Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre

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Tenha amor-próprio, se valorize primeiro, pois se você mesmo não se dá o seu devido valor, quem vai te dar?

E se você pensar em mim, avisa, não guarda não. Qualquer bobeira mesmo, nem precisa contar o que foi, só me deixa saber.

Quatro tipos de gasto de dinheiro. O primeiro é quando você gasta o seu dinheiro com você mesmo. Você tem um incentivo para buscar qualidade e gastar o dinheiro de forma eficiente. Este é o modo como, geralmente, o dinheiro é gasto no setor privado. O segundo tipo é gastar o seu dinheiro com outra pessoa, por exemplo, quando você compra jantar para alguém. Você certamente se preocupa com a quantidade de dinheiro que você gasta, mas está menos interessado na qualidade. O terceiro tipo é quando você gasta o dinheiro de outra pessoa consigo mesmo, como quando você almoça à conta de sua empresa. Você vai sentir pouco incentivo para ser frugal, mas você vai se esforçar para escolher o melhor almoço. A quarta forma é quando você gasta o dinheiro de alguém com outra pessoa. Nesse caso, você não tem motivos para se preocupar com a qualidade ou o custo. Este é o modo como, geralmente, o governo gasta o dinheiro dos impostos.

Mesmo aquele de coração puro,
Que à noite faz as suas preces,
Pode se tornar um lobo
Quando o acônito florescer
E a lua de outono brilhar!

Hackers são como deuses, eles sabem tudo pois podem ver tudo, mesmo assim não interferem no destino das pessoas. Apenas se lhes for conveniente.

O Descontentamento Consigo PróprioO caso é o mesmo em todos os vícios: quer seja o daqueles que são atormentados pela indolência e pelo tédio, sujeitos a contantes mudanças de humor, quer o daqueles a quem agrada sempre mais aquilo que deixaram para trás, ou dos que desistem e caem na indolência. Acrescenta ainda aqueles que em nada diferem de alguém com um sono difícil, que se vira e revira à procura da posição certa, até que adormece de tão cansado que fica: mudando constantemente de forma de vida, permanecem naquela «novidade» até descobrirem não o ódio à mudança, mas a preguiça da velhice em relação à novidade. Acrescenta ainda os que nunca mudam, não por constância, mas por inércia, e vivem não como desejam, mas como sempre viveram. As características dos vícios são, pois, inumeráveis, mas o seu efeito apenas um: o descontentamento consigo próprio.
Este descontentamento tem a sua origem num desequilíbrio da alma e nas aspirações tímidas ou menos felizes, quando não ousamos tanto quanto desejávamos ou não conseguimos aquilo que pretendíamos, e ficamos apenas à espera. É a inevitável condição dos indecisos, estarem sempre instáveis, sempre inquietos. Tentam por todas as vias atingir aquilo que desejam, entregam-se e sujeitam-se a práticas desonestas e árduas, e, quando o seu trabalho não é recompensado, tortura-os uma vergonha fútil, arrependendo-se não de ter desejado coisas más, mas sim de as terem desejado em vão. Eles ficam então com os remorsos de terem assumido essa conduta e com medo de voltarem a incorrer nela, a sua alma é assaltada por uma agitação para a qual não encontram saída, porque não conseguem controlar nem obedecer aos seus desejos, na hesitação de uma vida que pouco se desenvolve, a alma paralisada entre os desejos abandonados.
Tudo isto se torna ainda mais grave quando, com a repulsa do sofrimento passado, se refugiam no ócio ou nos estudos solitários, que uma alma educada para os assuntos públicos não consegue suportar, desejosa de agir, inquieta por natureza e incapaz de encontrar estímulos por si mesma. Por isso, sem a distracção que as próprias ocupações representam para os que nelas andam, não suportam a casa, a solidão, as paredes; com angústia, vêem-se entregues a eles mesmos.

Séneca, in 'Da Tranquilidade da Alma'Tema(s): Contentamento

Mesmo se eles chegarem ao topo fazendo coisas más, quando olharem para baixo, verão a trilha suja que deixaram para trás. Alcançar o topo só é bom quando você se comporta.

Se algo não vai bem... Pare um pouco, respire, reflita, mude de direção, dê um tempo a si mesmo, repense melhor, distraia-se, reinvente-se, converse com um amigo, absorva bons conselhos, decida-se, no entanto, não deixe a vida cair na monotonia você pode recomeçar quantas vezes for preciso baseando-se nas experiências passadas para mudar o rumo do seu viver.

