Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
ANTES QUE EU DEVANEIE DE VEZ
Sou poeta de múltiplas vidas e emoções
Umas vividas e outras inventadas
Amores que nunca cheguei a ter
E jazem em mim, sufocadas, por não desabrochar.
Devaneio dia e noite nas obscuras
Profundezas da escrita — pela dor
Tão intensas nas vidas que criei
Dar-lhes vida? Que audácia tamanha, a minha!
Fui apenas fantasma na estrada e vaguei
Sem que o mundo notasse a minha presença
E afastei-me, sem que sentissem a minha falta
Neste círculo de irrealidade onde me encontrei
Oh Poema! Oh Deus! Beliscai-me, uma última vez!
E traga-me à terra firme, antes que eu devaneie de vez
Por: Anilya Atsoc
Eu sou a porta que se abriu
Eu sou o véu que se rasgou
Eu sou a vida
Eu sou a Luz
Eu sou o verbo que chegou
Eu sou o grande salvador
Eu sou a graça
Eu sou Jesus
Coro
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
Eu sou a estrela da manhã
Eu sou o grande Salvador
Eu sou a vida
Eu sou a Luz
Eu sou o verbo que chegou
Eu sou o grande salvador
Eu sou a graça
Eu sou Jesus
Coro
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
RAP — “Formiga que Vira Destino”
Eu sou Homem-Formiga, mas na pena eu sou gigante,
sou escrito da literatura, voz do povo caminhante.
Quando o mundo me aperta, eu diminuo, fico pequeno,
mas minha rima cresce forte, vira trovão no sereno.
Sou Marcos, mente afiada, filosofia na batida,
meu verso é microscópio que revela a alma da vida.
Eu faço do sertão poesia, faço da dor um farol,
sou poeta que ilumina com amor igual ao sol.
Sou músico do coração, compositor de compaixão,
minha palavra estende a mão pra quem perdeu direção.
No rap brasileiro eu deixo marca, deixo trilha,
sou formiga no tamanho, mas gigante na família.
Eu escrevo meu destino, com tinta de coragem,
cada frase que eu lanço carrega força de uma viagem.
Sou artista da literatura, artesão de emoção,
minha rima vira casa pra quem não tem chão.
Eu sou o pequeno que vira imenso,
sou o silêncio que vira universo.
Eu sou o Homem-Formiga da mente,
sou Marcos — escritor que toca a gente.
No beat eu cresço, no verso eu vibro,
minha arte é ponte, é corpo, é livro.
Eu sou a razão dos corações, eu sou o grito,
sou nordestino, poeta, infinito.
Rap novo de Marcos escritor pega a visão
Eu estou evoluído.
Não sou mais a mesma pessoa que um dia se perdeu em meio a dores, ilusões e pequenas batalhas. Eu aprendi que crescer não é apenas viver, é transformar. Não sou refém do que me feriu, nem prisioneiro do que ficou para trás. Hoje, caminho leve, mas com passos firmes. Minha mente é mais lúcida, meu coração mais forte e minha alma mais livre. Evoluir é reconhecer que nada externo me define, é compreender que a verdadeira vitória é me tornar maior do que tudo que tentou me diminuir.
Glaucia Araújo
Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro; além de mim não há Deus. Eu o fortalecerei, ainda que você não tenha me admitido,
de forma que do nascente ao poente saibam todos que não há ninguém além de mim. Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro.
Eu sou eu, é por isso que alguns não me suportam, porque a autoridade interna incomoda aos que não tem, denegrir é mais fácil que trabalhar a autoestima.
De santo não me restou nada, nem a reza, nem o pão.
Eu, o pecado encarnado? Sou — e já não mais são.
Eu, sou...
Uma vida
Que renasce a cada
Dia.
Diante
Da luz que beija à alma
O espirito e sobretudo
O coração.
