Eu sou assim Completamente Indefinida

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Amo tanto que dói. Mesmo assim, não sei amar menos.

Fui escuridão, e mesmo assim encontrei direção.

Fui perda, e ainda assim fui ganho em outro tempo.

O bem que você faz hoje muitas vezes é esquecido pelas pessoas amanhã. Faça o bem assim mesmo.


Madre Teresa de Calcutá

⁠⁠❤
"O amor é assim:
Quando os dois querem;
Um não larga e
o outro não desiste"


A flor não deixa de ser bonita por causa dos espinhos.
Assim como a vida não perde o seu brilho
por causa das pessoas que nos machucam.

⁠A lua ainda brilha toda pomposa e formosa em dia claro, ao amanhecer.
E que assim façamos como ela,
nao deixe seu brilho ofuscar em momento algum nesta vida, não vale a pena.

Rosicler Ceschin

É tão bom viver sem criar expectativas,
porque só assim descobrimos o quão surpreendente a vida pode ser.
Ela fica mais leve quando deixamos espaço para o que vem,
sem peso, sem cobranças, apenas presença.
Kleber Abdul Al-Nasr

Há corações que se tornam gelo não por escolha, mas por sobrevivência — e ainda assim, quando amam, queimam como fogo.


EduardoSantiago

O passo do ninja é leve, mas seu impacto é profundo; assim são as mudanças que mudam vidas sem fazer barulho.


EduardoSantiago

⁠O ser humano nasce com a angústia de saber que a vida não lhe pertence, e ainda assim, busca nela seu significado.

⁠A filosofia é tudo que explica o nada, e nada explica o tudo, assim como o tudo não explica nada.

Se passa água no rio, não fica imaginando que é a mesma que passa nele o tempo todo. São assim as pessoas que passam em nossas vidas, que vão como as águas do rio.

"Somos resultados das escolhas que fazemos na vida, sendo assim, responsáveis diretos das nossas ações do dia dia"

Esperar, vale a pena. O amor é assim.

Felicidade é ter um amor na vida, um amor assim.

nunca toquei o mar com tanta propriedade
assim ao toque do vento quando esbarra nos olha
da distância de 20 passos ou menos
na altura das ilhas ao mar aberto de possibilidades
ainda mais furticoloridas das virtudes já vividas
nossa maior idade nossa mala da vida frasqueira alheia
ao olhar dos falsos amigos uma virtude explode ao ouvido
se villas boas ou guitarra voa o tempo dos meus pensamentos
não troco um homem de 60 por um de 30 nem por 5 min
não tem a hora nem a precisão de quem sabe ao menos a importância
dos segundos, dias, semanas, ah quem sabe
um dia desses você aqui na nossa cama
agora resta sonhar na sala de estar e
brincar de vier sonhar talvez dormir florescer...

TEM DIAS QUE É ASSIM

Tem dias que me desconheço,
me viro do avesso, me perco ,me reviro, me revolto.


Respiro.
Recomeço.


Sinto os pés de volta ao chão,
estou aqui de novo.
Me concentro.
Rio, me equilibro,
me reprimo, esqueço.


Respiro.
Recomeço.
Agradeço.


Pronto tudo certo.
Tem dias que é assim.

⁠Por que você me deixou?
Como assim você partir agora?
Resposta para essas perguntas,
por MAIOR que seja,
jamais vai preencher o imenso vazio
deixado em meu coração por você.

Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.

Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.

É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.

Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.

Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.

Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.

Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.

Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.

Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.

E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.

Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.

Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.

A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.

Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.

Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.

Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.

Talvez eu seja apenas essa divisão.

Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.

Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.

Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.

Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.

E espiar por cima.

E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.