Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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Quanto tempo um homem demora para esquecer uma mulher? Eu não sei.

Toda vez, que você me bloqueia,
penso eu, que é pra me poupar
de algo que me chateia
e vem pra me enganar...
Portanto, fique em paz na sua teia,
tecendo suas armadilhas...

⁠*
✍️
"Enquanto for um tranquilo RIO,
ah, eu SORRIO
e deslizo entre pedras e pedregulhos,
afinal dos meus olhos
nada escapa enquanto estiverem abertos..."
***

(Francisca Lucas)

*
"O que eu desejo e quero
as vezes me dá desespero,
Vejo pouco a distância,
e nessa pouca visão,
embaça a reflexão,
deixando subtraída a poesia,
que vive em vôos de pássaros aprisionados em gaiolas do tempo."


***
( Francisca Lucas )
____________________💚💙

(Nossa infância)

Eu queria voltar
atrás e no passado
sabotar
a nossa história...

Reescrever a nossa infância,
Para que jamais precisasse haver separação...
E que nossa adolescência
na operação
do tempo durasse uma eternidade!...

***

Meu livre-arbítrio é um circulo, tenho que lembrar que pra cada direção que eu seguir, existe limites, pois do outro lado esta o meu próximo.

***

Eu nao vou negar que estando perto de você me sinto mais feliz...
Não tenho alimentado um sentimento que não pode existir, no entanto, não posso negar quão bem me faz.
Tentar esquecer é fácil, mas, as raízes se aprofundaram e ganharam forças. Não há como fugir pois está em todo meu ser... Está em minh'alma, na essência da minha vida... Uma sonhadora é o que sou. Queria poder mudar e controlar a direção do meu pensamento... Queria não pensar, nem ao menos lembrar de você, porém não é fácil porque você é um pedaço do que sou.
Sou a alegria, sou tristeza, sou saudade, sou paixão, sou a dor que arde no peito, sou o amor, ao mesmo tempo sou nada porque me falta você.

E eu te amaria todos os dias sem ter que justificar, sem ter que explicar, sem medo...Te amaria como aquele que involuntariamente, causa as melhores sensações em meu coração...Te amaria simplesmente, isso seria o bastante para me completar.

Um sonho?
Muito mais...Um lindo sonho!
um desejo da realidade.
Era eu e você...Parecia real que desejei continuar dormindo.
Partilhávamos as mesmas emoçoes e os mesmos sentimentos; Amor e muita paixão.
Você estava ao meu lado e, timidamente, não hesitou em manifestar seu amor...Era apanas um sonho, um sonho quase real, um sonho de amor...
"Meus pensamentos e meus sonhos que sustentam tão grande amor"
Impossível explicar tão grande amor.

Se eu pudesse te emprestaria meus olhos para você ver como eu te vejo e o meu coração para sentires o que eu sinto...
Já desisti milhões milhões de vezes desse sentimento, mas ele é teimoso e insiste em ficar.

Não queria te amar,
Não queria te querer,
Queria viver a vida e não pensar em você...
Mas como eu te amo e vivo querendo você...Vou deixar que o tempo decida o que vai nos acontecer.

Não me condeno nem me culpo pelo que eu sinto por você...
Sentimentos chegam, instalam-se e tomam conta do coração.
O que fazer?
Somente esperar pra ver até onde vai.
Amar é dá sentido novo à vida.Então, amemos!

Eu queria um dia estar sozinha com você...
Pra talvez dizer alguma coisa, ou dizer nada...
Pegar tua mão e deixar-te sentir o pulsar do meu coração...
Sentir teu toque...
Chegar bem perto...
Te abraçar, e simplesmente te dá um beijo.

~ Eu sei que é difícil de aceitar, mas infelicidade é mais comum que felicidade...

Antes eu achava que fazer o que eu sinto vontade era egoísmo; hoje percebo que egoísmo é quem dita o que eu deva fazer.

Se você fosse música, eu te cantaria baixinho, como quem canta para ficar. Se fosse poesia, eu te recitaria sem pressa, com a voz cheia de intenção.


Se fosse bebida, eu te beberia em goles lentos, saboreando o risco e o prazer, pois você é como aquele gole da bebida proibida, que a gente evita todos os dias, porque sabe que basta um só gole para se viciar.


Se fosse erro, eu erraria sem medo, mas sendo acerto, eu te acertaria todas as vezes.


Se estivesse à venda, eu te compraria sem pechinchar. E se estivesse perdido, eu te encontraria, mesmo sem mapa, sem GPS, mesmo no escuro.


Você traz movimento ao meu tédio, e os seus olhos são o remédio que cura qualquer dor de um dia ruim.


Se você fosse um livro, eu te leria devagar, uma frase por dia, repetindo cada sílaba, bem lentamente, para nunca chegar ao fim.


E se alguém te pedisse emprestado, eu sorriria e diria: lamento, esse é especial. Não empresto, não confio ele a ninguém, e ainda não terminei e não quero terminar de ler, nunca.

