Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Sinto frio ao olhar para os olhos das pessoas, aquela cor vivida foi embora junto com a humanidade.
Ultimamente estão ficando muito azul, sinto falta das cores quentes!
Quem será que colocou essa voz boba na nossa cabeça, aquela que não fica quieta e deixa a gente ansiosa, aquela que quer saber como é morrer ou como seria surtar e falar tudo que pensa, aquela que quer saber como funciona o liquidificador ou quem inventou os idiomas, da onde saiu o papai Noel e como sabem como Deus pensou pra criar o mundo, a voz que me deixa muda e enrola minha garganta em fios, que me faz chorar do nada na cadeira da cozinha as 5:38 da manhã, que não me deixa levantar pra ir pra escola e que pesa minhas costas julgando cada passo meu, que odeia minhas canelas ou pensa que nunca vão me amar pq tenho o braço gordo ou porque tenho mais de 65kg. Sabe? Aquela voz fininha que sempre lembra do seu passado e aquele erro burro que cometeu, sendo beijar alguém que não gostava ou errar o sinal na prova de matemática que fez você errar uma conta fácil, a voz que não deixa eu levantar e ir tomar banho ou me faz achar q nada que eu faça estar bom, talvez ela fique calma um dia, ou talvez não, talvez tenha ela pra sempre enquanto a outra voz luta pra mim não cortar minha garganta e pulsos e aceite a vida como ela é.
A amizade que rompe barreiras
Aquela que não há desconfiança
Floresce a esperança
Dá-se tempo ao tempo
O tempo se encarrega de ver o momento
Durante anos, dá para recordar tantos momentos
Momentos que não si apagarão com o tempo
Ver o que o tempo nos levou
O tempo que se passou
O tempo que nos custou
E a favor do vento
O tempo não acabou
Basta dá tempo ao tempo
E as respostas o tempo mostrará
Não existe amizade sem o verbo permanecer. Amigo é aquela pessoa que conhece o contexto da sua vida, que enxerga as batalhas que você enfrenta. Amigo é aquele que entra na sua vida, entende e escolhe permanecer.
O amor só é possível quando pisamos no íntimo de alguém e diariamente permanecemos.
"A amizade é o amor que se escolhe: eu quero permanecer na sua vida."
Assim também é nosso relacionamento com Deus.
É aquela velha sensação de novo. Aquela melancolia que surge simplesmente do nada. Aquela tristeza que transborda pelos olhos. Aquele amontoado de pensamentos desregulares que se tornam um labirinto sem saída. Aquele nó na garganta que faz o simples ato de engolir se tornar uma tortura. Aquele aperto tão intenso no coração que te faz pensar que o mesmo está sendo esmagado, destroçado. Aquele ar que parece não entrar em seus pulmões e, quando entra, arde tanto, machuca tanto que você tem a sensação de que há lâminas rasgando por baixo da sua pele. É desesperador, desolador, angustiante... e dói. Dói muito. A ansiedade dói como poucas coisas na vida serão capazes de doer. É uma dor que dura, que é feita para durar. E por mais que a gente tente, que a gente lute, ela permanecerá doendo, permanecerá nos adoecendo.
A pessoa mais admirada não é um atleta ou a que tenha mais autoridade, mas sim aquela que ensina pelas ações, humildade e não arrogância.
*Aquela manhã de domingo*
Meu corpo junto ao teu,
o toque íntimo de nossas almas;
que, por um momento,
juravam estar entrelaçadas.
Naquela mesma manhã,
o toque, o abuso;
o sentimento de incapacidade,
e a voracidade para pôr um fim naquilo.
Porque, afinal,
era apenas uma manhã de domingo.
Mas por que, em uma manhã de domingo?
Justamente naquele dia,
naquela mesma hora, tudo poderia ter sido diferente.
Aquele toque não era desejado,
aquele contato nunca foi necessário;
Nossas almas nunca estiveram ligadas,
elas apenas se sentiam amadas e atraídas uma pela outra.
Você realmente era o que eu precisava?
E se sim, por que decidiu aparecer naquele domingo?
Queria te esquecer,
espairecer a minha mente;
que aparenta te desejar como nunca
e te ter como sempre.
Agora, os domingos são frios,
não calorosos como um dia já foram;
são manhãs vazias,
em uma simples terra baldia.
A felicidade verdadeira é aquela que não precisa ser anunciada. Ela transborda no olhar, dança no riso, colore os dias sem precisar de razão. Quem encontrou a felicidade dentro de si nunca depende do mundo para sorrir.
Quando me perguntam qual a lâmina mais afiada do mundo, respondo sem hesitar: A saudade.
Aquela que de tão afiada faz um corte pequeno que por vezes é imperceptível, mas que quando se faz perceber causa uma dor tão intensa que fere a alma.
Sabe aquela música lá 'às vezes acho que devia te dizer mais vezes que te amo e que te quero mais do que qualquer coisa'? É, realmente acho que deveria. Aliás, você merece. Sabe, sou tão apaixonada por você que poderia dedicar todas as músicas, poesias, artes e textos sobre amor para você. Você é uma pessoa tão delicada e deslumbrante. Eu te amo."
