Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira
Minha filosofia de vida é muito simples;
- Se você gosta, come. Se eu não gosto, não como, mas quando o garçom chegar eu vou explicar direitinho, como você gosta do seu prato e como eu gosto do meu.
Durante o almoço a gente fala sobre tudo e ninguém pede para o outro provar um pedacinho, só saboreamos a vida, a companhia e o prato.
A vida pode ser uma viagem suficante em um carro com vidros fechados, ou uma aventura deliciosa no mesmo carro, só que com o vento batendo na cara e a gente sentindo o perfume da paisagem.
A escolha é nossa sobre a viagem, o carro não nos cabe escolher.
Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!
Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!
Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!
E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!
E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!
E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!
E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!
Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!
E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.
E deixo aqui meu alerta!
Eu amei — e afirmo sem hesitação — amei com a inteireza de quem compreende que certos fenômenos da experiência humana não se submetem à trivial aritmética do tempo.
Dizem: acabou.
Permitam-me a devida vênia lógica — não acabou.
O que eventualmente se extingue é a configuração circunstancial do vínculo, jamais o fenômeno afetivo em sua inscrição psíquica profunda.
O amor, quando autêntico, não é evento episódico; é estrutura.
Não é mera contingência emocional; é ocorrência real, empiricamente verificável na consciência.
Pode cessar a convivência.
Pode dissolver-se a proximidade física.
Pode, inclusive, o silêncio ocupar o espaço outrora preenchido pela presença.
Mas o amor — o amor verdadeiro — não se submete à categoria vulgar do ‘foi’.
Porque aquilo que verdadeiramente é não se converte em nada por simples decurso temporal.
O que muitos chamam de fim é, na verdade, limitação perceptiva.
É incapacidade metodológica de distinguir entre a cessação do fenômeno relacional e a permanência da marca afetiva.
E aqui reside o ponto nevrálgico:
O amor constitui fenômeno real cuja projeção na consciência não apresenta, em si mesma, termo final intrínseco necessário.
Negá-lo é confundir transformação com inexistência.
É tomar a mutação da forma pela aniquilação da essência.
E isso — permitam-me a franqueza — não é rigor lógico.
É apenas imprecisão interpretativa.
O mundo tenta me culpar pela falta de progresso, mas a verdade é que eu nunca parei. Quem me maltrata é quem está parado no tempo, tentando descontar em mim a frustração de não ter a minha coragem trilionária.
Não confunda o meu cansaço com estagnação; eu estou fazendo de tudo enquanto vocês apenas perdem tempo me ofendendo. O meu movimento é para o topo, enquanto o de vocês é apenas para o lodo da maldade.
Ser generalizado como errado por erros que eu não cometi é a prova da cegueira de quem me julga. Eu reclamo com razão, pois a minha nobreza não pode ser confundida com a maldade de quem não tem visão.
Ainda ontem, menino, eu era porreta. Arremessava pedra no infinito, certo de que acertaria o impossível. Me encantava por qualquer menina que cruzasse meu olhar.Tocava campainha e voava, sem jamais olhar para trás.Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,chorava o desprezo do dia,perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.Hoje, me cobro por não ser e por não poder mais ser “aquele menino” que outro fui!
Não foi por falta de vontade.
Muito menos porque eu deixei de tentar.
Eu queria… e queria muito.
Mas simplesmente porque o tempo passou.
Hoje sou uma mulher, não mais uma criança.
E escrevo estas linhas para que você reflita comigo.
Querido(a),
Talvez você também tenha tido um sonho de infância que nunca se realizou. Algo que, naquela época, parecia impossível para a sua realidade — e que hoje já não pode mais acontecer.
Não falo de grandes sonhos que ainda podem ser conquistados. Esses ainda podem se realizar se você quiser e lutar por eles.
Falo de sonhos simples de criança.
Ter uma bicicleta.
Sentar no colo do pai ou da mãe.
Ter um pai.
Ter uma mãe.
Ter fotos de quando era bebê.
Viver uma infância que toda criança gostaria de ter.
Não sei qual é a sua história. Cada um de nós carrega a sua.
Mas aprendi uma coisa com o tempo: algumas coisas não voltam. Alguns sonhos pertencem apenas àquele tempo em que éramos pequenos.
Quando eu era criança, imaginava que os sonhos que não vivi poderiam, de alguma forma, continuar nos filhos que um dia eu teria, filhos que ainda nem existiam.
Talvez fosse apenas uma maneira de o coração encontrar esperança.
Porque, no fundo, a vida também é feita de ausências, de silêncios e de coisas que gostaríamos que tivessem sido diferentes.
Mas isso não é o fim.
Com o tempo, a dor muda de lugar dentro de nós.
Ela deixa de ser ferida e passa a ser memória.
E a vida continua.
Outros sonhos aparecem.
Sonhos de adulto.
Sonhos que ainda podem florescer.
Aprendi também que não devemos comparar nossa vida com a dos outros. Cada realidade é única.
Viver não é deixar que as dores do dia a dia sejam as autoras da nossa história.
Viver é escolher como vamos olhar para o mundo, mesmo depois de tudo.
E, se existe algo que a vida me ensinou, é isto:
Para seguir em frente, às vezes precisamos aprender a olhar para o lado bom das coisas , mesmo quando ele parece pequeno.
Porque, no final, viver também é isso: continuar sonhando, de uma forma diferente
Vida, vida, vida,
desague.
Eu, que sou mar.
Sempre sem lar.
Tu, longe de ser,
tenta aprisionar-me
Não és lar.
Minha casa é longe,
foge ao tempo.
Já tu, impermanente.
Fujo de ti.
Abraçarei outra, perfeitamente.
Seu nome, naturalmente, é morte.
Ó destruidora, tu és meu lar?
Verbalizei a ti,
(abraço) morri.
Morte, morte, morte,
queime.
Eu, lenha da verdade.
Ó segredo que sangra a vaidade.
Muitos plantam o que é passageiro; eu estou plantando ideias trilionárias que vão sobreviver por gerações, enquanto o seu carro já virou sucata.
"Não compare o meu capítulo 1 com o capítulo final de ninguém; eu escrevo sobre trilionários porque eu já sou um na mente, e isso ninguém me tira."
"O desrespeito de quem não me conhece é o combustível para eu publicar mais mil frases que eles nunca terão inteligência para interpretar."
A árvore que eu plantei é um livro de trilhões; o fruto que você colhe é a inveja de quem não consegue sair do lugar.