À Flor da Alma


Às vezes eu queria ser perfeita.
Não por vaidade,
mas pra ser mais sábia
pra entender e reagir ao mundo
com mais clareza,
pra reagir com serenidade
sem me deixar abalar tanto
quando a vida me fere com palavras duras
e o coração sangra em silêncio.


Queria ser elevada o bastante
pra não me abater com a maldade alheia,
pra não acumular mágoas
como pedras nos bolsos da alma.


Mas o espelho não mente.
Sou falha demais.
Ciumenta demais.
Desastrada demais.
Tola demais.
O mundo desaba e eu tropeço
às vezes o raio cai, sim,
no mesmo lugar.


Mesmo assim, eu agradeço.
Peço perdão a Deus,
tento me redimir das culpas
que me seguem como sombras.
Vivo atenta aos passos,
pra não gerar mais erros e carmas
nas próximas vidas.
Porque há arrependimentos
que não se desfazem,
palavras que ficam presas no tempo,
manchando o que fomos,
sem chance de apagar.


E quando o peso aperta,
eu sinto demais e escrevo.


Escrevo pra libertar meus bichos
os ferozes e os mansinhos.
Escrevendo, eu voo.
Toco o céu com as pontas dos dedos,
descubro o meu avesso,
o eu oculto que mora trancado,
protegido por senhas que ninguém sabe decifrar.


Não busco quantidade, busco verdade.
Escrevendo, converso comigo, me ouço e
respondo o que o mundo não pergunta.
Me perco em sílabas,
exagero nas reticências,
fugindo dos pontos finais,
porque nunca paro de imaginar,
de me corrigir, de me reinventar.


Quando escrevo, espanto a melancolia.
É minha forma de rezar.
De traduzir o que sinto,
o que me rasga e o que me cura.
Só escrevendo digo o que grita no meu olhar,
que ainda sei amar e mereço, cuidado, amor.


Ando à flor da pele
mas fraca não sou.
Sou teimosa.
Sou guerra e paz, sou alma antiga.
E, mesmo myitas vezes cansada,
ainda tenho esperanças e sonhos.
Ainda acredito.
Ainda escrevo..⁠

Eu sinto falta da sua voz
como quem entra num quarto vazio
e percebe o eco da própria solidão.

Sua voz não é só som
é abrigo.
É casa.
É o lugar onde meu caos se aquieta.
Sinto falta do seu cheiro…
e isso me desarma.
Não sei explicar a fragrância,
mas meu corpo reconhece.
É química, é memória, é desejo.
É vontade de fechar os olhos
e me perder no seu pescoço
até esquecer o mundo.

Sinto falta do seu beijo
da pressão, da entrega,
do calor da sua boca encontrando a minha
como se fosse a única verdade possível.
Sinto falta do seu corpo junto ao meu,
da sua temperatura misturada na minha,
do jeito que você me puxa
e me faz sentir
inteira, viva, escolhida.

Escrever é a única forma que encontrei
de tocar você sem tocar.
Porque quando não estou com você,
o que me resta
é transformar saudade
em palavra.

Primeiro eu acordei, depois de sonhar com você, no eco do sonho que te vestia de luz.
O mundo era silêncio, só o teu nome ecoava,
um sussurro que me atravessava a alma.

Depois, descrevi o sonho, como quem pinta o céu, teu corpo era mapa, teu beijo, bússola.
Tua voz cantava uma melodia que me embalava, e eu, perdida em teus abraços, esquecia o tempo.

Voltei a dormir, mas o teu cheiro persistia,
como um fantasma de ternura, suave e quente.
Ao despertar, a saudade já habitava meu peito,
um vazio que só tu poderias preencher.

Passei a manhã suspirando seu nome, vendo teu rosto em cada canto, tua boca, um doce enigma que me consome.
Teu olhar, um farol que me guia na escuridão,
teu calor, um fogo que me aquece por dentro.

Lembrei de tua respiração, ritmo de vida e paixão, da expressão que te invade quando me entrego a você.
Cada suspiro teu era um verso, cada gesto, poesia, e eu, apenas uma refém do teu infinito.

Agora passo as horas querendo saber de você onde estás, como estás, se ainda me lembras.
A saudade é um rio que corre dentro de mim,
e eu, à margem, espero que tu voltes a sorrir para mim.

E eu seria o vento que te envolve,
a sombra que te segue descalça,
o nome que te escapa dos lábios,
quando a noite se faz mais densa.


E eu sou o rio que não se cansa,
a margem que te espera quieta,
o segredo que guardas no peito,
mas que nunca confessas.


E eu seria o aroma da terra,
após a chuva que te refresca,
o brilho que se perde no espelho,
quando te olhas e não te enxergas.


E eu não sou a luz nem a escuridão,
só o crepúsculo que te confunde,
"Você sente o que eu não digo?"
Mesmo quando te calas.


E eu seria o eco da tua voz,
a falta que não se explica,
o abraço que nunca se desfaz,
mesmo quando te afastas.


E eu não sou o sonho nem o despertar,
só o instante que te suspende:
"Você lembra do que fomos?"
Mesmo quando não respondes.