Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Sou uma manifestação de todos os estados coletados de Matéria. Estou ciente de quem sou. Não faço desculpas pelo que sou, nem pela minha natureza excessivamente curiosa. Aceito o meu ser e sei que, para eu ocupar este lugar específico no Espaço/Tempo, cada Onda dentro do Universo deve ter coassinado a minha Existência e, da mesma forma, deve estar “Ciente” do meu “Ser”, em algum sentido Cósmico ou outro.
Metades de Um Inteiro
Se tua pele não toca a minha, Sou pedra fria à mercê da noite. Se teus lábios não encontram os meus, O gosto do mundo dissolve-se em nada.
Se teus olhos não buscam os meus, O dia se apaga, e a sombra devora. Se teu corpo não envolve o meu, O calor morre, e o vazio se expande.
Se tua alma não se entrega à minha, O tempo estagna, o universo silencia. Porque só existo quando existimos, E no encontro, somos mais que amor.
Escolhas que Libertam
Sou naturista por convicção profunda: escolhi viver sem depender da exploração de outras vidas. Não consumo produtos de origem animal, não por moda, mas por respeito e autonomia. Meu corpo é saudável, minha mente está em paz, e minha vida segue com vitalidade, sem medicamentos, sem excessos, apenas com equilíbrio e presença.
Certa vez, uma mulher curiosa perguntou que tipo de leite eu tomava. Respondi com sinceridade: "Desmamei. Tenho dentes, minha fase de mamar ficou na infância." Ela não entendeu. Expliquei: o leite da vaca é para o bezerro ,um animal que nasce do tamanho de um adulto humano. O nosso organismo é completamente diferente. Assim como o leite materno é para humanos, o da vaca é para bovinos.
Ela então perguntou sobre o cálcio. E eu devolvi: "De onde a vaca tira o cálcio dela?" A resposta é simples e poderosa ,das plantas. É daí também que tiro o meu.
Infelizmente, algumas pessoas preferem zombar de quem trilhou um caminho diferente a refletir sobre o próprio. Ouvi dizer que ela me chamou de mentirosa. Mas se a mentira leva à saúde e ao bem-estar, e a verdade ao adoecimento… então talvez seja hora de repensar o que consideramos verdade.
Não falo para impor. Falo para inspirar. Porque viver com consciência não é extremismo ,é um ato de liberdade.
Sou centelha do Infinito, Sopro da Luz que não se apaga. Na quietude, Te escuto. Na alegria, Te reconheço. Na meditação, Te abraço E assim me tornei inteira.
Sou um espírito em missão na Terra
Dizer isso não é apenas uma frase. É uma declaração de consciência. É o reconhecimento profundo de que estamos aqui não por acaso, mas como viajantes cósmicos em busca de algo que ultrapassa o tangível. Essa missão é silenciosa, mas pulsante. Ela se revela nos detalhes do cotidiano, nas inquietações da alma e naquela saudade inexplicável de um lugar que não se encontra em mapas: o lar espiritual.
A jornada começa com perguntas que ecoam desde sempre.
Quem sou eu? Não a profissão, o nome ou o papel social, mas a essência que observa tudo isso. Sou consciência, sou luz, sou memória ancestral de um universo que pulsa dentro de mim.
De onde vim? De dimensões onde a vibração é mais sutil, onde o tempo não aprisiona. Vim de um lar, de uma família cósmica, da Fonte, do silêncio profundo onde todas as almas são irmãs.
Como voltar? Não se trata apenas de um retorno físico, mas de reencontrar a frequência que nos reconecta ao divino. É voltar pela lembrança, pelo amor, pela verdade de ser quem realmente somos. A cada ato de empatia, a cada mergulho interior, damos um passo em direção ao lar.
E então surgem os sinais. Momentos em que o tempo parece desacelerar, encontros que mudam tudo, intuições que orientam sem explicar. São como trilhas brilhando sob os pés, como sussurros da alma dizendo: “Sim, esse é o caminho.”
E seguimos. Sabendo que a missão não exige perfeição, mas esforço, comprometimento e presença. Que o lar não é um ponto final, mas um estado de ser. E que, enquanto caminhamos, o universo nos observa com amor, pois somos, afinal, parte dele.
