Eu sou tudo e nada
A Melhor Viagem
Me perdi
Me neguei
Me escondi
Me enclausurei
Não me sentia
Ninguém me via
Tornei noite
O que era dia
Na estrada me encontrei
Por medo, não acreditei
Procurei em oração
Senti Deus no coração
Por Ele agora sei
Que tudo que nunca achei
Está logo ali
A um passo de mim
Basta ter coragem
E um pouco de tristeza na bagagem
Pra nunca esquecer
Que a vida é a melhor viagem
Te amo com fúria
Te odeio com calma
És brisa que voa
És tempestade na alma
És riso que vem
Ausência que fica
Te sinto tão perto
Mas te perco de vista
És tudo que atrai
És tudo que fere
Tua leve distância
Em minha paz interfere
Tu és chuva intensa
Um rio que inunda
Mas preciso da paz
Da água calma e profunda
Assim me despeço
Sem culpa, sem drama
Pois nem todo amor que arde
É amor que se ama
Guardo o que não fomos
Com leveza e verdade
Às vezes, partir
É amar de verdade
Escrevi pra ti
Mas talvez pra mim
Boa semana, com fé no caminho
Vai dar tudo certo —
Confia Nele.
Ele está sempre por perto.
🤟🏼🖕🏼
Fases vem e vão e cada uma delas deixam lembranças boas e ruins, não se arrependa das coisas que fez pois seus melhores momento pode ter sido com seus erros
Gosto do teu cheiro, do som da tua voz
Do calor do teu corpo, do sabor do teu beijo.
Gosto de sentir a emoção que me dá a tua presença
Na verdade eu gosto de tudo de ti e em ti.
Autoria: Leila dos Reis
Tenho um traço tóxico que é: se você vacilou comigo e eu fiquei de boa com isso, não confie em mim!
se você sempre sair do mar quando se assustar com uma concha como vai aprender a nadar nas inevitáveis ondas da vida
No trabalho já vi muitas coisas, mas…
Mas sorrir na frente e não saber disfarçar que não gosta do parceiro?
HOJE FOI MINHA PRIMEIRA VEZ!
Feridas sangram, corpos são cortados aos pedaços, os olhos abertos vendo a vinda da morte desesperadora apavora o coração q não. não sabe o que e sentimento real ao nível de morre por amores qualquer.
Pensei em escrever sobre o amor, mas precisei abrir algumas aspas em certas frases, pois aos finais de todas as frases sobre ele parece sempre iguais.E sobre aos meus rascunhos infelizmente sempre tive que adicioná-las ao final de cada texto e frases em que eu me referia a você, terminava “em eu a amo” pensei que seria a abreviação perfeita para demonstrar o'que sinto mas você também precisa saber que sempre que falo sobre esse tal amor na maioria das vezes foi você, não apenas uma emoção de sentimento, que com passar do tempo esfria.
Devia ter trago flores enquanto a tive, não quando sua presença se tornou uma memória, quando seu "te amo" se tornou um "adeus" ou um "espero que fique bem".
Apelidei meus dias ruins de “saudade sua”, pois todos os dias longos e pensativos são pensando em você, e com a extrema da saudade, eu fico por horas olhando o calendário para chegar o dia de vê-la, e vigiando o relógio quando estou perto para não correr tão depressa quando estou junto de ti. Ele é covarde, quando queremos que sua agilidade e velocidade façam seu trabalho de passar depressa e tirar essa agonia de ter sua companhia, mas ele insiste em me maltratar.
Pela parte de meu pai, sangro por inteiro, pois somos homens e nunca devemos cometer nenhum mísero erro, pois somos homens e devemos ser perfeitos.
Mas tudo muda com minha mãe, ela me diz que somos humanos e que erramos, diz que não é feio errar, pois permanecer no erro é burrice. E diz “filho levanta a cabeça, lava o rosto e enxugue essas lágrimas, pois amanhã é outro dia, temos sempre um recomeço” com o passar do tempo percebi que ela sempre esteve certa.
Repentinamente tenho sentido muita saudade, de forma que meu interior arde em meio a murmúrios de lamento, em meio ao sentimento de não pertencimento, em meio a metade de alguém que se foi que ainda resta em mim.
Na metade de ti, que se sobrepôs sob mim como minha segunda pele, que na mesma medida que me orgulha, também me fere.
Sob a metade de uma risada que ecoa na face de alguém que já fora tão presente mas hoje se tornou saudade.
As vezes agradeço por sentir saudades, mesmo sendo sufocada por laços imaginários e afetos não dados, as vezes sorrio de canto ao lembrar de alguém com quem não falo mais. As vezes gargalho ao lembrar da forma singular a qual uma memoria especifica inunda meus sentidos repentinamente.
Por enquanto, sinto saudade.
Mas sei que amanhã também sentirei, sei que depois de amanhã demorarei três minutos a mais para dormir pensando em alguém que falsamente me acostumei com a ausência. Também sei que ainda engano eu mesma, ainda que sem querer, sobre a saudade.