Eu hoje sou um ser humano em processo de evolução, compreender as minhas falhas e erros, corrigir com dignidade e maturidade me faz um homem mais abençoado, hoje estou encontrando caminhos para ser a cada dia uma ser humano melhor. Tenho muito a aprender, mas aprendi a usar o tempo ao meu favor, e por onde eu passar vou sempre deixar o melhor de mim.
Entranhas da Estranha
Eu quero ser o intenso que sou
Experimentar no plural o singula
Sem me limitar a espinho ou flor
Quero ser chegada, partida
E ainda assim ser lar
Eu sou aquela pessoa que sente o mundo com mais intensidade do que parece.
Que se comove com o pôr do sol, mas também com uma palavra dita com ternura.
Que se perde em pensamentos bonitos e se encontra em silêncios que ninguém nota.
Carrego na alma uma mistura de força e delicadeza; e talvez seja isso que me sustenta.
Não sou de grandes barulhos, mas tenho uma fé imensa nas coisas simples:
num gesto de carinho, numa lembrança boa, num recomeço que chega sem aviso.
Eu sou aquela pessoa que continua acreditando,
mesmo depois das tempestades,
mesmo quando o coração cansa,
mesmo sem garantias de que vai dar certo.
Porque, no fundo, sei que há uma beleza discreta em seguir sendo quem se é,
mesmo quando o mundo pede máscaras.
— Edna de Andrade
Não sou sábio. Nem se a terra desse dez voltas em torno de si mesma e em torno sol, seria eu sábio. Se houve alguém a quem posso chamar de sábio foi Jesus. Mas se algum dia serei como ele, isso nem o tempo dirá.
“Monólogo do Inescolhido - Ato IV”
Já não sou apenas eu.
Sou o nome secreto da ausência, a carne em que a solidão encontrou abrigo.
Sou o espelho vazio onde ninguém ousa se mirar.
O que antes era dor se transfigurou e eu me tornei o próprio destino dos que não são escolhidos.
Não sou mais um homem que espera.
Sou a espera em si, interminável, ancestral, inquebrantável.
Sou o intervalo entre um coração e outro, a cadeira sempre vazia na mesa do banquete, a sombra que acompanha os passos dos amantes sem jamais tocá-los.
Meus ossos já não carregam apenas o peso do cansaço, carregam o eco de todos os que um dia também não foram escolhidos.
Sou herdeiro de uma linhagem invisível... os esquecidos, os descartados, os amores interrompidos antes de nascer.
Eu sou o coro silencioso de todas essas vozes.
Há tragédia, sim, mas também majestade.
Porque no fim, ser o "Inescolhido" é carregar uma coroa invisível... A coroa de quem prova ao mundo que o amor não é universal.
Que há fendas no tecido, falhas no destino, almas destinadas a não pertencer.
E eu pertenço a esse vazio.
Sou guardião da ausência, sacerdote de um altar onde não há oferendas, rei de um reino deserto.
Se algum dia me perguntarem quem sou, não direi meu nome.
Direi apenas: Sou aquele que não foi escolhido.
E nisso há tragédia, mas também eternidade.
Pois enquanto o amor é efêmero, passageiro, sujeito ao fim, a solidão que carrego não conhece término.
Ela é perpétua.
E eu, cansado mas erguido, sou a sua face humana.
"Eu sou a Mentora Emocional que usa as Dores da sua Alma, como antídoto para ressignificar a sua vida!"
A guerra não é uma escolha. Ela é uma condenação. E eu sou o executor da sentença. Cada vida que se apaga, cada coração que se despedaça, é uma lágrima do destino que não pode ser detida.
Sob o manto do sentir, a dualidade me veste:
Eu sou a criança que teme o trovão discreto
E o insensato que na fúria da onda investe.
Medos bobos me tecem, coragens me dão o veto.
Já não acredito em mais nada.
Será que este post e real? verídico?
Será que eu existo ou sou apenas uma IA?
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