Eu Sou

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Eu sou essa sensação de realidade vivo dentro desse corpo.

Eu sou a ação do sentido que eu crio.

Eu sou tudo o que eu deixo, não sou nada do que eu guardo.

Eu sou a vida eterna em corpos temporários.

Metáfora:
Eu sou a energia (vida) dentro dessa lâmpada (corpo); a lâmpada queima (morre), eu continuo sendo energia (vivo).

Eu sou a ação de tudo o que eu falo, expresso, faço.

Eu sou Deus (vida) dentro de todos os corpos (existências).

Eu sou a vida dentro desse corpo;
Corpo dentro do planeta;
Planeta dentro do universo;
Universo dentro da vida;
Vida dentro desse corpo.


Tudo se conecta, de dentro para fora e de fora para dentro, como um ciclo que nunca termina, onde cada parte está dentro da outra, criando o equilíbrio que me faz ser quem sou.

Eu sou a vida do sentimento de paz dentro desse corpo.

Eu sou a própria cura da minha vida.

Eu sou

Eu sou a vida dentro desse corpo.
Eu sou esse sentimento.
Eu sou minhas lembranças.
Eu sou as pessoas que conheço.
Eu sou as músicas que ouço.
Eu sou o amor que nego.
Eu sou meus medos.
Eu sou meus defeitos.
Eu sou minha bondade.
Eu sou as dificuldades que superei.
Eu sou aquilo que às vezes evito ser.
Eu sou o que eu preciso.
Eu sou minhas prioridades.
Eu sou as viagens que faço.
Eu sou as escolhas que faço.
Eu sou os risos que causo.
Eu sou as festas que vou.
Eu sou o que comemoro.
Eu sou a paz que transmito.
Eu sou a companhia que me acolhe.
Eu sou as amizades que tenho.
Eu sou a inocência.
Eu sou a essência.
Eu sou a vida.

Quando eu sou rejeitado, desprezado, ignorado, no fundo, eu não fico mal; eu me sinto livre daquilo que não tem nada a ver comigo.

Ninguém nasce com manual escrito "Eu sou assim"; as pessoas demonstram o que são nas intenções e atitudes do dia a dia.

Eu sou aquilo que estou sendo e não aquilo que eu defino ser.

"⁠Eu sou louco por viver em um mundo louco!"

´Eu sou tudo aquilo, que eu penso que eu sou.`


´´Vitor Moacyr``

"Eu sou uma pessoa que teve que amanhecer cedo de mais para cuidar dos outros"
– BangChan (Cristopher Banhg)

Eu sou a peça do quebra-cabeça que caiu no chão e foi esquecida, um fragmento solitário de um todo que nunca serei. Minha voz é o eco que persiste depois que a música parou, a pergunta que ninguém faz porque a resposta não importa.
​Não há raiva em mim, apenas uma melancolia mansa e pesada. Eu sou a sobra da alegria dos outros, o silêncio que preenche o espaço vazio quando todos já foram embora e a luz já foi apagada. Eu sou o fim de algo que mal comecei a ser.

⁠eu sou simplesmente eu
No meio da multidão, quanta gente, quantos risos e eu quieta,
Só olhando, sentindo e nem ao menos pensando, só olhando
Uma dor foi me apertando, uma angustia crescente, chegou a faltar o ar.
Engoli,
seco, coloquei a mão no peito, coração batendo forte e sendo preenchido
por uma tristeza imensa, tão grande, tão grande que chegou à doer,
minutos
passando,de repente um leve roçar em meu rosto, naõ era ninguém,
sómente o vento me mostrando que eu não estava só, mas eu não estava
só, tanta gente ao meu redor, como essa tristeza e essa solidão ? O que
me falta ? eu não sei,
Só angustia, tristeza, me perco então nos
meus pensamentos e viajo, pra onde não sei, um lugar qualquer, todos
são iguais e o aperto no meu peito aumenta, me sufoca, Deus, o que é
isso ?
De repente explosões, olho para o céu, luzes, luzes muito brilho, um barulho ensurdecedor,
mas
o espetáculo é lindo, tranquei então minha tristeza, minha saudade,
angústia e dor, e me deixei transportar pelo brilho e luzes que
continuavam explodindo no céu,
Dai o silencio, senti algo quente em
minhas faces, eram lágrimas, de alívio talvez, então me virei e vi o
rosto do meu filho, lindo ,deslumbrado com tanta beleza, olhei naqueles
olhos inocentes e sorri…..e assim o abracei e disse feliz 2009.

Amizades que Sabem Ficar


Eu sou feita de profundidade.
Quem me ama aprende a nadar,
quem me teme fica na margem
e me chama de silêncio.


Minhas amizades não me prendem ,
criam raízes.


Algumas vivem sob a terra,
outras sustentam o tronco dos dias,
há galhos que seguem outros sóis
sem nunca romper a origem.


Também acolho folhas.
Elas chegam leves,
embelezam a estação,
partem quando o vento pede.


E está tudo bem.


Nada que foi verdadeiro se perde.


Sou oceano em estado de gente.


Não grito minha maré,
não imploro mergulhos.
Permaneço.


Aprendi cedo
que amar não é disputar espaço,
é reconhecer profundidade.


Que vínculo não se mede pela presença constante,
mas pela lealdade silenciosa
de quem nunca tentou me apagar.


Quando sinto desalinho,
recolho a voz.


Meu silêncio lê.
Meu coração decide.
Quem é raiz volta.
Quem é fruto permanece.
Quem é superfície segue ,
sem mágoa, sem ferida.


E sigo assim:
inteira, líquida, verdadeira.
Com poucas mãos nas minhas,
mas todas capazes de sustentar
o peso bonito de quem eu sou.