Repentinamente ignorarei que tudo isto que vivo e sinto, um dia também acabe, e mais repentinamente ainda, voltarei a sussurrar pelos cantos lembrando de quem nunca vai embora verdadeiramente. De repente, sentirei aquele amargor descendo pela garganta e saberei que paguei o preço por não saber esquecer.
Ironicamente me sinto sortuda por sentir saudades, ainda que com o peito doendo e os dedos trêmulos, me sinto privilegiada por lembrar, viver e recordar. Seria ainda mais trágico experimentar, sorrir, chorar e nunca mais poder refletir. Nunca mais relembrar onde errei e poder evoluir, agradeço a saudade por me lembrar de lugares que não quero mais ir. Agradeço a saudade por me matar por dentro e reviver minha alma ao mesmo tempo.
Contudo, recordo-me também que a saudade é o azar de quem já teve muita sorte um dia. E a maldição que os mais apaixonantes e entusiastas da vida estão fardados a carregar. Os mais ordinários sentimentos que possuímos ainda possuem a errônea capacidade de nós fazer sentir saudade.
Subitamente, em meio a mais um devaneio ao céu estrelado de saudades, imagino o sentimento como uma bagagem de avião pesada demais- mas que ainda permite o voo, ainda te ajuda a se projetar a outro lugar, mesmo que doa suas costas.
Hoje, lembrei de quando te conheci, coincidentemente ontem também lembrei de quanto te amei, mais concidentemente ainda anteontem pensei em você, trasanteontem surpreendentemente chorei por você
O calendário ri da minha memória,
Como se dissesse: “Olha só, você não consegue me esquecer!”
E eu só posso sorrir, rendido a essa graça do tempo.
Acho que o calendário tem algo a me dizer....
A saudade é minha pior mágoa, corrói minha alma além do que já dói.
Promessas de eternidade sempre acabam — mas algumas são tão lindas que nos fazem querer ficar.
Como o teu olhar…
que me aprisiona e encanta,
me cala quando eu mais queria falar,
e me faz te encontrar em tudo —
em cada detalhe, em cada ausência,
como se o mundo insistisse em lembrar de você por mim.
Jutid desperta
num espaço onde memórias são paredes
e vozes são ecos que se perdem antes de tocar.
O chão pulsa, respira,
o pé esquerdo formiga,
o peito ameaça implodir.
E diante dela,
a figura incompleta
ri a metade de um riso que conheceu
mas nunca teve o direito de possuir.
“Você ainda me carrega… ou só não sabe me deixar ir?”
O sarcasmo emerge primeiro,
a defesa automática que sempre falha,
mas a voz engasga, hesita,
e sai em gotas embargadas
como chuva que não se atreve a afogar o lago de lama.
O fragmento de si mesma, parado diante de si,
não ri, não foge.
A memória repete-se,
o ciclo de perda e silêncio se repete,
até que as palavras finalmente rompem
o casulo de auto sabotagem.
Não são perfeitas.
Não são limpas.
Não precisam ser.
Mas existem.
E nesse existir, a saudade ainda dói,
mas não prende mais.
O peso no peito se desloca,
e um eco de verdade permanece.
“Você não precisava dizer certo…
Só precisava dizer.”
O ar muda.
O amargo perde força.
E Jutid percebe que, finalmente,
o silêncio não a define mais.
Penso tanto em ser livre que cada pequena e mínima escolha mesmo que feita exclusivamente por mim nunca me permite sentir e desfrutar de ser algo ou alguém. E sempre imposto, é sempre doloroso e sempre me faz pensar em simplesmente não fazer, não agir, não seguir. Afinal, por que há de fazer algo que no fim sequer é para mim? Porque sempre terei de ouvir que sabem mais de mim do que eu mesma sei? Talvez saibam mais que eu mesma... Ultimamente sequer me reconheço então como posso ousar me identificar? Quiçá um dia eu pare de reclamar e simplesmente me aceite e aceite de que no fundo, quem eu de fato sou nunca irá verdadeiramente mudar. Ainda sou aquela menina que tem medo de dizer que queria brincar de bola mas sem largar os livrinhos de colorir, ainda sou a mesma que tem medo de discordar de algo dito sobre mim mesma, ainda tenho medo de sentir algo além de coisas ruins, ainda teme amar e ser amada, ainda não sabe a profissão mas anseia ser profissional de algo apenas para dizer que no fim Eu possa saber de algo sim, ainda me escondo nos cobertores depois de um dia ruim e ainda quero rir mesmo sem me permitir, ainda escrevo o que sinto e depois rabisco com medo do que senti, ainda desenho e amasso com medo do papel se revoltar contra mim, ainda corro, ainda que da morte, ainda tenho dificuldades, ainda choro em filmes, ainda quero falar e falar e falar novamente e me sentir mais do que escutada e sim entendida e sim amada e sim alguém que valha e sim alguém que finalmente sinta as coisas boas... E sim aquela menina que está escondida por ai, lendo uma falsa historia de uma falsa garota que desabafou sobre os próprios sentimentos e não ruiu nem caiu nem chorou nem se culpou por sentir apenas seguiu por ai, menos falsa do que antes e sonhadoramente real em algum lugar em mim...
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