Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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⁠⁠A Resistência é por Dignidade.
Pobre mesmo é aquele que precisa
muito mais que o necessário.

No ponto em que toda referência colapsa, nem mesmo o “é” pode ser afirmado com precisão. Qualquer tentativa de declarar existência ou não-existência já é um movimento tardio da linguagem tentando capturar o que não se submete a categorias. O absoluto não confirma nem nega - ele não entra no jogo das definições.

No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.

Nem mesmo o silêncio permanece como referência quando a dissolução é completa. O silêncio ainda é percebido em contraste com o som, ainda pertence ao campo da experiência. O que está além disso não pode ser qualificado nem como silêncio nem como ruído - é anterior a qualquer distinção.

Há um ponto em que até mesmo a noção de presença se revela como um conceito sutil sustentado pela mente. Enquanto houver alguém tentando “estar presente”, ainda existe uma divisão silenciosa. O que se revela além disso não pode ser praticado nem mantido — é anterior a qualquer esforço, é aquilo que já é, antes mesmo da ideia de ser.

Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.

Mesmo a ideia de “consciência” pode se tornar um refúgio sutil, uma nova identidade mais refinada onde o ego se abriga. Quando isso é visto, até essa identificação começa a perder sustentação. O que resta não pode ser nomeado, não pode ser possuído, e justamente por isso não pode ser perdido.

⁠Levará a vida toda
até que comece a
conhecer a si mesmo,
imagina o próximo?

⁠Mergulhar em si mesmo
antes de qualquer outro oceano.
E assim conhecer nossas marés,
todas as correntezas,
desde as mais caóticas
até as mais pacíficas.
Mergulhar em si mesmo
antes de qualquer outro oceano.

Siga o padrão que a sociedade impõe e você nunca poderá conhecer a si mesmo.

A gratidão é o mais nobre sentimento que podemos compartilhar com aquelas pessoas, que mesmo sem nos conhecer pessoalmente, nos trata com respeito e muito amor!

⁠O momento de encontrar-se é único, esteja sempre aberto para aprender sobre si mesmo e permita que a jornada de autodescoberta aconteça naturalmente.

Mesmo diante de todos os desafios diários e a certeza de que faz o seu melhor, o tempo de alegria é sempre ao lado dos que mais amamos nesta vida.

O certo é isso: amar a si mesmo e, depois, o outro — sem perder a própria essência. Porque qualquer tipo de “amor” é energia, é frequência… e isso é real.

A verdade do amor

Um dia pensei que poderia amar a todos.
Mesmo os que erram,
os que machucam,
os que me fizeram chorar.

Não por obrigação,
mas porque não sei guardar rancor.

Hoje não sinto raiva.
Sinto medo.

Algumas pessoas assustam
não pelo que fizeram,
mas pelo que ainda são capazes de fazer.

Minha capacidade de amar é imensa,
mas o instinto de sobreviver fala mais alto.

Amar à distância
é a forma que encontrei
de me proteger
sem perder quem eu sou.

E seguir inteira,
sem me dissolver
no ódio
nem na hipocrisia do mundo.

O muro

Em cima do muro
me vejo pensativa...
Se devo mesmo descer
ou ficar aqui...

Olho para um lado
e para o outro...
E lá não vejo,
não me encontro...

Talvez no muro
eu pudesse viver,
erguer algo sólido
e nunca mais descer.

Não carrego dúvidas,
nem guardo rancor,
mas é aqui, no alto do muro,
que encontro meu valor.

É a minha forma
de me proteger:
não me ferir novamente
e ainda sobreviver.

No muro
vou me equilibrando...
Segurando-me na vida
para não cair.

E assim permaneço,
tentando descobrir,
enquanto o tempo passa,
uma maneira de ser feliz.

Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.

Dizer que “nunca se ama duas pessoas ao mesmo tempo” não é negar a complexidade do humano; é reconhecer que o amor romântico, quando é amor e não apenas desejo ou apego, é uma chama que só arde inteira quando encontra um único sopro para respirar.

“Sonhos são como neblina: parecem confusos de longe, mas guiam quem tem coragem de caminhar mesmo sem ver o fim.”

Ela se recusa cair ao chão
a se lamentar, mesmo quando
a sua vontade é de chorar.