolhe, não a protege, não a celebra. Ainda assim ela surge, portando em si uma dor que não reclama e uma beleza que não pede testemunhas. Sua raiz aprende cedo que viver é beber da escassez e transformar a aridez em seiva lenta. Essa flor não ignora o sofrimento. Ela o conhece intimamente e por isso floresce com gravidade.
O filósofo aproxima-se com o passo de quem já atravessou muitas ideias e poucos silêncios. Catedrático do pensamento, erudito da linguagem, traz nos olhos o cansaço de quem compreendeu demais e ainda assim não encontrou repouso. Ele observa a flor não como botânico, mas como consciência ferida. Reconhece nela aquilo que sempre buscou formular. A dor que não se justifica. A beleza que não consola. A permanência que não promete recompensa.
A flor bebe do deserto sem pedir permissão. Cada gota é extraída do nada. Cada pétala sustenta um equilíbrio improvável entre o colapso e a forma. Nela a dor não é acidente. É condição. E exatamente por isso é sublime. O filósofo compreende que toda construção interior digna nasce dessa mesma lógica. Não do excesso, mas da falta sustentada com lucidez.
Quando ele se inclina, não é para colher. É para aprender. A flor não oferece respostas, mas oferece água. Não água abundante, mas suficiente. O suficiente para que o pensamento não morra de sede. Ao beber, o filósofo percebe que também dá de beber. Sua atenção, seu silêncio, sua presença devolvem à flor aquilo que ela jamais pediu, reconhecimento. Entre ambos estabelece-se uma ética muda. A flor ensina a permanecer. O filósofo aprende a não exigir sentido imediato.
Ao íntimo esse encontro revela uma verdade incômoda. O espírito amadurece não quando elimina a dor, mas quando aprende a sustentá-la sem deformá-la. A flor não nega o deserto. O filósofo não nega sua fadiga. Ambos coexistem com o limite. Essa coexistência é o que permite que algo permaneça vivo sem se iludir.
Há algo de profundamente lúgubre nesse cenário. Não há redenção visível. Não há promessa de chuva. Apenas a continuidade austera de existir. Ainda assim, há dignidade. A flor não se curva. O filósofo não se desespera. Entre eles circula uma compreensão silenciosa. A dor pode ser morada. A aridez pode ensinar. O pensamento pode beber sem se embriagar.
E assim, no coração do deserto, a flor segue aberta não para ser vista, mas para ser verdadeira. O filósofo afasta-se transformado não por esperança, mas por clareza. Ambos permanecem. Um enraizado. Outro caminhante. Unidos por uma dor que não pede piedade e por uma beleza que não se explica, apenas se sustenta.

O nada é o que nada faz, e o que⁠ faz torna-se o que faz.

⁠Extremamente miserável é aquele que não possui nada além do dinheiro.

Aprendamos a cuidar dos que nos querem bem. Nada é tão valioso quanto aqueles que não têm preço.⁠

Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!


A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.


Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

⁠Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!

⁠Dele, quase ninguém sabe mais nada… só sabe postar no Pensador.

Não fiquem pensando em coisas que aconteceram no passado, isso não é nada bom, pense em algo novo, algo que ja começou a realizar, perceba o que esta acontecendo ao seu redor!. Feliz sexta-feira
BOM DIA!🌹✨️

Se a alma não fosse imortal, a vida seria pouca coisa e a morte seria nada.
sfj,pensamentos⁠

Se só existissem dias felizes, na verdade, não seriam dias de felicidade, pois nada haveria para comparar, nenhum contraste para que o sentir se tornasse real.

O paradoxo do vazio que me habita é como um quarto com janelas abertas para o nada, ali encontro solidão e liberdade, medo e um estranho alívio que me sussurra para ficar.

Quando o corpo desaba, a alma ruge no silêncio da exaustão, arde o fogo indomável que nada pode extinguir.

Não há estrada que volte, nem pegada que se refaça. O tempo não devolve nada,
ele apenas arranca.

Nada apaga meu olhar, ele carrega a chama da esperança.