Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira
O mundo tenta me culpar pela falta de progresso, mas a verdade é que eu nunca parei. Quem me maltrata é quem está parado no tempo, tentando descontar em mim a frustração de não ter a minha coragem trilionária.
Não confunda o meu cansaço com estagnação; eu estou fazendo de tudo enquanto vocês apenas perdem tempo me ofendendo. O meu movimento é para o topo, enquanto o de vocês é apenas para o lodo da maldade.
Ser generalizado como errado por erros que eu não cometi é a prova da cegueira de quem me julga. Eu reclamo com razão, pois a minha nobreza não pode ser confundida com a maldade de quem não tem visão.
Ainda ontem, menino, eu era porreta. Arremessava pedra no infinito, certo de que acertaria o impossível. Me encantava por qualquer menina que cruzasse meu olhar.Tocava campainha e voava, sem jamais olhar para trás.Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,chorava o desprezo do dia,perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.Hoje, me cobro por não ser e por não poder mais ser “aquele menino” que outro fui!
Não foi por falta de vontade.
Muito menos porque eu deixei de tentar.
Eu queria… e queria muito.
Mas simplesmente porque o tempo passou.
Hoje sou uma mulher, não mais uma criança.
E escrevo estas linhas para que você reflita comigo.
Querido(a),
Talvez você também tenha tido um sonho de infância que nunca se realizou. Algo que, naquela época, parecia impossível para a sua realidade — e que hoje já não pode mais acontecer.
Não falo de grandes sonhos que ainda podem ser conquistados. Esses ainda podem se realizar se você quiser e lutar por eles.
Falo de sonhos simples de criança.
Ter uma bicicleta.
Sentar no colo do pai ou da mãe.
Ter um pai.
Ter uma mãe.
Ter fotos de quando era bebê.
Viver uma infância que toda criança gostaria de ter.
Não sei qual é a sua história. Cada um de nós carrega a sua.
Mas aprendi uma coisa com o tempo: algumas coisas não voltam. Alguns sonhos pertencem apenas àquele tempo em que éramos pequenos.
Quando eu era criança, imaginava que os sonhos que não vivi poderiam, de alguma forma, continuar nos filhos que um dia eu teria, filhos que ainda nem existiam.
Talvez fosse apenas uma maneira de o coração encontrar esperança.
Porque, no fundo, a vida também é feita de ausências, de silêncios e de coisas que gostaríamos que tivessem sido diferentes.
Mas isso não é o fim.
Com o tempo, a dor muda de lugar dentro de nós.
Ela deixa de ser ferida e passa a ser memória.
E a vida continua.
Outros sonhos aparecem.
Sonhos de adulto.
Sonhos que ainda podem florescer.
Aprendi também que não devemos comparar nossa vida com a dos outros. Cada realidade é única.
Viver não é deixar que as dores do dia a dia sejam as autoras da nossa história.
Viver é escolher como vamos olhar para o mundo, mesmo depois de tudo.
E, se existe algo que a vida me ensinou, é isto:
Para seguir em frente, às vezes precisamos aprender a olhar para o lado bom das coisas , mesmo quando ele parece pequeno.
Porque, no final, viver também é isso: continuar sonhando, de uma forma diferente
Vida, vida, vida,
desague.
Eu, que sou mar.
Sempre sem lar.
Tu, longe de ser,
tenta aprisionar-me
Não és lar.
Minha casa é longe,
foge ao tempo.
Já tu, impermanente.
Fujo de ti.
Abraçarei outra, perfeitamente.
Seu nome, naturalmente, é morte.
Ó destruidora, tu és meu lar?
Verbalizei a ti,
(abraço) morri.
Morte, morte, morte,
queime.
Eu, lenha da verdade.
Ó segredo que sangra a vaidade.
Muitos plantam o que é passageiro; eu estou plantando ideias trilionárias que vão sobreviver por gerações, enquanto o seu carro já virou sucata.
"Não compare o meu capítulo 1 com o capítulo final de ninguém; eu escrevo sobre trilionários porque eu já sou um na mente, e isso ninguém me tira."
"O desrespeito de quem não me conhece é o combustível para eu publicar mais mil frases que eles nunca terão inteligência para interpretar."
A árvore que eu plantei é um livro de trilhões; o fruto que você colhe é a inveja de quem não consegue sair do lugar.