Triunfo mesmo pra nós é o sorriso da coroa.

E se você tiver a habilidade de amar, ame primeiro a si mesmo.

Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo.

Jesus Cristo

Nota: Trecho de Mateus 6:34

Mesmo quando me sinto perdida, há um caminho traçado pelas Suas mãos.

Não se desespere, nem mesmo pelo fato de que não se desespera.

Não adianta nada alguém ficar dando lições de moral, se esse mesmo alguém não vivencia aquilo que fala.

Ninguém tem coragem nem mesmo para dizer... que todo assassino deve morrer!

Afinidade acontece. Um mesmo signo, um mesmo par de sapatos caramelo, um mesmo livro de cabeceira. Afinidade acontece entre seres humanos. A mesma frase dita ao mesmo tempo, o diálogo mudo dos olhares e a certeza das semelhanças entre o que se canta e o que se escreve. Afinação acontece. Um mesmo acorde, um mesmo som, uma mesma harmonia. Afinação acontece entre instrumentos musicais. A mesma nota repetidas vezes, a busca pela perfeição sonora e a certeza das similaridades entre um tom acima e um tom abaixo. A incrível mágica acontece quando os instrumentos musicais descobrem afinidades humanas entre si no mesmo instante em que os seres humanos descobrem afinações musicais dentro deles mesmos.

APAGANDO AS MAGOAS
Passei a borracha
e tentei...
Apagar as magoas.
Mas mesmo assim elas permaneceram intactas.
Tentei ate com o apagador
Mas mesmo assim de nada adiantou.
Mas elas foram se apagando
Ao passo que a poesia inundou minha vida.
As magoas juntadas,
Todas elas foram apagadas
Quando eu simplesmente as deixei
Com a casca das horas,
Inutilizadas!...

O quanto você confia em si mesmo? Quantas situações, trabalhos, pessoas, você não deixou passar simplesmente por não confiar mais em si? Autoconfiança é importante para todas as pessoas, em todas as áreas da vida, é uma questão de sobrevivência. A premissa básica é que ninguém consegue transmitir confiança se não confia em si mesmo, seja na relação afetiva, pessoal, profissional. Por exemplo, como uma pessoa pode vender um produto se não confiar em si mesma? Acredito que o diferencial é acreditar em si mesmo, o que irá se refletir no seu produto e na empresa em que trabalha, o que irá com certeza ser transmitido ao cliente. Como transmitir confiança na relação afetiva, sem conflitos gerados pela insegurança, se não confiar em si mesmo? Enfim, a confiança no outro depende muito da confiança em si.

A insegurança, ou falta de confiança em si mesmo, pode trazer algumas características como medo de amar, da mudança, de cometer erros, da solidão, de assumir compromissos, responsabilidades, entre outros. O inseguro não confia em seu valor pessoal, não acredita em suas habilidades, nem em sua capacidade, o que o impulsiona a se apoiar nos outros. Por não confiar em si, acaba por desenvolver a dependência nos filhos, marido, esposa, amigos, colegas de trabalho, etc. Em vez de se unir pelo amor, se une pela insegurança, o que o faz controlar as atitudes, quando não os sentimentos do outro. Controla e vigia em razão das dúvidas que tem sobre si mesmo, criando cobranças, conflitos e muitas dificuldades em seu relacionamento. É como se quisesse uma certeza daquilo que não encontra dentro de si.

A falta de autoconfiança pode se manifestar em sentimentos de incapacidade, impotência, e dúvidas paralisantes sobre si mesmo. Quando questionado, abre mão com muita facilidade de suas opiniões, mesmo quando são boas, deixando de expressar muitas vezes ideias valiosas. Nunca possui certeza suficiente e quer sempre se certificar das coisas e controlar as pessoas. É excessivamente cauteloso e vigilante, desconfia de tudo e de todos, como reflexo de falta de confiança em si mesmo. Quem não confia em si sente muita dificuldade para enfrentar desafios, e cada fracasso, quando acontece, confirma uma sensação de incompetência, trazendo muito sofrimento. São pessoas indecisas, principalmente sob pressão. A insegurança pode chegar a tal ponto de fazer com que a pessoa, na ânsia de ser amada, transforma a necessidade natural de amar em uma necessidade patológica, doente, alcançada pela possessividade.

Você nunca será feliz se continuar mentindo para si mesmo.

É como quando você termina um livro e não queria. Mesmo os personagens estando felizes, você ainda está triste com o fim.