Eu sou tudo e nada

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Tudo depende de como é até quando você está disposto... O quanto você deseja, se for profundo... Será capaz de sacudir o mundo;

⁠Ei!
Você mesma que esteja lendo essas palavras
Se você ainda não realizou tudo aquilo que sonhou!
Não tem problema! Amanhã você terá outra oportunidade para estar realizada
E talvez o seu tempo ainda não tenha chegado
Tenha fé e paciência que logo Deus te fará honrada
Porque você é linda e empoderada, com a tua força tenho certeza de que é amada
Erga a cabeça e siga em frente, porque coragem e força você tem
Só falta insistência, otimismo e certeza também;

Agora não vou mais chorar; porque tudo o que chorei já foi o suficiente. Seguirei minha vida, tratarei de curar as feridas e espero voltar a amar. Talvez não como agora, mas estou seguro de que voltarei a amar. Algum dia.

O Amor é tudo na vida de quem ama, ame sem limites sem vírgulas e sem ponto final

Tudo se repete; pessoas, sonhos, vícios e desilusões...

Quando o peito apertar, tudo emocionar e a vontade de estar junto for maior que tudo. Não desista nunca por que não existe sentimento mais puro que amar.

Com o tempo a gente começa a duvidar de tudo que nos fizeram crer ao longo da vida!


08/10/25

Fechei meus olhos, tudo em silencio
ouvia meu coração pulsar.
Hoje tão sofrido, dolorido com magoas
da pessoa que tanto chegou amar.
olho para o céu começo a rezar
esperando que tudo isso logo venha a passar.

Foi tudo por causa desse amor louco que tenho por você.

O meu ciúme tem destruído tudo que poderia ser bom. Triste é que não é sem motivo. E mesmo quando não há, paira no ar a dor causada naqueles outros dias.

Como descobrir se o marido trai? Olha, homem é bicho burro. Deixa rastros em tudo o que faz. Só não descobre se não quiser.

⁠Relações falidas significam que não fizemos tudo que tínhamos que fazer.

⁠Aprendi que devemos dizer toda a verdade. Tudo que sentimos. O que aconteceu e porque aconteceu. Dessa forma não haverá mal entendido e nem brecha para o outro pensar coisas que nunca existiram.

Demorei para perceber que quase tudo, na vida, gira em torno da mesma obsessão: controle.


Chamam de organização.
De rotina.
De responsabilidade.


Mas é medo.


Medo do que pensa sozinho.
Medo do que cria fora do padrão.
Medo do que não se deixa domesticar.


Por isso contam horas, não ideias.
Presenças, não sentidos.
Corpos, não consciências.


Aprendi cedo que existir era caber.
No horário.
Na planilha.
Na expectativa.


E, para caber, comecei a diminuir.


Produzia mundos inteiros em silêncio,
mas ninguém via.
Porque não estavam interessados no que eu criava,
e sim no quanto eu permanecia disponível.


Não querem pássaros.
Querem gaiolas cheias.


Dentro delas, aprendemos a funcionar.
Não a viver.


Adoecer em segredo.
Cansar em silêncio.
Sorrir por obrigação.
Seguir por medo.


Quando o corpo falha, chamam de fraqueza.
Quando a mente cansa, chamam de desculpa.
Quando a alma sangra, chamam de drama.


E descartam.


Porque quem cai expõe a mentira coletiva de que todos estão bem.


Aprendi a esconder fissuras.
A maquiar exaustão.
A negociar comigo mesmo.


Caminhei entre leões.


Aprendi a linguagem do poder,
os códigos da conveniência,
o teatro da força.


Mesmo assim, nunca fui do grupo.


Era tolerado.
Nunca pertencente.


Presença sem raiz.
Voz sem território.


E, para continuar ali, virei útil.


Apoio.
Escada.
Ponte.


Sustentava projetos, egos, fragilidades alheias.
Enquanto ninguém sustentava a minha.


Confiei.
Acreditei.
Projetei lealdade onde só havia interesse.


A traição veio suave.
Educada.
Disfarçada de cuidado.


E no amor, foi ainda mais evidente.


Enquanto eu resolvia, eu existia.
Enquanto carregava, eu era necessário.
Enquanto servia, eu era querido.


Quando parei, virei ruído.


Foi aí que compreendi:
muitos não se relacionam com pessoas.
Se relacionam com funções.


Nesse ponto, algo quebrou.


Não foi romântico.
Não foi pedagógico.
Não foi bonito.


Foi brutal.


Percebi que eu tinha passado anos
me transformando em estrada
para quem nunca pretendeu caminhar comigo.


Eu era passagem.
Nunca destino.


E isso não gerou iluminação.
Gerou raiva.
Lucidez.
Desencanto.


Passei a desconfiar dos aplausos.
Dos convites.
Dos afetos fáceis.


Passei a ver o mundo como ele é:
um mercado emocional,
onde quase tudo é troca,
quase nada é vínculo.


Hoje eu não romantizo liberdade.


Liberdade dói.
Isola.
Cobra.


É andar sem garantias.
Sem plateia.
Sem proteção.


É perceber que ser inteiro
te torna inconveniente.


Que pensar demais incomoda.
Que sentir demais afasta.
Que não se vender custa caro.


Não virei herói.
Não virei exemplo.
Não virei cura.


Virei consciente.


E consciência não salva.
Ela pesa.


Você passa a enxergar
as engrenagens,
as farsas,
as dependências,
as manipulações.


E já não consegue mais fingir.


Hoje eu sei:


Não sou gaiola.
Não sou ponte.
Não sou sombra.
Não sou ferramenta.


Mas também não sou refúgio.


Sou território instável.
Cheio de ruínas, ideias, cicatrizes e silêncio.


Quem entrar, entra sabendo:
não ofereço conforto.
Ofereço verdade.


E verdade não acolhe.
Ela rasga.

⁠Faça uma reforma interior,
Plante novas flores
no seu jardim,
renove tudo ao seu redor
e vá em frente,
confiante no porvir!

⁠PACIÊNCIA,
sua hora vai chegar!
Tudo vai se encaixar
e seu céu ficará azul!
PENSE POSITIVO!

⁠O tempo sabe de tudo...
se chove ou faz sol,
só devemos esperar!
Às vezes, é necessáriol!

⁠Tudo vem,
Tudo vai...
o importante
é estar em PAZ!

⁠Acorde feliz,
ore sempre
e deixe com que
tudo de melhor
aflore na sua mente.

⁠Fale,
demonstre,
deseje,
lute
e faça acontecer!

Tudo só depende
do seu querer!