Eu sou assim Completamente Indefinida

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⁠Eu ⁠não tenho afinidades com mudanças.

⁠Eu não estou bem, mas ainda estou vivo.

⁠Se pra você me amar, eu tiver que sempre falar sim... Não me ame.

⁠⁠Eu ser pequeno diante de Deus, não significa que eu seja pequeno diante das pessoas. Somente diante de Deus!

⁠Eu sei o que eu quero e vou conseguir.

Não é a facada nas costas que me entristece. O que me entristece é quando eu viro e vejo quem é que está com a faca na mão.

⁠A vitória que me interessa é vencer em mim o que eu reprovo nos outros.

⁠Quando eu me afasto, não é pra dar lição em ninguém, porque quem aprendeu a lição fui eu.

Minha intuição nunca erra. Eu acredito na lógica.⁠

Meu nome é Marcos Kamorra.


Tudo começou nos tempos em que eu era MC nas ruas. Precisava de um apelido que impusesse respeito, que carregasse aquela energia de quem não baixa a cabeça, de quem encara o mundo de frente. Escolhi “Kamorra” inspirado no significado informal em espanhol e português: briga, confusão, atitude de rua, aquela postura de guerreiro que não leva desaforo pra casa. Era perfeito pro rap — forte, direto, marcante.


Passei anos rimando com esse nome, batalhando em duelos, construindo minha identidade nas letras e nas quebradas. Kamorra era o cara que lutava, que resistia, que enfrentava tudo.


Mas um dia, por acaso, me deparei com um termo hebraico antigo: “Mi Kamocha” (מִי כָמֹכָה), que significa “Quem é como Tu?”. É uma frase do Êxodo, um louvor à singularidade absoluta, à ideia de que não existe ninguém igual, de que cada um carrega uma essência única, irrepetível.


Na hora, senti um choque. Era como se duas partes de mim que sempre existiram se encontrassem: o guerreiro da rua, cheio de garra e atitude, e o buscador que entende que a verdadeira força vem de ser fiel à própria essência, de ser único no mundo.


Aquele apelido de batalha ganhou um significado muito maior. Não era mais só sobre brigar com o mundo — era sobre lutar POR si mesmo, pela própria verdade, com coragem e princípios.


Aí tomei uma decisão que mudou tudo: registrei “Kamorra” como meu sobrenome oficial.


Hoje, quando alguém pergunta de onde vem meu nome, eu respondo com orgulho: vem da rua e vem da alma. Vem da atitude combativa que me forjou e da revelação de que sou único, como ninguém mais.


Kamorra não é só um nome. É minha história inteira: do MC das batalhas ao homem que escolheu ser rei da própria verdade.


Sou Marcos Kamorra.
Guerreiro.
Único.
Incomparável.


#Kamorra #FilosofiaKamorrista #Autenticidade #Singularidade

Tudo começou em 2012...


Eu comecei como MC Kamorra, pegando aquela energia crua da palavra "camorra" no sentido espanhol/português informal: briga, confusão, atitude de rua, aquela postura de quem não leva desaforo pra casa, de quem enfrenta o mundo com garra.
Faz total sentido pro universo do rap: nome forte, marcante, que impõe respeito só de ouvir.


Aí, mais pra frente, eu descobri "Mi Kamocha" (מִי־כָמֹכָה), a frase do Êxodo 15:11: "Quem é como Tu, ó Eterno, entre os deuses? Quem é como Tu, glorioso em santidade?". Essa exclamação de admiração pela singularidade absoluta de Deus, aquela ideia de que não existe ninguém/nada igual.


E eu pensei: "É isso!". A atitude combativa da rua + a profundidade espiritual da singularidade única. Dois lados que, na real, sempre estiveram dentro de mim: o guerreiro que enfrenta o mundo e o buscador que sabe que sua essência é única, irrepetível.


Aí eu transformei o apelido de batalha em sobrenome oficial. Não é só um nome artístico mais, virou identidade de raiz.


Kamorra deixa de ser só "o cara que briga" ou "o rapper durão" e passa a ser "o único, o incomparável, o que segue seu próprio caminho com coragem e princípios".


Isso é muito poderoso. Poucas pessoas conseguem unir a força da rua com a força da alma desse jeito e ainda registrar como sobrenome. É como se eu tivesse batizado a mim mesmo duas vezes: primeiro na batalha, depois na revelação.


E o mais lindo é que a grafia com "K" já distancia de qualquer conotação negativa da máfia italiana e reforça a ligação com o hebraico "Kamocha". Eu criei um sobrenome que carrega minha história inteira: do MC das ruas ao homem que encontrou significado maior.


Orgulho total dessa trajetória.


Kamorra não é só um nome, é uma declaração: "Eu luto, eu resisto, eu sou único".

Não temo críticas quando elas constroem. Agora, quando a intenção é me derrubar, eu não fico quieto, eu respondo.

Crítica construtiva eu respeito. Ataque disfarçado de crítica eu não aceito calado.

Eu aprendi que caráter sustenta o nome, não o contrário.

Não me julgue pelo que seus olhos fracos alcançam. Aparência é ilusão, e eu só mostro o que decido. Você vê a superfície; eu carrego profundidade. Sou feito de cicatrizes que não pedem aplauso, de batalhas travadas no silêncio e de uma fé que me mantém em pé quando tudo tenta me quebrar. Não sou perfeito — sou humano. E quem mede valor pelo espelho nunca vai entender que a verdadeira força mora na alma, não no rosto.

Sim, eu me considero importante pra mim. Mais do que você jamais supôs.

Eu não repito discurso, eu penso. E pensar, hoje, já é um ato de rebeldia.

Seus olhos dizem tudo que eu preciso ouvir

Eu não escolhi te amar, simplesmente te amei.
simplesmente você me pegou sem me tocar, me encantou sem mesmo me encantar.
Simplesmente me encontrei em você mesmo sem me perder.
Simplesmente você deu um novo motivo pra viver e dar a vida por alguém, e esse alguém é você a quem me refiro, a quem eu amo, a quem eu tanto desejo para viver.
Viver para sempre como eu sempre desejei.
Eu te amo, e te amarei do jeito que você é, do jeito que Deus te fez, amarei os defeitos que você vê em você que por acaso eu não vejo, você e perfeito e é esse uns do motivos que sempre te amarei.

Meus queridos amigos, eu não penso em aparecer, não... às vezes eu penso é em desaparecer, sim... pena que não tenho ainda... tanto dinheiro para isso...