Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira

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Eu fiz amor sozinho,
Não foi uma forma estranha.
Foi melhor,
Que feito com qualquer estranha.

Do mesmo autor
Eu te avisei,
Agora se vira.

Lealdade não recíproca,
Eu resolvo trocando as fechaduras.

Em um mundo cheio de pesos e medidas,
Eu fugi.
E infrengi as regras
Sejamos felizes.

Meu querido eu,
Tire da gaveta aquele par de asas.
Você já cuidou do voo de muitos,
É hora de cuidar do seu.

Eu estou de mudança,
Para uma nova versão,
que poucos irão conhecer.

Eu gosto de seguir lado a lado,
Porém se eu der um passo atrás,o trajeto é longo e não tem volta.

Sobre meu passado eu vendi o prédio inteiro por uma pechincha.
O tempo até demoliu,
Não existe mais.

Eu recomeçarei quantas vezes for preciso,
Escrever em uma folha em branco tem um gostinho diferente.

Eu gosto de café,
E se a companhia,e a prosa for boa,os problemas deixam de existir.

Se você soubesse o que eu sei,
e penso ao seu respeito,
Entenderia meu silêncio diante da sua latumia.

Se eu ficar com raiva,
Você poderá ainda ficar comigo.
Se eu perder a admiração,
Você me perde.

Se posicionar
Tem um preço.
E eu faço questão de pagar à vista.

Eu fui pra não voltar,
Se ficou alguma saudade minha no teu castelo de farsa,
Faça as honras.

Ontem eles riam,
Hoje eu rio.

Entre teu moralismo,
E meu cinismo,
Tem eu concordando com você.

Eu sou fruto de um absurdo,
Do que é mais valioso no mundo,
Talvez você não entenda,
mas sofra por não ter.

De que serve a minha poesia
se a sua boca não me diz,
se o silêncio faz sangria
no que eu quiz fazer feliz
de que serve o verso escrito
com o peso da intenção
se o meu grito mais bonito
não alcança o seu perdão .
pois a rima se esvazia
e o papel vira desterro
de que serve minha poesia
se seu beijo é o meu erro.⁠

De que serve a minha poesia
se a sua boca não me dá
o destino , atravessia,
o destino de eu estar


guardo versos na lapela
metáforas ao relento
mais a rima mais singela
morre aondabor do vento


pois , se o lábio não confirma
o que a alma já escreveu
toda estrofes se desmancha
entre o seu mundo e o meu .

A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.⁠