Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Os dias
Mais Felizes são; àqueles que a alma abraça sempre
Sem se importar tanto com os percalços da vida!
Que o sentido do Natal esteja sempre presente em nosso dia a dia, que é a presença de Jesus Cristo em nossa vida!
Que a paz esteja sempre presente em nossos corações.
Sempre há um “porém”...
Entre um jogo e outro, entre uma parte e outra de uma mesma partida... Entre um apelo e um aplauso, a reza e a resenha, entre a palavra e o palavrão, a defesa e o ataque, uma trave e a outra, o goleiro e o gol, entre um gol e outro...
Sempre uma pausa, uma causa, um “porém”...
- Pode ser do mesmo... Mesmo ângulo, mesmo ponto, mesma parte, até no mesmo time, mas, nunca da mesma forma.
Permissão
Até permito que cometas o vago pecado
De não me perceber sempre ao teu redor,
Pois de todos os males, eis o menor,
Aquele que já se consuma perdoado...
Deixo que sorria a ilusão do pseudoamor,
É notório o prazo do teu sorriso,
Te seguras num falso compromisso,
Se faz caça em selva sem caçador...
Permito que te enganes ao relento,
Permito que se deslumbre enquanto vive,
Permito que seja escrava, seja cativa...
Pois em minhas mãos o teu pensamento
Vai curvar-se ao que sempre tive:
Ao amor que se inventa e se cultiva!
(jOnnY MaCk, 16.02.16 20:03)
Enquanto existir luz sempre haverá uma saída, enquanto existir uma saída sempre haverá uma oportunidade, enquanto houver uma oportunidade sempre haverá uma obrigação, cumprindo essa obrigação ,haverá sempre uma oportunidade de sobressair , enquanto houver luz.
"Ela é chuva ácida, me deixa sem fala desde sempre, quem me deixa sem fala? Minha paredes não estavam no lugar, na verdade eu nem sei se ainda tinha paredes, outra havia roubado meu coração, tinha quebrado tudo, minha alma, minhas estruturas, minha clareza.
Isso não é pra se entender, tô escrevendo sem ar, tenho lágrimas nos olhos semi-serrados, eu tenho medo de escrever, medo de aceitar, medo que meu cérebro não aceite meu coração... Mas esse moça que veio do passado, exatamente dos seis ou sete anos perdidos, me fez apaixonar"
Era assim, a primavera...
Os caminhos, sempre surpreendentes misturavam-se à paisagem que avisava o breve inicio da primavera.
Havia uma mistura de cores e fragrâncias por todas as partes e os jardins, anunciavam aos pássaros e um sem fim de borboletas, a franquia do espaço para que não perdessem aquela festa de voos e sinfonias diárias.
Os beija-flores, encantavam as crianças que estendiam suas mãos para que pousassem sobre elas. O silêncio, era necessário para não amedrontá-los.
O sol, cuidava da manutenção das cores que misturadas aos seus raios, conseguia multiplicar a beleza de cada pétala.
O vento, passava diariamente para levar as sementes e espalhar mundo afora porque sabia que outros jardins estavam sempre preparados para recebê-las.
O gramado, era cortado com frequência e a grama, colocada sobre os canteiros para manter a umidade nos meses ensolarados que ainda estavam a caminho.
A alma, ficava a cada dia mais agradecida pela beleza que encantava seus dias. Em troca, dava ao corpo, alegria, paz, harmonia e dessa forma, o homem agradecia a dádiva que recebia.
by/erotildes vittoria
As coisas humanas não são eternas e vão sempre em declínio desde o princípio até ao seu último fim, especialmente as vidas dos homens.
O amor não tem escolhas ou fronteira...
Para sempre o amor...
O mundo cruel de tantas adversidades...
Sejam feitas com paixão derradeira
De profundos sentimentos num coração...
Ferido em sua alma faceira...
O desatino repentino de um eco do passado.
O equilíbrio é chave da paz social. Sempre quando houve na humanidade o excesso ou a falta de alguma coisa, houveram guerras.
Deus é naja
Estás desempregado? Teu amor sumiu? Calma: sempre pode pintar uma jamanta na esquina.
Tenho um amigo, cujo nome, por muitas razões, não posso dizer, conhecido como o mais dark. Dark no visual, dark nas emoções, dark nas palavras: darkésimo. Não nos conhecemos a muito tempo, mas imagino que, quando ainda não havia darks, ele já era dark. Do alto de sua darkice futurista, devia olhar com soberano desprezo para aquela extensa legião de paz e amor, trocando flores, vestida de branco e cheia de esperança.Pode parecer ilógico, mas o mais dark dos meus amigos é também uma das pessoas mais engraçadas que conheço. Rio sem parar do humor dele- humor dark, claro. Outro dia esperávamos um elevador, exaustos no fim da tarde, quando de repente ele revirou os olhos, encostou a cabeça na parede, suspirou bem fundo e soltou essa: -”Ai, meu Deus, minha única esperança é que uma jamanta passe por cima de mim…” Descemos o elevador rindo feito hienas. Devíamos ter ido embora, mas foi num daqueles dias gelados, propícios aos conhaques e às abobrinhas.
Tomamos um conhaque no bar. E imaginamos uma história assim: você anda só, cheio de tristeza, desamado, duro, sem fé nem futuro. Aí você liga para o Jamanta Express e pede: -”Por favor, preciso de uma jamanta às 20h15, na esquina da rua tal com tal. O cheque estará no bolso esquerdo da calça”. Às 20h14, na tal esquina (uma ótima esquina é a Franca com Haddock Lobo, que tem aquela descidona) , você olha para esquina de cima. E lá está- maravilha!- parada uma enorme jamanta reluzente, soltando fogo pelas ventas que nem um dragão de história infantil. O motorista espia pela janela, olha para você e levanta o polegar. Você levanta o polegar: tudo bem. E começa a atravessar a rua. A jamanta arranca a mil, pneus guinchando no asfalto. Pronto: acabou. Um fio de sangue escorrendo pelo queixo, a vítima geme suas últimas palavras: -”Morro feliz. Era tudo que eu queria…”
Dia seguinte, meu amigo dark contou: — “Tive um sonho lindo. Imagina só, uma jamanta toda dourada…” Rimos até ficar com dor na barriga. E eu lembrei dum poema antigo de Drummond. Aquele Consolo na Praia, sabe qual? “Vamos não chores / A infância está perdida/ A mocidade está perdida/ Mas a vida não se perdeu” — ele começa, antes de enumerar as perdas irreparáveis: perdeste o amigo, perdeste o amor, não tens nada além da mágoa e solidão. E quando o desejo da jamanta ameaça invadir o poema — Drummond, o Carlos, pergunta: “Mas, e o humour?” Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada. Dark, qual o problema?
Deus é naja — descobrimos outro dia.
O mais dark dos meus amigos tem esse poder, esse condão. E isso que ele anda numa fase problemática. Problemas darks, evidentemente. Naja ou não, Deus (ou Diabo?) guarde sua capacidade de rir descontroladamente de tudo. Eu, às vezes, só às vezes, também consigo. Ultimamente, quase não. Porque também me acontece — como pode estar acontecendo a você que quem sabe me lê agora — de achar que tudo isso talvez não tenha a menor graça. Pode ser: Deus é naja, nunca esqueça, baby.Segure seu humor. Seguro o meu, mesmo dark: vou dormir profundamente e sonhar com uma jamanta. A mil por hora.
Caio Fernando Abreu
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