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Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre

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⁠Por que nos causa desconforto a sensação de estar caindo? A gente não fez outra coisa nos últimos tempos senão despencar. Cair, cair, cair. Então por que estamos grilados agora com a queda? Vamos aproveitar toda a nossa capacidade crítica e criativa para construir paraquedas coloridos.

Um sorriso,
Uma inspiração,
Um gole de café,
Uma emoção.
Uma tarde,
Chuva caindo pelo chão,
Cheiro de saudade,
Um sorriso,
Uma inspiração.

E me ocorreu, ali parado, só respirando com ela, o silêncio caindo á nossa volta, que aquelas podiam ser as duas palavras mais lindas do mundo.
Temos Tempo.
(Jacob Portman. - Biblioteca de Almas)

Vivendo e aprendendo,caindo e levantando,me desapegado de coisas desnecessárias e seguindo em frente.
__Olívia Profeta__

"Uma bíblia que está caindo aos pedaços, geralmente pertence a alguém que não está."

Sai de mim inveja ,mal olhado, olho gordo ,recalque seja lá o que for esta caindo por terra agora em nome de Jesus !
Aqui o Mal não se cria, a mentira não prevalece,olho gordo emagrece a raiva seca e o que não vier de Deus eu não aceito,porque eu fui lavada e remida pelo sangue de Jesus !

A vida ...
São como as delicadas petelas de flores.

Quando as petelas vai caindo, menos esperança você pode ter.

É não terá volta. Pois as petelas não volta onde estava o seu lugar.

A SAMAMBAIA

Samambaia
Trança verde
Caindo
Da cabeça
De um xaxim!

Se a sua primeira respiração foi caindo do Everest e você chegou vivo lá embaixo, não reclame. Agradeça pelo tudo e pelo nada; e viva até a morte duvidar dela mesma.

Nunca tente pegar uma faca caindo.

O quarto apagado, a chuva caindo lá fora e o vento cantando na janela. O edredom me aquece, o que clareia meu quarto é a luz do poste lá fora e o notebook. Não quero ouvir música. Meu dia não foi dos melhores. Parte boa? Eu andei uma hora sem rumo e mesmo assim não encontrei meu lugar, isso é bom? Pensei em ligar pra várias pessoas, pensei em correr pro colo de alguém, pensei em sentar num canto da cidade e ver o dia indo embora, ali, quieta. Queria o colo que ninguém podia me dar, mas, tudo bem. Vaguei um bom tempo, comprei suspiros, mal olhei nos olhos de quem cruzava na rua comigo, e vim pra casa.
Agora, eis-me aqui, com alguma coisa presa na garganta que, há tempos, não quer sair. Sempre tive uma vida toda pra dentro, lendo, escrevendo e ouvindo música. Poucos os que me conhecem tão bem para notar quando eu choro pelo telefone, para saber que por trás de uma risada existe é uma vontade imensa de deitar num ombro e pensar em nada. E, quando a gente vive pra dentro, certos dias a alma pede um pouco mais de espaço, aí, eu fico assim.
Na verdade, eu queria mesmo era caminhar na beira do mar, ver a lua se esconder nas nuvens, deixar a chuva molhar meu rosto e deixar que meus olhos se perdessem no horizonte. Queria esquecer da hora, esquecer dos compromissos e responsabilidades, viver como na época que eu achava que era adulta mas vivia como criança, dando uma aula de técnica vocal ali, outra aqui, mas vivendo a vida do meu jeito, sem ter que prestar contas, cumprir horários... Eu saía e caminhava na areia, na companhia de quem eu queria, falando sobre tudo. Queria a tranqüilidade de deitar no chão da varanda e ver o céu passar devagar, ter ainda aquele fio de esperança que eu veria uma estrela cadente; sonhar acordada.
Lembro dos dias que eu passava a tarde escrevendo com cuidado e decorando cada linha importante que eu escrevia no meu diário, hoje, solto uma frase aqui, outra ali... Mas não escrevo como antes.
A criança teve que virar adulto e, sinceramente, tô querendo pedir as contas.
Eu tinha tanto amor guardado aqui dentro de mim, hoje, restou uma coisa seca, sem graça. Não sei se era amor, até porque, eu nunca tive preparo algum para dar nomes às emoções, nem mesmo para entendê-las. Mas, confesso que, essa coisa seca que restou dentro de mim foi a coisa mais verdadeira que eu pude conhecer, e é a minha essência.
Eu tenho andado pensativa. A gente nunca prevê aquilo que pode acontecer, a gente nunca sabe em que estação o trem vai parar, se alguém vai ficar por ali e quem vai embarcar. Nos últimos tempos, as pessoas desembarcaram sem se despedir, foram saindo, o trem esvaziando e, o meu vagão ficou sozinho. Eu e mais uns poucos que precisam continuar a busca de algum vazio que preenche. Todos foram saindo, deixando gravado em mim cada detalhe da viagem... Foram, sem se despedir. E eu conheço bem esse tipo de partida, não há volta.
E, eu fiquei. Fiquei e seguro nas mãos dos que ficaram comigo, de alguns que embarcaram e de outros que estão avisando que precisam ir embora e seguir viagem em outro trem. Meu coração vai ficando espremido, como se nem existisse mais aqui dentro de mim. Vez ou outra eu sinto o seu pulsar, é a esperança de dias bem melhores, de sorrisos verdadeiros, de lágrimas de felicidade, de abraços sinceros e apertados.
Confesso que, como qualquer humano, eu penso em desistir, em deixar que o vento leve tudo, mesmo sabendo que o vento nunca trás nada de volta exatamente como era antes. Mas, não se preocupe, eu não vou desistir. Tem coisa mais autodestrutiva que insistir sem fé nenhuma? Mas, eu continuo insistindo naquele vazio que preenche, no amor sem explicação, naquele tipo de drama que foge dos clichês.
O plano não era ficarmos bem? Entonces..!
Eu sempre fico bem... Sempre.
Lendo aqui, sozinha, vi um trecho de um texto que dizia que seria muito bom que as pessoas não tivessem emoções e se relacionassem sem esperar nada um do outro. E, eu pensei “Que tipo de relação é essa?” Exatamente por esperarmos algo do outro que somos chamados de seres RACIONAIS. Esperamos e sei que nem sempre somos correspondidos, mas esperamos e, todo mundo, em algum momento, é surpreendido e recebe mais do que aquilo que esperava.
Como já dizia Caio Fernando Abreu:
“Quando você não tem amor, você ainda tem as estradas.”
Aqui dentro, o que não quer sair e nem descer, como se fosse um espinho preso na garganta. Na verdade é uma pressa, uma urgência, uma compulsão horrível de querer quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir tudo, antes que cresça e tome uma proporção tão grande que não caiba dentro de mim e, aí, eu sei que estarei perdida, que tudo sairá do meu controle, que eu não conseguirei domar meus sentimentos e irei destruir toda a confiança e cumplicidade que nossas conversas, nossos olhares e o nosso amor parcial construíram tão lentamente dentro da gente. Uma vontade de sair correndo, de negar que no fundo eu sei que as histórias que eu considero clichês são as melhores para serem vividas, vontade de tirar com a mão tudo o que possa me fazer sofrer.
Aqui dentro, aquele medo daquele vazio que preenche e transborda, daquele sentimento confuso e certo demais, daquela coragem repentina que nos faz tomar decisões que jamais pensávamos tomar. Medo do fantasma do passado. Aqui dentro, uma vontade de me enfiar em livros e escrever vários outros livros, ocupar a cabeça com tudo o que não me faça pensar que eu sou um ser humano como qualquer outro e tenho um coração capaz de amar também, assim como qualquer outro. Vontade de enterrar as probabilidades de me apaixonar.

