Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Moda e poesia seguem paralelamente com o mesmo objetivo, o mesmo intuito, as mesmas ideias na expressão da Arte e da Beleza.
Ser bom e justo num mundo corruptível é o mesmo que estar no meio de uma guerra sem munição. Tenhamos sabedoria suficiente para sair ileso.
Hoje somos muito para alguém. Amanhã podemos nem estar na sua lista de amigos e nem mesmo em seus pensamentos. Hoje somos amados, amanhã podemos ser odiados. Assim são os ciclos que completamos e que muitas vezes se fecham porque chegou o momento de irmos embora. Lembremos que, outros logo se abrirão e precisamos estar preparados para recebê-los.
O tempo caminha ao meu lado. Diariamente o contenho, para que meu tempo esteja no mesmo ritmo que o dele.
Vida e morte tem o mesmo grau de importância. Saibamos superar ambas e o destino que nos foi dado será ameno.
Felicidade, um ponto inquestionável. Fazemos parte deste contexto e ao mesmo tempo a temos inserida no nosso íntimo.
Mesmo o caminho sendo cheios de tropeços e bifurcações, vale a pena enfrentar e entender quais motivos nos levaram a passar por eles.
Para ser um grande líder, é necessário estar no mesmo patamar dos seus colaboradores. Caminhar juntos, pensar juntos e evoluir juntos. Só assim, seremos uma grande massa em prol de um único objetivo.
Aprendi que preciso seguir mesmo que o coração esteja despedaçado, o peito sangrando e todos os meus órgãos estáticos. Nada e ninguém poderá fazer nada por mim a não ser eu mesma. Então...preciso seguir em frente mesmo com as feridas abertas. Só o tempo poderá cicatrizá-las.
Mudança de Mim...
Vou deixar que o outono me agasalhe mesmo sabendo que o inverno se instalou dentro de mim. Tudo lá fora parece perene, mas é efêmero. As folhas caem cobrindo a terra seca e meu pranto alaga as incertezas. Em meio a fraqueza de toda a intensão, gera em mim um lado terno. Um lado desconhecido, romântico e ao mesmo tempo dramático. Abro a janela e lá fora é outono. Abro a minha janela e aqui dentro o inverno continua rigoroso. Um inverno escondido entre a manta da saudade e a real intensão do momento. Faz muito frio. Um frio congelante e cheio de provocações. Logo a primavera baterá na porta. Talvez, eu abra e deixe a realidade instigante me alimentar ou apenas me encolherei entre os prantos e a deixarei ir embora. Assim, o inverno permanecerá para sempre e a primavera esmorecerá.
Viver entre a dúvida e a certeza, não haverá mudanças. Não de casa, nem de móveis, mas de mim.
Rita Padoin
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