Eu sou assim Completamente Indefinida
O doce mel é alegria de palavras conceituada meiga educada, foge do fel assim ninguém vá provar a ignorância antes do mel.
No oceano o mais forte se alimenta do fraco assim é a cadeia de sobrevivência, no mundo humano não é diferente o pobre carrega os poderosos nos ombros.
O marinheiro levanta o olhar na imensidão do oceano alinha o trajeto de precisão assim o percurso não será um assombro.
Não vá a justiça eles vão te abraçar sabendo que você não está no cardepio deles, inda assim vão te condenar.
O ponto de partida mostra quando alguém não aceita a decisão de escolha em partir, mesmo assim desenha para quem não acredita tô indo contra a minha estrada.
Quando tudo estiver bem calmo tenha bastante cuidado, melhor se preparar para dias difíceis assim não ser pego de surpresas.
É importante saber quem pode compartilhar com você o pão de cada dia, assim você vai conhecer quem pode sentar na mesa contigo para comer do teu pão, e também vai conhecer aqueles que não volta a sentar contigo na mesma mesa.
As armadilhas da vida combinado com o destino manipulam os caminhos, assim ninguém vai saber os segredos por trás do ocultismo, quanto menos informação a nação segue manipulado perto e tão longe do conhecimento.
Quando alguém citar o teu nome em conversa observa o tom de voz de quem fala, assim você percebe se for agressão elogios fofocas ou é simplesmente um conversa formal.
O começo ao desenrolar dos anos ainda assim será o começo, no entanto a história antiga ou nova não tem fim, sempre tem alguém mudando a linha da história portanto a história não tem fim.
Soma o teu tempo hoje na balança da justiça, assim você pode se organizar no próprio tempo a boa escolha.
Não tenha dó de afastar de pessoas que não te representam, quem sabe assim você possa chegar mias perto do criador.
Aprenda a navegar a favor do vento assim as águas tranquilas não vão impedir que chegue até o porto.
Nem todo político é mentiroso assim como nem todo eleitor é burro, mas o certo é que ambos existem....
-Jean C. de Andrade-
Minha adolescência não foi assim tão sem graça... Após a missa, saía na caça, comia pipoca e dava inúmeras voltas ao redor daquela praça, no clube, dançava agarradinho e oferecia para a menina uma bela canção, sempre com um copo na mão, bebendo devagar, somente por ostentação, teríamos que ser rápidos, pois à meia noite acabava toda a emoção... Desta época eu só tenho uma decepção, não conseguir dançar os passinhos naquele enorme salão!
Não façamos algo pensando no que os outros possam falar sobre nós, se assim o for, estaremos vivendo em função de terceiros. Nossa vida é o que fazemos dela, não o que os outros querem que sejamos nós!