AS REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS
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“A primeira revolução industrial é aquela na qual os humanos tomam partido de uma compreensão mais adequada da força da gravidade, das leis do movimento, e da possibilidade de converter energia térmica em energia cinética. Podemos entendê-la como a revolução mecânica por excelência (ou como a revolução termomecânica). É a revolução dos transportes a vapor – barcos ou locomotivas –, da mecanização, da rápida passagem das manufaturas às primeiras fábricas, da substituição do tear manual pelo tear mecânico. As novas tecnologias introduzem, como nunca, a possibilidade do trabalho em série, e requerem novos tipos de trabalhadores a serem explorados por novos tipos de patrões. A primeira revolução industrial traz consigo seu nível científico correspondente: o das descobertas de Isaac Newton (1643-1727) acerca da lei da gravitação universal e das leis do movimento. Além disso, o entendimento em nível maior de precisão acerca das leis da termodinâmica, que se dá no decurso do século XIX, mas que já vinha sendo intuído desde o século anterior, passa a habilitar os cientistas e engenheiros a compreender e mesmo quantificar as trocas de energia, inclusive no que se refere às possibilidades de conversão de energia térmica em energia mecânica. O domínio intelectual destas forças e elementos da natureza – a força da gravidade, o movimento e a energia térmica – proporcionará toda uma sorte de novas invenções aptas a explorar o trabalho mecanizado e desenvolver novas possibilidades de transporte.
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Conforme veremos a seguir, o complemento deste primeiro movimento da Era Industrial viria em seguida, em uma nova fase, com a compreensão e domínio de outras forças físicas (em particular a eletricidade). Também aqui devemos visualizar estes dois movimentos da Revolução Industrial como superpostos polifonicamente. O primeiro movimento da Revolução Industrial não se interrompe quando se inicia o segundo. Podemos dar o exemplo dos automóveis. Um automóvel moderno, por exemplo, baseia-se em um motor de combustão interna. Este tipo de motor pode ser compreendido como uma das muitas máquinas térmicas, capazes de transformar a energia proveniente de uma reação química em energia mecânica. Toda a variedade de transportes que utilizam os vários tipos de combustíveis – e o petróleo será apenas um deles – é tributária da conquista termodinâmica proporcionada pela primeira revolução industrial. Não obstante, os primeiros automóveis de combustão interna a gasolina surgem no último quartel do século XIX (portanto na mesma época em que já adentramos a segunda revolução industrial, ou o segundo movimento da Revolução Industrial, tal como propomos). De todo modo, a novidade do domínio da energia térmica – e sua conversão em energia mecânica – é claramente da alçada da primeira revolução industrial. Ou seja, as linhas tecnológicas inauguradas pelo primeiro movimento da Era Industrial continuam a se desenvolver, produzindo novas invenções e conquistas tecnológicas, inclusive depois que ocorre o segundo feixe de inovações tecnológicas que já caracteriza a segunda revolução industrial (a revolução elétrica, por assim dizer). Entre as heranças da revolução termomecânica estão as várias linhagens de transportes movidos à propulsão química.
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A segunda revolução industrial, complementando a revolução mecânica e termodinâmica trazida pela compreensão da gravidade e pelo domínio das leis do movimento e da energia térmica, é a revolução da eletricidade. O seu componente intelectual pode ser tipificado pelas leis de Maxwell, que demonstram pela primeira vez que a força magnética e a força elétrica são na verdade uma coisa só: a força eletromagnética. Com as invenções decorrentes deste novo estágio da compreensão das forças físicas, o mundo se eletrifica. As cidades se iluminam, não mais com chamas de lampião, mas com luz elétrica. Em breve o cenário da sociedade industrial será invadido pelo rádio, pelos meios de reprodução fonográfica, televisão, aparelhos de telefone, eletrodomésticos de todo tipo. Não tardará a surgir o próprio computador eletrônico – invenção que se torna possível a partir da revolução elétrica da sociedade industrial, mas que logo ocupará o lugar de um dispositivo central para a futura Revolução Digital”.
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[BARROS, José D’Assunção (org.). História Digital. Petrópolis: Editora Vozes, 2022. p.20-11].
A liderança que prospera é aquela que aguça o desejo dos seus liderados pelo prazer de prosperar.
José Guaracir
ERMO;
Aquela sexta-feira, foi naquela tarde!
Durante o tráfego de meus pensamentos,
Quando estava a caminhar pela cidade,
Me recordo bem daquele momento.
Foi quando percebi onde não estava,
eu percebi que somente eu gostava.
Então Silenciei-me,
Eles notaram a falta.
E ainda lhes resta no coração,
afirmativas de que eu me afastei,
Não, Não apenas me encontrava a perdido,
De onde nunca nem perto cheguei...
***
✍️...
"Aquela linda paisagem,
pousando nas cordas de um violão,
aquela canção
tocando os trilhos de um trem, e eu com alegria
de uma criança,
deixei registrado a poesia
que surgiu ali, naquela viagem nos dias da minha infância.."
***
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