Mulher Anciã
Não me escondo nas curvas da idade, sou feita de luz, de força, de verdade. Cada fio prateado é um traço sagrado, pintado à mão por tudo que tenho amado.
Rugas são trilhas que o tempo deixou, nas madrugadas em que não se chorou. São mapas de riso, de lutas, de fé, memória bordada no toque da pele.
Minhas mãos carregam passado e futuro, tocaram a vida, enfrentaram o escuro. E mesmo quando a dor me visitou, foi esperança que nelas ficou.
Carrego no olhar a sabedoria, que não se compra, se conquista com os dias. Sou feita de terra, de vento, de lua, de histórias contadas à beira da rua.
Sou flor que brotou no jardim da demora, e cada pétala é história que aflora. Não sou rascunho, sou obra final, mulher ancestral, essência vital.
Sei que sou diferente. Não sinto prazeres nem dores igualmente às outras pessoas. Se dói no outro nem sempre dói em mim. Se alguém goza eu posso achá-lo engraçado ou até bobo.Coisa que me não toca é ver aquela fila enorme de pessoas contritas após receberem a hóstia. Alguns babões põem a língua de fora quando tiram foto. Outros e mais outros. Seja com cigarro à mão ou com cachorros a seguirem pelas ruas. Estes eu nem comento; andam quando o cachorro anda, param quando o cachorro para, se aliviam quando o cachorro defeca. Vivem ao sabor dos animais.
"Sou grata a Deus por cuidar da minha mente, por me ajudar nos dias difícil e me apoiar nas decisões certas. Gratidão ao tamanho desse amor"
Sou uma pessoa que tenta compreender os outros, mas que não se compreende. Que busca algo na vida mas não sabe oq é. Que é feliz e triste ao mesmo tempo. Que sente tudo mas, não demonstra nada. Que segura as lágrimas o máximo possível.
Não sou diferente, sou igual...
Tenho um corpo que me anima e todos os sentimentos
puros que alguém pode ter.
Tenho limitações, mas isso todo mundo tem.
Não sou boneca de porcelana, tenho um coração que bate em meu peito, anima meu corpo e me da vida... Eu gosto de viver.
Em algum lugar está escondido o meu amor, que me quer como sou. E vai me resgatar até de mim mesma.
Sou um enigma de contrastes: carrego o peso das responsabilidades, mas ainda busco um sentido maior para mim. Entre a razão e o desejo, entre o dever e a liberdade, caminho por estradas que às vezes parecem desenhadas pelo destino, outras vezes traçadas pela minha própria inquietação. Minha mente nunca descansa, meu coração nunca se entrega por completo, e minha alma, apesar de tudo, ainda anseia por algo que nem sempre consigo nomear. Sou força disfarçada de dúvida, lealdade vestida de questionamento e coragem oculta sob o medo do incerto.
Posso te escrever mais um poema
Sei que não sou tua insônia
talvez nem seja o teu descanso
Desejo ser o teu abrigo
Teu mais sincero desejo
Teu calor nos dias frios
Cantar a música da tua dança
Ser a flor do teu espinho
Um amigo, uma livre esperança
Você é minha saudade
Minha presente tristeza
Meu girassol amargo....
Meu doce bicho preguiça
Eu queria te dizer
o que todos poetas dizem
mas eu não sou sou poeta
sou apenas um carinha triste.
Minha mente não sabe ao certo
Mas meu peito grita
não desiste dela, insiste
Mas a dor é a pesada cruz
De quem ama e não seduz
Você me faz questionar quem sou, mas quem de fato, é você. Oh, sublime sublimar sublimei você em mim.
E descobri o que de melhor existia aqui.
Sinto você, mesmo distantes.
Loucura ou não, pode ser amor então.
Sou intro
Sou extro
Sou gente
8 ou 80
Apego fácil
Desapego fácil
Não vivo para agradar
E desagrado também
Não sei esconder quem sou
Não vivo de máscaras
Sou eu
100% das vezes e do tempo
Assim somente, não guardarei arrependimentos até a próxima vida.
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