Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira
Eu gosto de um sei lá o que,
que me transborda e me faz ser.
E é sorrindo que eu me mostro, me reconheço e me reencontro.
Se eu ganhasse uma vida inteira,
Só faria as mais belas melodias
Com a cor do mais simples sorriso,
Entrelaçado, ao mais puro semblante de um olhar.
Que mesmo em meio aos tormentos, eu esqueça o desistir.
Que as dores que me inquietam, me torne mais viva.
Que a fé que existe em mim, me fortaleça. E que pra sempre eu saiba sorrir.
Eu canto porque trago em mim, a melodia da saudade
O cantar esquece o tom e o verso não tem rima
Sem rima e sem tom ao cantar ainda se anima
E a melodia que era triste, ao cantar, se faz felicidade.
Não mande me procurar. Eu fiquei onde o tempo me esqueceu, onde você me deixou e a saudade fez morada.
Foi quando eu achei que não lembrava de coisas passadas que me deparei com sua lembrança tão viva dentro de mim.
É só pensar em você pra surgi varias coisas bonitas pra poder lhe descrever, mas sei que tudo que eu venha a escrever aqui não vão se comparar a ti. Menina dona de uma beleza incomparável, de um sorriso admirável, com um jeito inexplicável de deixar qualquer um ao ponto de enlouquecer. Mas ao mesmo tempo tem um jeito doce e amável de ser, um jeito que nem ela consegue entender.
E se o mundo não der a volta, que eu preciso, pra te encontrar. Ficarei com as lembranças, que tempo nenhum conseguirá apagar.
Se tem amor pra me dar, eu te dou amor por uma vida inteira.
Mas se tens de mim esquecimento, te esquecerei por uma vida inteira também. Porque amor só faz bem quando é recíproco. E uma dose de amor próprio é indispensável.
É Zé, o que eu chamo de falta de sorte é não ter um bocado de força de vontade pra sonhar, lutar e conseguir. Aí sim Zé!
E foi melhor assim.
Você foi o rascunho do livro que eu pensei em escrever.
Mas mudei o roteiro.
Troquei os personagens.
A história ficou sem brilho.
Apaguei.
Recomecei.
Gosto de histórias que brilhem, nem que seja no olhar de quem a lê.
Por mais que eu me esforce sou muito mais coração que razão.
Por mais que eu me esforce, sou muito mais eu do que as pessoas querem que eu seja.
É que essa carinha enjoada, eu tenho desde que me entendo por gente. Essa minha falta de paciência é a arte que ainda não aprendi a ter. Esse jeito ansioso, estabanado e irritante é a parte que faz parte. Minha intensidade é marca registrada. Meu sentir é aflorado. Minha raiva logo passa, mas a memória nem sempre perdoa! Não sou a mais bonita, nem a melhor do mundo. Mas no contorno dos meus defeitos tantos, eu ainda sou a melhor que posso ser. E o que sou será, sempre, o que de melhor eu terei para oferecer.
Por mais que a vida me espanque, eu sigo.
Estou em vida para cair e levantar. Só me ensinaram a arte do viver. Ainda não aprendi a vegetar.
