Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Admito. .eu sou um livro..
Enigmático. .imperfeito..
Sou assim mesmo.. complicadinha..
Ou me ama..ou me deixa..
Mas se for até o fim..
Não vai se arrepender. .
Sou uma história de tirar o fôlego. .
Palavra do dia:( Meu melhor amigo sou eu mesmo ! )
"Descobri que o meu melhor amigo sou eu mesmo, e mesmo assim, brigo com "êle" 24 horas por dia...
Brigo comigo mesmo todos os dias ...
Vai entender essa amizade ?
Mas a única e melhor certeza é que por ser meu melhor amigo, morreremos juntos !
Vai entender uma amizade assim ?
Na verdade o meu melhor amigo ,pode ser um inimigo também !
Por isso somos parecidos até nas nossas sombras.
A pessoa fala algo que ofende alguém e se defende dizendo "Eu sou assim mesmo, só estou sendo sincero" ou "Antes ser sincero do que falso." A verdade é que você disse o que queria dizer e não se importa com as pessoas ofendidas. Assumir isso sim seria sinceridade.
Falaram que eu sou niilista e bipolar, amei porém também odiei mesmo os sentimentos não terem nenhuma função considerando que o tempo é algo limitado e no final todas as memorias e desejos serão finalizados pelo desejo de "algo maior" que muitos acreditam ser um protetor. Fiquei emocionado.
É bem triste visitar seu perfil todos os dias, mesmo sabendo que para você eu sou apenas um fantasma, é como se eu não existisse.
Eu gosto das palavras, sou apaixonado por escrever.
Mas, amo mesmo a reticências.
São três pontinhos incríveis, que podem conter mais de um milhão de significados.
Esses três pontinhos podem ser usados para omitir, esconder coisa secretas, daquelas que ninguém pode saber.
Porém, o seu maior atributo é a capacidade de poder substituir aquilo que não conseguimos dizer. Por isso, quando tento falar do amor que sinto por você, a reticência é a única que consegue descrever o quanto eu amo você. Pois ela é o único meio capaz de conter, em apenas três pontinhos, o infinito amor que sinto por você.
Quem eu sou?
As vezes eu paro e me pergunto, quem eu sou? Ou até mesmo, o que eu me tornei? De uns tempos pra cá eu não me reconheço mais, eu não consigo decifrar o que eu me tornei, eu não sei diferenciar meus sonhos das minhas realidades, minhas ilusões da minha própria consciência, eu sinto que não reconheço o meu próprio ser, eu sinto uma "estranheza" em relação ao meu próprio ser. De uma coisa eu tenho certeza, eu não sou mais aquela de antigamente, eu não sou mais aquela menina que acreditava que o mundo era bom, ou até mesmo que os sentimentos era uma coisa boa de se ter e demonstrar, eu antigamente conseguia me expressar, conseguia demonstrar tantos sentimentos que até me surpreendia, eu colocava muita intensidade nas coisas, mas meu tombo foi tão grande que eu aprendi que não se deve por intensidade em nada. Eu apenas mudei radicalmente e não me reconheço mais. E agora eu me pergunto novamente, quem eu sou?
"Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões, por amor de mim, e que não se lembra mais de seus pecados.
Isaías 43:25
Eu não posso me desculpar por ser quem sou, mesmo que as vezes eu queira muito ser de outra maneira.
Eu sou como música....
Se você me tratar como samba, eu te trato no mesmo ritmo, só no sapatinho, eu também vou te pisotear e tripudiar em cima de você.
Se você me tratar como rock, vou gritar com você até você se sentir pequeno, ou seja, até você se sentir um nada entre as pessoas.
Se você me tratar como funk, com certeza vai rolar barraco, palavrão ,ou seja,vai rolar tudo o que você merece ouvir de si mesmo (a).
Se você me tratar como forró, vou te levar só no papo, na conversa fiada e vou te levando com a barriga até não poder mais.
Se você me tratar como pop rock, vou fingir que estou na sua, vou fingir que estou no seu embalando só para ganhar sua confiança.
Mas se você me tratar como Valsa, com toda certeza, você terá meu respeito, meu carinho e minha atenção.
Por tanto lembre-se, eu vou agir com você de acordo com a música que você tocar...
_Olívia Profeta_
Eu sou uma completa aberração.
Gosto de coisas fofas e meigas, mas ao mesmo tempo admiro tudo aquilo que da medo e que é considerado bizarro.
Em sentindo insano me defino como uma lanterna acesa em meio a uma escuridão. Mas eu sou a escuridão.
Assim sou eu
Junto à uma multidão e ao mesmo tempo sozinho
Junto à uma imensidão de sons, mas ao mesmo tempo no silêncio
Junto à pessoas felizes e ao mesmo tempo muito, muito triste
Meu coração tenta me enganar para que eu não sofra mais
Meus pensamentos me levam à uma viagem onde eu teria a sensação de que tudo poderia ser diferente
O nó na garganta é muito grande
Tento por várias vezes engolir o choro
É mais forte que eu...
Sensação de impotência muito grande
Como um cão sem dono
Assim sou eu
Por mais que eu busque ser silêncio e esquecer as palavras não consigo: sou palavras mesmo em silêncio.
Fale o que quiser de mim, afinal eu sou mesmo assim.
Pra voce, não sou o que eu vivo 24 horas do dia, sou apenas
o que voce me faz ser no espaço de um segundo.
Aos insólitos, minha vida não é o que consegui esculpir em mármore,
mas o que rabiscam na areia a meu respeito.
Sim, sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo,
Espécie de acessório ou sobresselente próprio,
Arredores irregulares da minha emoção sincera,
Sou eu aqui em mim, sou eu.
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.
Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim.
E ao mesmo tempo, a impressão, um pouco inconsequente,
Como de um sonho formado sobre realidades mistas,
De me ter deixado, a mim, num banco de carro eléctrico,
Para ser encontrado pelo acaso de quem se lhe ir sentar em cima.
E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco longínqua,
Como de um sonho que se quer lembrar na penumbra a que se acorda,
De haver melhor em mim do que eu.
Sim, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco dolorosa,
Como de um acordar sem sonhos para um dia de muitos credores,
De haver falhado tudo como tropeçar no capacho,
De haver embrulhado tudo como a mala sem as escovas,
De haver substituído qualquer coisa a mim algures na vida.
Baste! É a impressão um tanto ou quanto metafísica,
Como o sol pela última vez sobre a janela da casa a abandonar,
De que mais vale ser criança que querer compreender o mundo —
A impressão de pão com manteiga e brinquedos,
De um grande sossego sem Jardins de Prosérpina,
De uma boa vontade para com a vida encostada de testa à janela,
Num ver chover com som lá fora
E não as lágrimas mortas de custar a engolir.
Baste, sim baste! Sou eu mesmo, o trocado,
O emissário sem carta nem credenciais,
O palhaço sem riso, o bobo com o grande fato de outro,
A quem tinem as campainhas da cabeça
Como chocalhos pequenos de uma servidão em cima.
Sou eu mesmo, a charada sincopada
Que ninguém da roda decifra nos serões de província.
Sou eu mesmo, que remédio!...
Nota: Versão adaptada de poema de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa
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