Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre

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Eu tenho orgulho de ser jovem rural.

Um amor puro!
eu quero falar oque sinto mais não consigo por medo de perder vc e
nossa amizade eu quero me entregar de alma a corpo mais meu coração está com medo e cm mto amor mais n consigo explicar ou falar pra vc qnd falo com vc parece q meu dia melhorou fico mais feliz em saber q está bem e que seu dia foi bom, meu dia fica bom qnd falo cm vc eu tenho q aprender mto mais não consigo esperar mais pra abraçar vc e encher de beijos

Poucas coisas odeio nesse mundo, porque a maioria das que me incomodam eu simplesmente esqueço que existem se estiverem distantes, mas odeio feminismo, Não vejo libertação no feminismo: vejo uma mulher pressionada a ser forte, dócil, útil e silenciosa — tudo ao mesmo tempo, conforme a conveniência dos macho que foram desconstruídos por esse movimento maligno, e nós que somos independentes somos obrigada a ser sozinha mesmo cercada de gente, porque a maioria foi inutilizadas por movimentos que não desconstrói somente homens, destrói seres humanos.

​✨ O Meu Brinde de Domingo
​"Hoje eu escolho a calma. Escolho recarregar cada pedaço da minha energia para encarar a última semana do ano com o coração pronto.
​Que a prosperidade não seja apenas um plano, mas uma colheita. Que a paz e a saúde sejam o meu alicerce e que a alegria transborde em cada pequena realização.
​Estou pronta para encerrar 2025 com gratidão e abrir as portas para um 2026 extraordinário! ✨🚀"

“Não sei quem partirá meu coração;
sei apenas que a vida não para
para que eu o restaure.”

Este ano foi de muitos desafios, momentos de desespero, mas todas as vezes eu pensava "vai passar", porque assim como a vida, os problemas também são passageiros, e a cada um resolvido, é um ponto na nossa fé, na nossa evolução. Todos os problemas tem solução, só precisamos ter paciência, muita fé e estarmos ciente do real motivo de estarmos aqui que é a evolução perante Deus, a partir daí ele nos mostra o caminho a seguir.🙏
Abençoado seja nosso dia🙏❤️

Que eu possa alcançar o horizonte que há em mim.


Que eu possa ser tua, sem me perder no caminho.


Que eu possa doar uma parte de mim aos corações que anseiam por carinho.

No peito de cada pessoa
O amor deve ser a raiz
Isso não somente eu digo
É o que todo mundo diz
Sentimento que faz a gente
Viver muito mais contente
E se sentir muito mais feliz.

O nada nunca me assustou; é de lá que eu vim e para lá que eu vou.

Quando eu era jovem, muitas vezes pensava: “Nossa, como meu pai é quadrado… ele não acompanha as mudanças, não se moderniza e ainda enxerga algumas atitudes minhas como absurdas. Ele deveria se atualizar, entender que o mundo mudou.”
E, no fundo, eu fazia uma promessa silenciosa a mim mesmo: quando eu ficasse mais velho, jamais deixaria de compreender o comportamento dos mais jovens. Eu seria aquele “coroa” descolado, aberto, que entende o seu tempo.


Hoje, percebo que a vida ensina com mais calma e com mais humildade do que a gente imagina.

Minha mãe é a referência de resistência mais próxima e real que eu tenho.

Que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha coragem de me enfrentar. Onde a minha paz de espírito seja sempre em primeiro lugar, diante de todas as aflições da vida.

A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.

⁠Por mais que eu não seja compreendida, nunca desistirei dos meus ideais

⁠Quanto mais eu tenho vontade de gritar, mais me curvo ao silêncio.

Eu não te peço amor como súplica,
nem imploro que faças da tua vida um altar para mim.
Peço apenas que sejas verdadeira,
que não me ofereças migalhas quando tens um universo dentro de ti.
Se não fores capaz de incendiar teus dias ao meu lado,
se não fores capaz de viver o teu melhor comigo,
então não posso permanecer na sombra do que poderíamos ser.
Prefiro a solidão honesta
ao abraço morno que não me sustenta.
Prefiro partir com a dignidade intacta
do que ficar onde o coração não floresce.
Eu sou feito de intensidade,
de horizontes que pedem coragem,
de sonhos que exigem presença.
E só quem ousa viver o próprio melhor
pode caminhar comigo até o fim.

Eu implorei a deus pelo remédio, mas não tenho mais certeza.

Eu tenho uma mente muito perceptiva pra espionagem... afinal de contas eu também já espionei

Eu te apresentei o mundo das possibilidades
e você correu com a metade da minha vida

Eu olho pro meu passado e rio. Rio porque se eu não rir das minhas próprias brincadeiras, alguém vai e provavelmente já riu. Quando eu era mais novo, o bairro não era só onde eu morava, era meu palco. E eu, humildemente, era a atração principal. Não pedi esse talento, nasci com ele.


Cada rua guarda uma memória que eu claramente ajudei a criar. A bola que sempre caía no quintal errado (coincidência nenhuma), a campainha tocada e a corrida digna de atleta olímpico, as reuniões improvisadas na calçada que terminavam em bagunça sem plano e sem motivo. Tudo extremamente organizado dentro do caos.


Eu não fazia brincadeira pequena. Se era pra aprontar, era com criatividade. Se era pra irritar, era com estilo. Os vizinhos não sabiam meu nome completo, mas sabiam exatamente quem eu era. Ícone local. Lenda urbana em construção.


O melhor é lembrar da confiança. Eu tinha certeza absoluta de que nada dava errado se ninguém fosse pego. E quase nunca éramos. Quando éramos, vinha aquele discurso interno: “relaxa, isso vai virar história”. E virou. Sempre vira.


Hoje eu crio memórias rindo das antigas. Eu exagero? Óbvio. Mas se eu não valorizar meu próprio legado, quem vai? Aquela bagunça toda virou repertório, virou risada, virou aquela frase clássica: “cara, lembra daquela vez?”. Lembro. Como esquecer?


No fim, eu não me arrependo das brincadeiras. Elas me deram histórias, cicatrizes pequenas e um ego levemente inflado. Eu não era só mais um moleque do bairro. Eu era o moleque que fez o bairro ter assunto por anos.


E sinceramente? Se um dia alguém escrever sobre aquela rua, meu nome pode não estar lá… mas minha bagunça com certeza vai estar.


— Cyrox