Eu sou tudo e nada
Sou do tipo que tenta entender, decifrar até perceber que não existe mais vestígios de nada.
Somente a partir daí consigo seguir em frente! ;)
Pequeno
A floresta estava escura
e do nada amanheceu
De repente olharam a criatura
Prazer,sou eu
Quando acordei
estava arrumadinha
atras dos meus pais chorei
parecendo uma princesinha
Com um tempo mamando
nasceu meu primeiro dentinho
parecia um coelhinho
Levando vida mança
E na calçada brincando
velhos Tempos de criança
É mais ou menos assim
Não sou um labirinto para ser desvendado
Não estou lhe escondendo nada
Você me conheceu nos primeiros minutos de conversa
Não tenho muito a dizer sobre mim, só que não faço joguinhos
Serei sempre verdadeiro.
Isso não quer dizer que sou uma pessoa fácil de lidar.
Mas afinal, quem é ?
Sou assim, linda, criativa, menina mulher e senhora vivida, mãe amiga e fera ferida, e nada, nem por decreto, tira o amor que tenho pela vida!
Acho que sou apenas um pedaço de um nada, esperando sua vez de morrer. Todos temos uma missão nesse mundo, mas ainda não descobri a minha. Todos amam, todos tem uma vida social bela (ou pelo menos acham que tem), mas eu não, sou sozinho por dentro, não tenho mais nada pra confiar, dogmas à seguir, crenças para rezar. Sou apenas um nada, nada. Apesar de todos os problemas que tenho, tenho a leve impressão que estou fazendo certo, apesar das dificuldades da vida, um dia tudo dará certo um dia.
''Por fora posso parecer durona e não ter medo de nada, mas por dentro sou só mais uma garota sensível q tem muitos medos.''
Sou a favor da sinceridade. Tipo: Se não estar mais afim é só falar. Nada de enrolar ou falar coisas vazias. É sim ou não e pronto.
Faço versos por ser sensível.
Não tenho nada de poeta.
Sou tão somente um homem que chora
e que se afoga na inocência da poesia.
Nada do que sei e do que acredito engrandece meu ego:
(sou, sei e acredito como três realidades distintas do eu)
Sabedoria é a capacidade de por a prova o próprio conhecimento a qualquer momento(independente desse se mostrar sempre certo) e estupidez é tanto o medo de se testar quando a incapacidade de aceitar quando o próprio pensamento se mostra errado.
Nisso acredito!
Toda vez que me trazem uma nova ideia, visão, compreensão do mundo, é o momento em que ponho minhas próprias visões em xeque, aquele que tem medo de se contestar é um grande covarde, e aquele que ter vergonha ou um grande ego pra admitir que já não tem mais argumentos, esse é um grande estupido, porque não é quando nossos argumentos vencem que somos sábios, é exatamente quando compreendemos onde eles falham, então só há crescimento dentro do debate, das discussões, jamais trocando suas ideias pelas de outros, mas aproveitando o que resiste à colisão das duas!
Por mais torta que possa ser um opinião, é melhor do que não ter uma própria, e por mais frustrante que possa ser mudar de opinião, é mais sábio que se manter com uma que não lhe trás argumentos.
Sabedoria também é saber separar o que se sabe do que se é, e assim poder corrigir a própria opinião sem se sentir menosprezado.
Esta é a minha opinião, nascida de mim(Helom Egídio), quem dela discordar que traga-me um ponto de vista imediatamente, e aceitarei o que delas resistir as contestações, sempre tendo espaço pra aprender um pouco mais!
Senhor..
Tu sabes que não valho nada
não sou digna do teu amor
Que sou lama, de onde todos fogem
ou têm medo de sujarem-se.
Só Tu sabes as minhas misérias
as minhas faltas, as minhas dores
Aumenta a minha fé, nos dias de chuva
a esperança nos dias de sol.."obrigado "!
Pedra...
A vezes,
penso ser pedra,
pesada
e imóvel,
sou nada.
Em outras,
plumas ao vento
e há ainda os dias
que me encontro
sobre a pedra
ou,
sob ela
me deixo,
mas há dias
que penso,
ser pedra e pluma.
Diante da Luz Vejo Jesus, na Escuridão nada vejo mas sou visto, já mais quero andar sem Luz sou caça fácil na escuridão!
“Descobri por entre todos os meus receios que sou o meu pior inimigo, que não sou nada além de antecipações.
Era como se a chuva fosse do chão de encontro ao céu num avesso majestoso. Era ver tudo invertido e se adaptar nesse compasso de tristeza bonita de se sentir. Saudade não é mais um sentimento, é uma veia colocada no lugar errado, dor de cabeça por tentar se transportar para onde o tambor do pulsar grita. Mas nunca dá. Porque você se tatuou em mim e eu me costurei em nós, desate um fio e o meu todo se esvai em desatinos. Já que não almejo encanto, separo então um canto para me reinventar. Mostro-me distraída com as paredes descascadas, perguntando-me se as paredes do ego também dispunham do mesmo formato concreto, impedindo as guerras emocionais de escapulirem pelos poros feito um inundar de amargura. Só queria esculpir o teu nu em estátuas, emoldurar os sorrisos para que nunca se dissipem do brilho dos olhos. Compreender que a nudez mesmo está escondida nos detalhes que só percebo depois dos seis lances de escada e um vinho barato. Confusa, talvez. Sentindo o incenso da tua presença, antes mesmo de sentir o afago do teu corpo. Ainda confusa, desvendando a incógnita de quão o mar sabe ser tão claro quanto teus olhos, que cerram atados diante de um fecho de luz. Tua serenidade não cobiçara os meus raios solares. Mudava de opinião como quem sucumbia às fases da lua, exibia a tristeza como quem rega flores artificiais, era pesaroso gostar do colorido de algo sem vida. Era desafiador despir as palavras para que fossem aceitas sem o desconfiar de um Cavalo de Troia. Eu me entreguei de coração aberto e alma limpa para virar apenas mais uma vítima corriqueira do “não era pra ser”. Esquece o roteiro, amor. Nem o aroma do teu perfume sabe a rota da saudade, mas mesmo assim sempre volta para me assombrar. Mais forte e incomum. Um recital fresco e perigoso como a madrugada, sem ecos e sem carnaval. Paralisa os meus sentidos e me faz perceber que comum mesmo são as outras pessoas que copiam o teu cheiro. Porque eu vejo poesia a cada esquina e a brisa me presenteia com o amargo da lembrança de um afeto bom. Eu sinto o murro na cara e encaro a fragrância insípida com lágrimas nos olhos e braços abertos. Tentando, ao menos, juntar as partes do perfume que há muito não me visita e comprimi-las no coração até transformá-las num cobertor de nostalgia bonita de se apreciar. Eu vou esquecer o teu nome, inventarei um bocado de outros pseudônimos que me façam cair na tapeação de caber em um amor do tamanho de um alfinete. Que não me faça sentir o pesar da despedida ou a melancolia de uma noite mal dormida. Eu vou esquecer a tua voz, e todas as palavras um dia proferidas irão caminhar para longe junto ao vento. Vou quitar qualquer compromisso com as manhãs nubladas e esquecer os teus vestígios escritos entre as nuvens. Eu quero uma passagem só de ida, bilhete de trem sem reembolso. Quero viver da sorte e não das possibilidades que prendem meus pés no chão.”
Mas pra quê a pressa, amor?
A eternidade é na rua de baixo, logo ali virando a esquina.
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