Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira
Quando você gasta o dinheiro, não é o dinheiro que você tá gastando;
É o tempo de vida que você gastou, para conseguir aquele dinheiro.
Aceitar;
É a única solução para todos os problemas.
Mudar;
É a única solução para todos os problemas que eu não aceito.
Não é o ato da pessoa, que me mostra quem é essa pessoa...
É a intenção por trás do ato dessa pessoa, que me mostra quem essa pessoa é.
Não dei valor á pessoa que mais amei, a pessoa que mais me amou e ficou sempre do meu lado. Hoje vivo com a dor de saber que ela nunca mais vai voltar...
O amor é sempre certo, pelo simples fato de ter sido bom o suficiente pra convencer seu coração a abrigar algo mais forte que ele mesmo.
Sabe o por que o amor é cego?
Porque a gente não ama cabelo, não ama a roupa, não ama o corpo, não ama a cor dos olhos, e enfim, não amamos o físico. A gente ama o sentimento, a atenção, o carinho e isso não se vê....se sente.
a vida é estranha. algumas pessoas alegam isso. eu acho que a vida é uma junção de memórias e uma hora, elas se dissipam no ar. pode ser isso. a diferença disso com os textos de outros escritores relatam é que na frase deles há relações com a sociedade em geral. uma simples menina indo comprar um sorvete já é suficiente para se tornar uma memória e uma relação com a sociedade quando fala qual sabor de sorvete quer).
Quando acordo de manhã , procuro lembrar de tudo que já passei, nos últimos tempos.
Olho para trás, e me sinto bem hoje, não me arrependo das coisas, tudo caminhou pra um lugar melhor.
. Então eu agradeço mais um dia, peço para continuar a prosperar... Bom Dia !
18/11/13 Me permita derramar alguns litros de sentimentalismo barato nessas páginas jamais impressas, para que eu possa imprimir um pouco do frio que me habita e da ponta do lençol aguada que o sol não evaporou.O silêncio do passado é o silêncio do presente.É o silêncio que nunca terminou porque palavras não exprimem silêncios e eu não sei fazer arte.Só a arte talvez exprimisse essa angústia.
Os dedos que aqui debatem sobre as teclas são débeis e não produzem nada senão consolo.A escrita é o espaço de libertação onde pretendo me refugiar.Se me aprisiono no meu refúgio, permaneço segura.Que se dane a sensatez!Foi assim que você me conheceu: segura,em passeios retilíneos por calçadas planas.E agora?Onde estou?
Em um sonho seu?Que mundinho hiperbólico e imaturo!Imatura eu que não reconheci a estrutura ficcional do nosso ''amor eterno''.Fútil e sem dons artísticos,não pude ler nas suas palmas as marcas visíveis de um futuro distante,não puder decifrar que as feridas das cordas musicais nos separavam drasticamente.São outras minhas feridas.Minhas marcas de ócio e de culpa que não podem gerar qualquer som harmonioso.Não é permitido para essa natureza mundana muito além do som de quebrar de vidros e ranger de portas.Intimamente,me atormenta o latejar desse meu encéfalo .É quando o coração emerge até a superfície do corpo e prejudica o funcionamento adequado do sistema cerebral.
Amor da minha vida, até quando?Talvez de uma vida passada ou futura.Você é do mundo da música; eu, do barulho.Como pude acreditar em sacrifícios se não valia o material da sua palheta?
Me perdoe,Anielle,e perdoe a si mesma pela ingenuidade e pela burrice dos seus raciocínios.Agora só resta dar a paz a ele.Não sei se vai reconhecê-la,o que me aflige.Mas, dessa vez, não poderei parar porque é grande a carga do caminhão que me persegue e preciso ir em frente; planamente,retilíneo.
Não sei se você não reconhece essa melancolia que se apossou de mim ultimamente ou se apenas a ignora.Ficarei aguada até quando?Até mais? Até nunca mais.
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