Eu sou assim Completamente Indefinida

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Raio de Sol
Eu te procuro de todo coração⁠!
Pois,guardo às tuas lembranças...
E até me delito de tanta emoção!
Maravilhas que refletem
gotas de esperanças
Sobre as água do mar
e na areia
É tarde de verão!

Personalidade não é o nosso eu. Quando o eu não está harmonizado com a nossa verdade⁠, gera doença.

Você existe além do seu Eu!
Você tem uma dimensão...
Já que o seu Eu na Psicanálise
é agente dual que percebe
Em si...
o que ele vê no outro.

Ele tem uma dimensão!
que, por sua vez, interfere no sujeito

Por meio do inconsciente

E, pelo sintoma, lapso de memória,
o acusa ou o autorrecrimina.

"AMOR, espero que você pense em mim de vez em quando, só para eu não me sentir tão poetico por pensar em você o tempo todo."⁠

✎ᝰ. ˎˊ˗ Sábado terminado, véspera de domingo, todo mundo querendo ver uma boa série e eu, como não sou todo mundo, estou me iludindo a escrever uma.✮⋆˙ᝰ.ᐟ☕︎

⁠⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.

FANTASIA
Eu te fantasiei e te desenhei na madrugada, um sorriso solitário se formou no meu rosto, será só mais um sonho que não se realizará??
Voce deu um xeque mate no meu coração. Ei garota, !nao se cansa de tentar ?? Seu coração vai aguentar??? É bom se perguntar onde essa estrada te levará?

eu jogo ela longe
ela volta tipo um frisbee

"Se perguntarem se eu tenho fé, diria: minha fé é ajudar as pessoas."

Para eu entender o outro, eu tenho que me entender.

A vida é leve, um alívio, é solto, é livre;
O peso é só o que eu tento controlar, apegar, segurar, manter, prender.

A vida me ensinou a ser cético e realista. Se eu eventualmente mudar de atitude, desconfiem! Isso porque nada do que conheço me agrada, porém não descarto a chance de descobrir uma nova versão de mim mesmo.

Eu fiquei
no ponto exato onde você saiu.
Não por esperança
nem por promessa.
Fiquei porque o corpo demora
mais que a decisão.
A cidade não percebeu.
Nunca percebe.
Só eu aprendi a atravessar os dias
com alguém que não vem.
Não te chamo de ausência.
Ausência é leve.
Você pesa.
E eu sigo
carregando
sem pedir resgate.

Ai, que saudades que eu tenho do sertão
tinha um ranchinho
hoje não vejo mais nada
Ai, ai, meu Deus
quanta dor, quanta aflição
êêê, quanta saudade que eu tenho do sertão
Tá tudo novo, tá tudo modernizado

Coral: tá tudo novo, tá tudo modernizado

Ai, que saudade eu tenho da minha boiada
pega de boi
da minha vaquejada
do meu chapéu
do meu facão
do meu gibão
Ai, que saudade que eu tenho do sertão
Tá tudo novo, tá tudo modernizado

Coral: tá tudo novo, tá tudo modernizado

Eu acordei


eu acordei
sem pressa
o dia já tinha começado,


eu acordei
com o corpo disposto
e a mente em atraso,


eu acordei
tentando explicar
o que só deveria acontecer,


eu acordei
e o mundo não pediu
nenhuma definição,


eu acordei
vi o passado correndo,


eu acordei
senti o futuro escorrendo,


eu acordei
não esperei sentido
então eu andei,


eu andei
corri mais rápido
que minhas pernas,


eu andei
o fôlego ficou
pra trás,


eu andei
aprendi tarde
meu limite,


eu andei
achei que já tinha
me perdido,


eu andei
sem mapa
e funcionou,


eu andei
o caminho não sumiu
eu também não,


eu cheguei
não inteiro
mas suficiente,


eu acordei
sem pressa
o dia já tinha começado.

Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!

Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.

⁠Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.

⁠E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.


Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.


Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.


Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.


Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.


Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.


E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.


Ele separa, sim, mas também aproxima...


Às vezes, pausa… mas empurra adiante.


Ele corta… mas também convoca.


Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."


E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.


No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.


Não é desatenção, é presença.


E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.


Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.


E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.


Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.


A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.


E o fogo aceitou.


Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.


É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.


E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.


A palavra abre caminho.


A imagem acende.


O travessão risca.


E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.


Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.


Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.


E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!


Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.


No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.


E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.

Ainda bem que eu acordei. Se há coisa que me deixa com raiva é gastar o inconsciente sonhando besteira.


_ Mafalda⁠