Vejo o sol caindo suavemente no horizonte distante. O pôr-do-sol mais parece o perfil de uma Fênix em chamas precipitando-se ao chão do entardecer. O céu alaranjado que incendeia os meus olhos enche-me de encanto e dúvidas: para onde vamos depois que o sol nunca mais nos ilumina”?

Tudo circulando, caindo em nossos braços para que deles desfrutemos momentaneamente e, em seguida, lançá-los de volta à circulação. Quando internalizamos esta noção de não sermos capazes de possuir nada, ironicamente isso nos liberta para termos tudo que quisermos, sem a preocupação de possuirmos. Logo descobrimos a alegria de passar adiante e dele compartilhar.

Querido diário,
Hoje o dia está chuvoso é como se fosse lagrimas caindo das nuvens que choram, mas hoje não é um dia comum como todos, vejo um livro já lido uma vez e vem pelo que parece está vindo à tona novamente é como se eu estivesse lendo outra pagina de você meu querido diário foi uma página triste que escrevi há uns breves anos atrás, tenho a impressão que tudo vai acontecer novamente mas acredito que como escrevi outra página após a primeira vou ser capaz de escrever ainda mais. Parece um sonho queria eu acordar. Ou que sabe esse sonho ser aquele com recheio de goiabada ou até mesmo com recheio de creme para deliciar meu paladar, para degustar lentamente como o meu sonho , ou até mesmo uma bebida nunca conhecida e apreciada como um suco de uma fruta estranha querendo descobrir o sabor ou comparar o sabor existente com um que já provei. Se isso for um sonho por favor me dê uma coca cola pra acompanhar.

Vozes Do Mar

Quando o sol vai caindo sobre as águas
Num nervoso delíquio d’oiro intenso,
Donde vem essa voz cheia de mágoas
Com que falas à terra, ó mar imenso?…

Tu falas de festins, e cavalgadas
De cavaleiros errantes ao luar?
Falas de caravelas encantadas
Que dormem em teu seio a soluçar?

Tens cantos d’epopeias?Tens anseios
D’amarguras? Tu tens também receios,
Ó mar cheio de esperança e majestade?!

Donde vem essa voz,ó mar amigo?…
… Talvez a voz do Portugal antigo,
Chamando por Camões numa saudade!

Florbela Espanca
Trocando olhares

Saber que a vida te mostra o quanto é difícil vivê-la, que a cada passo você pode acabar caindo e se machucando cada vez mais, todo dia, toda hora. Então, por que eu tenho que suportar tudo isso? Pra mostra que sou forte o suficiente? Isso acaba se tornando ironia, porque forte é uma palavra idiota que todo mundo diz ser, mas que na verdade não passa de um mero idiota que vive de sonhos e não acorda pra realidade.

A vida é como andar de bicicleta você começa caindo, mais quando você aprende ninguém lhe para.

⁠Se até a máscara da realeza britânica está caindo, porque alguém que tem a liberdade de ser e não precisa se submeter à pressão social, resolveu não pactuar com a hipocrisia que serve de fachada do castelo para enganar a plebe, por que os meros mortais, súditos da verdade e da realidade, são obrigados a poupar os mascarados reis da camaradagem, que, sorrindo, jogam geral no calabouço da própria vaidade?

Você pensa demais por medo de não dar certo. Mas no fim, é caindo que se levanta, errando que se aprende.

De repente, o mundo some sob meus pés.
Me vejo caindo em um abismo profundo.
Caio de forma brutal.
O fim é inevitável.

Vem você e me puxa, me ergue, se torna minhas asas. De uma queda brutal, agora voo suavemente até a superfície.

O mais intrigante é não saber se foi a queda ou as asas que me fizeram ver a importância da vida.

Anjos existem ainda hoje: você me puxou do abismo.