Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira

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Eu fui suficiente para amar, mesmo que o outro não tenha sido para ficar.

Eu não me arrependo de ter sido inteiro.

Eu não peço perdão e tbm não perdoo ninguém, só me faço de besta para pegar a pessoa no erro novamente!
Perdão é uma forma de fechar os olhos aos erros dos outros e aos seus próprios.

Eu vou sempre agir assim, falo o que acho é não costumo mentir ou esconder algo para agradar ninguém!

Onde eu chego, faço amizade, conquisto o afeto das pessoas a ponto de me pedirem pra voltar, sei entrar e sei sair de qualquer lugar, muita gente me odeia pela forma como outras me amam, mas ainda assim, sempre tive mais gente por mim do que contra mim!

Se ser forte é uma escolha, então, está decidido: eu escolho ser forte todo santo dia.

Eu estou aqui...
Curtindo o ócio de um domingo a tarde.
A mais pura e original de todas as vagabundagens.
Nada de novo acontecendo...
E sobre as novidades???
Apenas as remanufaturadas!


di matioli

Se eu pudesse escreveria seu nome na superficie da lua com letras bem grandes e profundas, assim toda vez que a lua brilhasse no céu, todos na terra saberiam que um dia alguém foi até por você.

Se o paraíso, por sua beleza, fosse uma divindade como você, morreria eu feliz!

A natureza no verão
Me lembra quem eu sou
Quando estou no teu abraço
Tudo ao redor ganhou cor - Frase da música Convite de Verão do dj gato amarelo

Talvez eu também pudesse renascer após o crepúsculo da minha alma.

Seria eu como o povo de Lisboa? Após o abalo reerguer-me-ia, vezes sem conta?

O tempo aparentava ter-se partido em silêncio, e eu parecia caminhar nos seus intervalos, passo a passo, pedra a pedra.

O CÓDIGO DAS APARÊNCIAS, A ELEGÂNCIA DO VAZIO

Nunca fui eu quem viu o mundo de um jeito errado. Foi o mundo que se acostumou a olhar torto e chamar de normal o que o desnutriu.

Sempre observei com calma e clareza as vaidades humanas, essa fé cega nas aparências, esse culto ao tecido, à marca, aparência cara.

Percebi cedo que o tratamento muda conforme a roupa.

Se estou de acordo com o figurino, sou tratado como alguém digno de escuta.
Mas basta vestir o que é confortável, o que é meu, e já sou confundido com alguém menor, sem valor.

O traje é um passaporte social.
Quem veste o uniforme da convenção entra. Quem veste a própria pele é barrado na porta.

O mais curioso é que os mesmos que exigem elegância não conseguem enxergar educação no olhar sincero, nem grandeza em um corpo simples.

Confundem brilho com valor, perfume com virtude, mentira com sabedoria.

E nessa inversão de sentidos constroem o vazio que os engole e consomem seus filhos, vendem status, compram aprovação e chamam o aplauso de propósito.

Tristes dos que vivem da casca, só percebem o abismo quando o chão cede, e o chão sempre cede, porque foi feito de vaidade.

A sociedade adora o disfarce.
É por isso que respeita quem finge e rejeita quem sente. O código das aparências é a religião do vaidoso, onde o espelho é altar e a consciência é silêncio.

Mas há quem se negue a ajoelhar.
Há quem saiba que a roupa não sustenta caráter e que o corpo, por mais enfeitado, não abriga verdade alguma se a alma estiver ausente.

Não é rebeldia, é lucidez.
A roupa que visto não muda o que sei.
A aparência que esperam não define o que sou.

O mundo pode continuar se engomando, eu sigo sendo humano.

Prefiro o desconforto da autenticidade ao conforto de uma farsa bem passada.

Porque, no fim, o corpo fica, a roupa apodrece, e o que resta é o que ninguém viu, a dignidade que sustentou o silêncio, a verdade que não precisou de terno e a coragem de não caber no falso figurino.

Daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.

⁠Eu tinha tanta paz na minha vida, te conheci e cai direto no inferno, mas eu amava estar lá com você. Desse mesmo inferno eu mergulharia para te trazer de volta, mesmo voltando a ter paz sem você.

⁠Eu me visto para mim. Não para os outros.

Chorei lágrimas de extravio, de ausência, de amor imenso, já sumido. Teria eu, na adolescência, com tanto a acontecer e a descobrir, descurado aquele amor maior da minha avó?

Mr. Magoo divertia-me tanto. Mal sabia eu, que viria a ter destinos tão semelhantes.

⁠Se é pra ver eu vejo o que você vê e me faz ver eu olho pra você.

⁠Às vezes eu vejo a lua na cor âmbar e percebo que é apenas o reflexo do meu olhar.